Dialética de Verissimo

Verissimo tenta, sempre que pode, disseminar sua ideologia “pró-você-sabe-quem” em suas inocentes crônicas. Eu poderia escrever um livro como “Como ler o Pato Donald” só para este cronista. É um direito de qualquer um disseminar suas idéias (nazistas, comunistas, etc inclusos). Não vejo problema nisto. Por isso eu morro de rir ao ver que a prática do cronista – segundo o Marcelo – é uma perfeita contradição.

Não deixa de ser uma consequência não esperada da crônica do autor: pode-se rir de sua contradição lógica ou, claro, aplaudir-se-lhe o apego à dialética. Hic Rhodus, hic, salta!