Nossa esquerda ainda chegará lá (se não chegou ainda)

Uma pedofilia ideológica por parte das FARC. Por falar em América Latina, a mesma passa por momentos bem pouco nobres. Confira aqui, aqui e aqui.

Você tem dúvidas?

Este artigo mostra o preço de ser opositor na Venezuela. Em resumo: o governo persegue, individualmente, cada opositor. Agora, se você tem dúvidas, ou se acha que precisa fazer esta pergunta mais uma vez, clique aqui.

Incrível mesmo é como nossos políticos falam mal de Bush mas fazem igual ou pior do que ele.

Francisco Rodriguez e a Economia Política do Fracasso Bolivariano

Francisco Rodriguez é um economista com o qual eu conversei uma única vez, em 1999. Depois disto, ele voltou à Venezuela e trabalhou para o Congresso sob o domínio de Hugo Chavez. Ou seja, ele sabe do que fala quando critica a crise venezuelana atual.

Os admiradores do bolivarianismo devem se sentir à vontade para tentar desmentir cada um dos artigos do citado economista.

Eis o resumo de um deles (preste atenção no que diz aí embaixo. Isto é exatamente o que urnas eletrônicas facilitam). É incrível como vários de nossos formadores de opinião (e eleitores) achem razoável votar num sujeito como Chavez.

During 2002-2004, the identities of millions of Venezuelan voters who signed petitions to recall President Hugo Chávez or opposition politicians from office was made public by the government. We match these petition signers to manufacturing firm owners and household survey respondents to measure the economic price of political expression. Put simply, do individuals who join the political opposition pay an economic price? We find that proopposition individuals see a fall in their income and disproportionately leave public sector employment, while pro-government individuals leave private sector employment. In addition, Pro-opposition firms have falling profits, less access to foreign exchange, and rising tax burdens (possibly due to selective audits), while the marginal products of capital and labor in progovernment firms decreased. The misallocation of resources associated with political polarization after 2002 contributed to a 5% decline in TFP in our sample of firms.

Terror, Crimes de Estado e outras maracutaias

Opa, aqueles que eram a favor do estatuto do desarmamento devem estar se perguntando sobre os motivos de movimentos ” sociais” roubarem armas. Em casos como este a gente (a gente = nós, o povo, a bucha de canhão) pensa que há sempre a hipótese de motivos políticos, mas, claro, isto é visto por alguns burocratas como “opção pessoal”.

Ocupa, rouba e ainda ganha carinho de chefe de estado. Não, não estamos falando de Hitler. Ainda.