De Gustibus Non Est Disputandum

Porque não existe almoço grátis

Pastore e Mantega no mesmo caderno

Não quero parecer indelicado com as manteguetes, mas ler a entrevista com o ministro e o artigo do Pastore é algo que deve ser feito exatamente nesta ordem para que haja, no líquido, mais conhecimento acumulado.

O ministro precisa parar de usar o tom “Cristina Kirchner” (“se nós (eu) nos preocupamos com o juro do cartão, os bancos deveriam também…” ou algo assim, em tradução livre) e também precisa se atualizar em economia. Este negócio de usar os mesmos argumentos que seus colegas pterodoxos de esquerda dos anos 70 (“é a capacidade ociosa, por isso o salário e a produtividade…”) cansa. Falta sempre uma interpretação mais rica da realidade.

Aí você vira umas duas páginas, cai no artigo do prof. Pastore. Honestamente, é até covardia…

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