Eficiência econômica, Design Inteligente e Evolucionismo

Uma solução que respeita ambas as opiniões e, possivelmente, economiza recursos? Leia o trecho abaixo (e clique nele para ler tudo).

¿Por qué no reorganizar nuestras escuelas para que los padres puedan fácilmente obtener el tipo de educación que ellos valoran para sus propios niños sin tener que imponérsela a sus vecinos?

Hacerlo sería difícil. Una combinación de rebaja de impuestos para las familias de ingreso mediano y asistencia financiera para las familias de ingresos bajos podrían darle a todos acceso al mercado de la educación independiente. Unas cuantas palabras desde la pluma legislativa podrían traer paz para todo el “frente educacional” de la guerra cultural estadounidense.

Pero seamos honestos. Por lo menos unos cuantos estadounidenses ven nuestras luchas actuales sobre el currículum estatal como un precio que vale la pena pagar. Aún en “la tierra de los libres”, hay una tentación de tomar control del sistema de la educación pública y usarlo para convertir a nuestros vecinos a nuestras propias ideas o creencias.

Claudio

Continue lendo

Não aceita minha boa vontade? Então vai apanhar!

Eis aí o sonho do fanático pelo Welfare State: poder executar quem não aceita sua boa vontade. Via Japundit (link fixo aí ao lado)

Miso is thicker than blood

A man in Kyushu, Japan has been arrested for stabbing is parents because they refused to eat miso soup that he prepared for them. He also complained that he could not sleep because his parents were arguing.

The man’s 75-year-old mother died of her wounds, and his 81-year-old father remains in serious condition.

Nada como um filho bonzinho para os pais…

Claudio

Continue lendo

Rasmusen e a ineficiência da burocracia das universidades

Eu já notei que burocratas de universidades públicas brasileiras e seus alter-egos das universidades privadas sofrem do mesmo problema: não conseguem otimizar o produto que têm em mãos.

Neste interessante post, Eric Rasmusen – o melhor professor de Teoria dos Jogos que eu conheço – faz algumas considerações sobre isto. Talvez falte mais alguns pontos. Alguém se aventura?

Claudio

Continue lendo

Já sabemos que os chineses ganharam com a guerra no Iraque. E quanto ela custou para os EUA?

Você, que viu o meu outro post hoje cedo, pode ver a resposta à segunda pergunta aqui. (Via Marginal Revolution, link fixo ao lado…ei, você não viu o link fixo? Use o Firefox).

Claudio

Continue lendo

Quem ganhou com a guerra no Iraque? Os chineses.

O petróleo, os curdos e os chineses, numa relação pouco divulgada na imprensa brasileira. Vale a pena destacar alguns trechos:

…it was recently disclosed that already in 2004 the KDP that controls much of northwestern Iraq, discreetly signed a deal with Norway’s DNO Company to drill for oil near the border city of Zakho, without Baghdad’s knowledge, let alone approval. DNO subcontracted the building of the oil drilling rig to the Chinese (unlisted) Great Wall Drilling Oil Company “that copied the latest American model.” Imported from China, the 30-floor tall rig was erected in 90 days and is capable of drilling 6,000 meters deep. This is the first rig in Kurdish Iraq since the 2003 war and the first in Iraq built by an international company in 20 years (The Globe, November 8, 2005). Drilling was launched on November 29, 2005, reportedly providing Nechirvan Barzani, prime-minister of the Kurdish northern government, with an occasion to vow: “There is no way Kurdistan would accept that the central government will control our resources […] The time has come that instead of suffering, the people of Kurdistan will benefit from the fortune and resources of their country.” Similar oil ventures are being explored with other foreign companies in other parts of Kurdish northern Iraq (Los Angeles Times, December 1, 2005).

