outubro 2011


Onde estaremos em 2020? Descubra neste impressionante estudo.

Laurini resumiu bem as motivações de grupos poderosos – embora pequenos – que existem nas universidades públicas.

Belo trabalho do Kang, resumido pelo Léo.

Eu não sei o que é melhor: a cena de Bollywood, ou a de Hollywood. De qualquer forma, as duas valem o preço do ingresso.

Alguns andam insinuando que tudo não passa de uma mudança técnica (a adoção do Samba), mas eu acho que o Samba é apenas uma boa notícia em meio a um turbilhão de más notícias que envolvem a capitulação não-assumida-publicamente do sistema de metas aos caprichos de grupos de interesse governamentais específicos.

Mas, claro, eu posso estar errado.

UPDATE: o link acima está incorreto (mas vale a leitura). O correto é este.

Fala, Michael! Como é bom ser rico, né? Ainda mais quando você distorce os fatos para fazer documentários bombásticos. A fórmula? Misture fatos reais com descontextualizações forçadas para ser visto como um sujeito “honesto” (os fatos reais) e “gente boa” (falsificando os fatos). Um grande mentiroso à serviço…de quem mesmo?

Manchete alternativa? Não, a pura verdade. Alunos da USP querem um campus livre. Livre de instituições e leis. Não diferem muito dos traficantes que dominam morros. Aliás, tudo isso ficou evidenciado por conta de um flagrante policial de alunos com maconha. A classe estudantil financia o tráfico, não podiam mesmo querer outra coisa.

A USP foi atingida em seu coração. Vejamos se os professores abraçarão a demagogia ou se reagirão à altura. 

O mais imbecil é o uso de “slogans” da década de 60, associando policiais à tortura e à ditadura. Estes malucos nunca se deram conta que nasceram na década de 90, quando o Brasil já havia mudado? Que imbecilidade é esta de associar a segurança oficial no campus à ditadura? É este tipo de gente que não entende a mensagem dos dois “Tropa de Elite”. Tanto estudo de “humanas” para nada.

Foto no Estadão de hoje. Os alunos não são palhaços, apenas não sabem escrever. Este é o Brasil. Claro que a esquerda não liga, desde que tenham aula de sociologia, filosofia, etc.

Caplan em um bom momento argumentando sobre os diversos motivos pelos quais você não iria querer dar dinheiro a estranhos.

Como disse o Carlos Augusto, no Facebook:

Meus parabéns aos funcionários públicos só podem ser recebidos com pedidos em 3 vias autenticadas no guichê mais longe possível.

Tenho conhecimento de pelo menos seis (digo, sete) funcionários públicos que trabalham – e são críticos do estado de coisas que vemos há mais de 500 anos – e eles certamente entendem meu humor.

Em homenagem aos brasileiros, que contam com os supostos servidores públicos, eis algo interessante.

Gostei deste artigo. Pode-se discutir vários problemas nele, mas o autor soube resumir o trabalho (suponho que seja um resumo de um trabalho maior) para o espaço disponível. Além disso, para quem gosta de pensar em problemas aplicados de economia, este é um bom artigo.

O tema? Descubra lá.

Aos meus alunos do Ibmec, de todos os períodos – inclusive os que já passaram por minhas matérias, mas têm curiosidade sobre o tema – anuncio que nesta quinta-feira, de 13:00 às 16:00 h (aproximadamente, podendo se estender), farei uma aula expositiva sobre como resolver modelos com expectativas racionais em modelos econômicos.

Assim, vamos lá:

Aula Extraordinária e Opcional: Expectativas Racionais e o Método dos Coeficientes a Determinar

Objetivo:

Em geral, aprende-se na graduação apenas o básico de expectativas racionais. Entretanto, a prova recente da ANPEC é uma evidência de que pode ser útil saber mais do que o básico. A solução de um modelo com expectativas racionais  pelo método dos coeficientes a determinar ajuda no entendimento da mesma.

