julho 2011


Mais uma base de dados para me dar dor de cabeça…

Bem, descobri este livro por acaso, quando fazia uma “horinha” no shopping, dia destes. Os agradecimentos eram animadores: Gary Becker, David Hirshleifer, etc. O prefácio, bem humorado e muito bem escrito, não desestimulava a leitura. Pelo contrário, dei boas risadas sozinho por um bom tempo.

Li o primeiro capítulo, sobre vantagens comparativas, e percebi que o livro tinha potencial para ser minha leitura favorita do mês. Qualquer casal (desde namorados até casais casados) poderá perceber como a economia pode, realmente, melhorar a relação.

O segundo capítulo, com um toque behaviorial, fala de aversão à perda e de como casais adoram brigar apenas porque cada qual tenta ser o senhor da palavra. Excelente capítulo.

Já virou meta ler este, o do Niall Ferguson, um romance de Mori Ougai, Mencken, tudo isso em menos de um mês. Não será fácil porque Julho é o mês de rever aulas, rever pesquisas e cuidar da casa enquanto a esposa, que não leciona, trabalha. Mais difícil, claro, quando você não tem a menor habilidade como dono de casa, e sim como bagunceiro da casa, mas eu ainda chego lá.

Fica a recomendação: compre o livro. Ele realmente ajudará seu casamento, exceto se sua/seu esposa/esposo tiver preconceito com economia, algo irracional, geralmente baseado em traumas de faculdade ou a ideologias incutidas por supostos professores (que, não-supostamente, são militantes profissionais).

Lá se foram dois capítulos, mas o dia é longo e eu já li o jornal. ^_^

Onde está a frota de ativistas europeus pró-povo da Síria?

Problema resolvido pelo pessoal lá do Paraná!

Spousonomics. Sim, sim, existe a tradução (que é a que comprei). O único problema com o casamento é que ambos podem querer começar a ler o livro…ao mesmo tempo. Mas isso é fácil de administrar. Basta seguir o chefe do casal (ops!).

O pior é que está fácil ampliar o arquivo de mantegadas.

Manchete alternativa que certamente traduz o título deste artigo de maneira mais do que correta.

SB realmente não é o único chocado: eu mesmo estou em prantos pelo pobre coitado.

Colistete e Lamounier trazem de volta o debate sobre se plantations era algo realmente comum na época do Brasil cafeeiro ou não. Quem parou no tempo e só lê Celso Furtado naquele livro que ele jurou não revisar deve ser avisado que muito se fez em pesquisa de história econômica brasileira desde então e, sim, a história das plantations é um ponto em debate, não uma unanimidade trazida dos céu pelo Deus Furtado…

The growth in debt might be a cause of concern if borrowing reflected an attempt to maintain consumption at unsustainable levels after the oil price increases. In that case, the debt would presage a fall in consumption that might prove to be politically or economically untenable and result in default. [Sachs, J.D. The Current Account and Macroeconomic Adjustment in the 1970s, Brookings Papers on Economic Activity, vol. 1981, n.1 (1981), pp. 201-282]

Ele sabia. Mas nossos policy makers do início dos anos 80…

O relatório do BOJ nos permite ser moderamente otimistas.

Do lado da expectativa de aumento da produtividade vem um choque importante.

Nunca um grupo de alunos se reuniu para reclamar de falta de infra-estrutura como nesta lista de vídeos. Bem, é verdade que, em geral, aluno gosta de professor que não cobra (ou que só cobra dos outros, mas não dele) e também não está nem aí para a infra-estrutura. Mas, no caso em questão, a falta de infra é tão marcante que não tem como discordar deles…

p.s. falando em absurdos do ensino…

Esqueça o “progressismo comedor de dinheiro” e seus aliados, a onda agora é ler o blog do IPECE. [dica do Monasterio]

É certo que os níveis de criminalidade no Japão são absurdamente menores do que no Brasil. Contudo, isto não significa que não exista corrupção em setores nos quais o governo tem influência elevada ou jovens ladrões. Em média, claro, o Japão ainda ganha do Brasil em milhares de pontos.

Mansueto vai ao ponto. Diogo Costa tem um artigo (mas está na FSP e eu não sou assinante deste jornal) sobre o tema. Eu, de minha parte, não aguento tanta falta de conhecimento básico sobre Economia, lógica elementar e, talvez, um pouco de ética (mesmo que seja para dummies).

Meu apelo está aí no título. Bem que poderia ser um viral, mas alguns poderiam trocar “Abílio” por “Coutinho” e isso geraria um certo desconforto na área nacional-inflacionista do governo…

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