junho 2011


…fará algo a respeito desta exótica e bizarra tentativa do governo bolivariano da Venezuela de calar uma cidadã brasileira na marra?

Eis meu apoio à blogueira que deve estar sendo torturada pelo governo sírio. Não, Assad, você não conseguirá se manter no poder assim.

Interessante a história do Francenildo, o homem que jamais despertou as emoções dos que se dizem defensores dos humildes. Interessante e triste.

Vale a leitura.

Mata. Ou seja, não adianta demonizar a tecnologia, pessoal. Viver como um Neandertal também tem suas desvantagens. Viver como um cidadão da era feudal, idem. E assim por diante.

Vem aí, o filme “Corações Sujos”.

Adam Smith e Keynes.

Não é que a Justiça pode mostrar sua imparcialidade agora? Cristiano, mantenha-nos informados, por favor.

Walter Williams, mais uma vez, explicando o óbvio para quem ainda não entendeu. Por falar em discriminação, é verdade que os eleitores de Palocci, Rousseff e da Silva vão ignorar uma mulher Prêmio Nobel da Paz, ou é impressão minha?

Não conheço o autor deste artigo, mas acho, em primeiro lugar, bacana ele ter tentado testar a validade do modelo IS-MP para o Brasil. Também acho exemplar o apêndice de dados para outros pesquisadores. Gostei da análise dinâmica, embora ache que o texto ficou ruim com a mesma ao final porque..já chego lá.

O que não gostei? O autor, inicialmente, força ambas as curvas, teoricamente, a terem inclinação negativa porque…o resultado empírico é este. Ele não discute os dois casos possíveis (IS menos inclinada que MP e vice-versa), mas apenas o que lhe é conveniente e faz isso sem explicar…até a análise dinâmica que só aparece depois, no texto. Eu faria a análise genérica antes, para mostrar ao leitor que, embora exótico, existe um caso plausível de equiíbrio com ambas as curvas negativamente inclinadas.

Ok, este não é o que me incomoda tanto no artigo. É uma questão de rearrumar o texto.

O que realmente me desagradou foi que a teoria na qual o autor se baseia não prevê o caso da MP negativamente inclinada e o autor não parece ter gasto muito tempo para explicar o porquê disto acontecer em seu modelo.

É certo que a dinâmica do modelo permite ambos os casos (e, por sorte, ele parece ter encontrado, não sem algumas controvérsias econométricas, os valores absolutos dos coeficientes que lhe dão estabilidade do equilíbrio, mesmo com ambas as curvas negativamente inclinadas), mas as explicações que ele dá (não somam um parágrafo) não são muito convincentes (e.g. a curva teria uma inclinação negativa e isto seria normativamente bom porque…”para um país em desenvolvimento como o Brasil, já que esses países, mesmo tendo uma aversão à inflação, dependem do crescimento do produto para aumentar a riqueza per capita“, p.157).

Assim, saúdo o autor pelo trabalho, mas confesso que esperava uma explicação melhor para a MP negativamente inclinada. De qualquer forma, o artigo é um convite aos novos econometristas aplicados: que tal estudar o modelo de Romer para o Brasil?

O Matheus tentou fazer um trocadilho infame com o título do seu artigo. Bem, ele conseguiu: gostei e até inverti o título aí em cima. A bola que ele levanta, contudo, é mais sutil e diz respeito a problemas de mensuração de importantes variáveis macroeconômicos. Gostei.

Desta vez, uma da ONU, a “National Accounts Main Aggregates Database”.

Só que para a Itália. Aqui.

Talvez você ache errado ouvir música com fone de ouvido e dançar em frente a estátua de um mané como, digamos, o Lula. Mas a polícia tem o direito de tratá-lo como nunca trataram um político corrupto? Algumas pessoas acham que não, lá nos EUA, claro. Fizeram, então, um novo protesto cujo vídeo se encontra aqui.

p.s. nenhum dos protestantes recebeu “bolsa-ditadura” para permanecerem calados.

…e amiga de torturadores? Decida por si mesmo.

Castro, Chavez, Assad e outros “caros amigos” da diplomacia do sr. da Silva não são exatamente compatíveis com o que eu acho ideal para a imagem do Brasil mas…claro, eu não sou socialista. Nunca disse que as necessidades de poucos deveriam ficar de quatro para as de muitos…

…a matemática do MEC também tem um teórico da UnB para justificá-la? Ou devemos atribuir isto a uma extrema demonstração de descaso e/ou incompetência do MEC com os estudantes?

Note que Une, Ubes e afins, estão todas caladinhas, dopadas (com dinheiro? Drogas?). Pais e mestres não fazem nada além de seguirem bovinamente as regras da monarquia brasiliense.

Bom, mas são estes pais e estes mestres que elegem né?

Duas do SB de hoje:

1. o dia que em a Al-Qaida sofreu seu pior ataque.

2. a burrice de um ganhou da burrice de outro…e o ministro-consultor amigo do Telegrama Interior, Inimigos Baratos, do cronista gaúcho afastou de mim este cálice e…(uma hipótese claramente testável)

O Liber, o partido dos libertários brasileiros, não é sinônimo de cerveja sem álcool, embora sejam, ambos, homônimos. E não é que o Juliano Torres, fundador do Liber, saiu do mesmo?

Sou muito mais um libertário no estilo David Friedman (leia o The Machinery of Freedom para entender o que quero dizer) e, portanto, nunca fui muito otimista quando a um partido libertário. Ainda não o sou. Mas sempre tentei dar uma força para os amigos que conhecia e que estavam envolvidos com o Liber.

De qualquer forma, Liber sem Juliano Torres dá uma sensação de cerveja sem álcool, mas só a história nos dirá sobre as consequências deste ato individual (bem ao gosto dos liberais…).

Depois do ótimo livro do falecido (neste ano) Lemgruber – recomendação do SB, o eterno mal-humorado que não admite que está mal-humorado e agora abandonou a economia para se transformar em Ph.D. em Sílvio Luis + Galvão Bueno – agora outro para investigar: História Monetária do Brasil ,1900-45, do Paulo Neuhaus.

Somando estes dois à minha “biblioteca Peláez”, já dá para dizer que eu terei muito trabalho nas férias. Férias…momento de rever apostilas, melhorar cursos, rever aulas, pesquisar temas e, quem sabe, descansar…

p.s. já viu quem vai carregar o baú, né?

Mas não sabemos exatamente como, segundo o blogueiro desconfiado. Mas é um outro exemplo interessante de que incentivos funcionam.

p.s. se não abrir, tente este outro.

Olha só o que o sr. da Silva, que ontem estava conversando com o ditador 2, o outro Castro, aprontou para o Brasil…

Tem gente boa como George Selgin e Larry White. Os demais eu não conheço muito bem. De qualquer forma, eis o endereço.

O que acontece quando engenheiros aposentados percebem que a chance de contraírem câncer não lhes tira os próximos anos de vida (com uma boa probabilidade)? Bem, no episódio relatado na notícia em questão, eles resolvem gerar um bem público.

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