O conteúdo desta aula não será cobrado, neste semestre, em nenhuma das disciplinas de macroeconomia que ministro.

Pré-requisitos:

Não há mas, a sua dificuldade será maior se você:

a) não fez, pelo menos, duas cadeiras de Cálculo;

b) não seguiu a sequência de Macroeconomia até Macro III (ou está fazendo Macro IV ou equivalente);

c) não aprendeu a manipular o operador esperança em Estatística.

Preparo prévio:

Saiba e/ou recorde as operações com o operador esperança, em especial, a lei das expectativas iteradas (uma aula de menos de cinco minutos está aqui).

Se você já aprendeu equações diferenciais e já passou pelas equações em diferenças, recorde o método dos coeficientes a determinar (veja, por exemplo, o tópico nesta apostila).

Bibliografia (provisória):

Macroeconomia (10a edição), p.545-6. (autores: Rudiger Dornbusch, Stanley Fischer & Richard Startz).

Manual de Macroeconomia da USP, cap.14, tópico “Expectativas Racionais”.

Monetary Economics – Theory and Policy, cap.8. (autor: Bennett T. McCallum).

Prova de Macroeconomia da ANPEC (2012), em especial, a questão 14.

Obs: Como esta aula é extraordinária, não farei aviso formal sobre o tema. Um recado já foi colocado na intranet da faculdade.

Obs 2: Não venha a esta aula se realmente não quiser aprender. A aula será ministrada mesmo que só haja um aluno. Quantidade não é o problema, qualidade, sim.

Veja a série de vídeos sobre o tema, no seminário feito no STF. Particularmente, gostei muito desta palestra do Timm.

A mulherada feminista deve estar pulando, mas não de alegria.

Mr Abdul Jalil said the new Libya would take Islamic law as its foundation. Interest for bank loans would be capped, he said, and restrictions on the number of wives Libyan men could take would be lifted.

He thanked all those who had taken part in the revolution – from rebel fighters to businessmen and journalists.

Excelente trabalho do Leo, mostrando algo que eu já havia visto há quase 20 anos, em um trabalho acadêmico. Nada como ver que, mesmo sabendo disso, o governo não resolveu o problema ainda.

1. A melhor piada sobre calibragem já feita.

2. A lei de Zipf e o R.

3. Filtro de Kalman em R: uma variedade e tanto.

image

Inaugurado bombásticamente pela presidenta e seu aliado, o governador já há mais de um mês, o tal marcador estava desligado ou quebrado. Eis a nossa infra-estrutura…

Este aqui, de macroeconomia.

Eis o porquê do besteirol todo.

Então o ditador foi morto. Provavelmente uma execução sumária. Entretanto, nossos “formadores de opinião”, tão alertas no caso do fascínora Osama, ainda não protestaram contra a mesma prática na Líbia.

Bem, um a menos. A mensagem para os ditadores teocratas ou não é clara: você também tem sangue vermelho nas veias e pode ser executado. Uma lição, senão me engano, hobbesiana.

Como todos sabemos, sem qualquer explicação lógica, desde que os búlgaros tomaram de assalto nossas instituições (inclusive as esportivas), o governo se vê preso a um discurso que eleva o Ipad a status de vaca sagrada. Parece até que se renderam à imagem de Steve Jobs ou foram comprados pela propaganda “estadunidense”.

Mas, quando se procura uma lógica, eis que Mansueto não encontra. Em meio à sua busca, aliás, ele encontra outra explicação, bem mais plausível.

Pois é. Onde ele é respeitado, a economia vai bem, obrigado.

A guerra virtual teve início. Será que tem financiamento público? Ou búlgaro?

Uau, Celso! Valeu demais, cara! Você não sabe o quanto é importante para nós ouvir isso!

Quando as “otoridades” governamentais se calam diante das pressões sobre a política monetária que permitiu trabalhadores e empresários uma vida melhor, é porque há muita falta de senso.

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