(…)

Beijing’s overtures toward the Kurds, who are treated as an almost independent nation, undermine its own policies and contradict its own principles on separatism. In no way would Beijing permit another country to treat China’s Uyghurs, Tibetans or Mongols likewise and sympathize publicly with their plight, invite their leaders, send delegations, hold negotiations, or sign agreements with them behind Beijing’s back. Importantly, China’s Kurdish policy does not mean that the Chinese are interested in Iraq’s disintegration, hoping to benefit from a new and independent Kurdish state. In addition to unleashing regional instability that would be detrimental to China’s interests, Kurdish independence would encourage other separatist movements (notably the Uyghur and the Tibetan) to fight for the same cause. On the other hand, complete Kurdish dependence on the “new” Iraq would render complete control over the north (and its oilfields) to not only Baghdad but, furthermore, to Washington. Thus the existing situation in northern Iraq, with increased Kurdish autonomy within a weak Iraqi state is, under the present circumstances, optimal for Beijing’s interests and conforms to its views on limited self-determination.

Simples assim. O que faltou no Iraque? Talvez duas coisas: (i) federalismo (efetivo) e (ii) privatização massiva do petróleo (o risco de que o Iraque se transforme numa Venezuela não é tão pequeno…).

Claudio

Continue lendo

Sharon e o mundo árabe (off-topic, mas vale a leitura)

Interessante artigo, este, da egípcia Mona Eltahawy.

Trechos:

If hatred for Sharon was based solely on the number of Arabs he has killed, then he would probably lose out to those responsible for the thousands killed in the fighting of Black September and the thousands more killed in Hama.

And when it comes to the massacres at Sabra and Shatila, with which Sharon’s name is synonymous, it is important to remember that an Israeli state inquiry in 1983 found Sharon, then defense minister, indirectly responsible for the killings of hundreds of men, women and children at the refugee camps during Israel’s 1982 invasion of Lebanon. An Arab inquiry has yet to hold directly responsible members of the Lebanese militias who actually slaughtered those men, women and children with their guns and knives.

(…)

Sharon is the better and improved mirror image of an Arab leader because we have held what he does to us in much higher regard than anything we have done to each other.

Furthermore, Sharon is the typical military-man-turned-politician that so many Arab leaders are. But unlike so many of these military men whose paths to power in the Arab world have been paved with forged elections, Sharon was actually democratically elected.

Interessante comparação.

Claudio

Continue lendo

Breves matinais

* Reforçando o que o Leo disse, eu já vi – principalmente em computadores sob o Windows 98 – nosso blog sem os links fixos da coluna à direita desta. O Firefox é a melhor solução (o Netscape também, mas é mais “pesado” de carregar).

Falando nisto, eu experimentei um “crash” com a última versão do Thunderbird que me deixou chateado com estes produtos da Mozilla. Simplesmente perdi tudo. Mesmo assim, resolvi dar uma outra chance ao pessoal do “open-source”: instalei a versão 1.5 dele. Desvantagem: a extensão “Calendar” que eu havia instalado e que me era extremamente útil não é mais compatível (aparentemente terei de quebrar o galho com o Calendar para Firefox…).

* A prova de fogo – sem nenhum trocadilho infame – da “competição entre religiões” começa agora. Libertaram o turco que tentou assassinar o Papa João Paulo II. Salman Rushdie, por muito menos, vive escondido. Eu não acredito que católicos tentarão assassinar o turco mas, claro, há sempre imbecis para tudo.

* Eu não conheço o Augusto de Franco, do e-agora, mas ele parece entender muito de capital social, na prática. Coisa que o Leo também adora.

* Engraçada a moral dos cientistas. Depois de ter sido descoberto mentindo, e olha que não foi qualquer mentira, o sul-coreano que “foi o homem que clonou o homem” pede desculpas. Não seria melhor devolver o dinheiro?

* Nada melhor que dinheiro para novas tecnologias.

* Assisti ontem à nova produção do Mel Brooks, a refilmagem de seu antigo “Primavera para Hitler“, chamado “Os Produtores”. Não me lembro bem do primeiro, embora possa dizer que o achei engraçadíssimo. Pois este é mais engraçado ainda. Vale cada centavo que você paga. O filme é hilário e você ri o tempo todo. Elenco genial, musicais e piadas tipicamente “brookianas” e a história, bom, esta é uma reciclagem. Mas recomendo.

* Doença holandesa? Novas evidências no artigo neste journal.

Claudio

Continue lendo