janeiro 2011


  1. Cristiano, sobre as – surreais – contas públicas
  2. Leo, sobre ricos e pobres (eu chamaria o post de “país rico, país pobre”, ou algo assim)

Eis um bom artigo do prof. Pastore sobre os grandes temas da macroeconomia atual brasileira: câmbio e inflação.

Simmmmm!

Um vôo internacional da Gol e outro da Tam. Ambos com preços similares, mas em um deles não há mais que um sanduíche e não se tem opções de filmes ou seriados para se assistir.

Por que os preços são tão próximos?

Eis aqui, para os que gostam de estudar o tal fdi.

Não só eles, mas este se destacou.

Blogueiro em trânsito nos próximos dias para um breve curso.

…por que é que colocaram tantas e tão variadas keywords?

Somente um economista poderia responder a esta pergunta. Ainda bem que o economista é o Marcos Mendes.

Aparentemente, a administração Rousseff parece empenhada em seguir o plano de ErnestoGeiselização da economia iniciada entusiasticamente (exceto quando solicitada a dar explicações à imprensa…) pela administração da Silva.

Leia que o estudo é um exemplo de resposta a outra pergunta: “tio, o que faz um economista?”

Este artigo está bastante didático. Serve, inclusive, para quem quer entender a visão austríaca da economia. Se existissem mais austríacos como Peter Boettke, Bob Murphy e Roger Garrison, esta escola de pensamento sofreria um boom (e não um bust?).

Deus me fez assim: o maior babaca da face da Terra, recebido com muito gosto do próprio autor, o iconoclasta CGDD.

É, parece que sim. De qualquer forma, fica aqui a propaganda gratuita.

Mais um momento R do dia.

Bin Laden, se encontrado fosse, na selva, não poderia ser preso.

Prazer sexual, agora, é gerado por uma Cobb-Douglas? (piada de economistas)

Certa vez, na USP, grupos de interesses poderosos lançaram um discurso (com as tradicionais manifestações violentas) contra a “privatização” da universidade. Faltaram dizer que eram contra o empreendedorismo de forma geral porque…bem…empreender é coisa de gente que acredita no esforço próprio, no cálculo de custo-benefício e no papel ativo do indivíduo na história. Tudo o que os bolivarianos não gostam.

Bem, eles não gostam, mas o que leva a humanidade para frente são estes tipos de valores. Aparentemente, o que existe de empreendedorismo é tão pouco (na universidade) que até uma passeata imbecil destas é capaz de ter mais gente…

Eu só não sei quem faz parte de seu conselho editorial :)

Chegou a época do ano de pagar aqueles tributos incômodos: o IPVA (ah, buracos na minha rua…), a taxa de licenciamento (sim, eu tenho que pagar licença para o governo) e o seguro obrigatório (espere, espere…e o meu seguro privado?).

O seguro obrigatório é o que sempre acho engraçado: embora eu tenha o seguro do meu automóvel, privado, sou obrigado a ter este outro. Bem, por curiosidade, resolvi saber mais sobre o mesmo. Quanto seria, então, a indenização caso eu morresse?

A resposta está aqui.

Claro que a pergunta é: se eu tivesse o livre direito à escolha, eu optaria por este seguro? Além disso, claro, há quem queira, legitimamente, saber qual é a economia política subjacente à criação e manutenção deste seguro, um legítimo e interessante (além de “socialmente útil”) tema de pesquisa…

Coordenadores de TI incompetentes não faltam por aí. Com esta notícia, vemos que o governo acaba de dar sua colaboração para a taxa de desemprego.

Só impressiona mesmo a falta de respeito com os estudantes do ensino médio. E não há distinção de classes: desde alunos do Prouni até os mais ricos, todos reclamam do governo.

Incrível como a sociedade brasileira tem um padrão de moralidade esquizofrênico: saem às ruas por um Fiat Elba (governo Collor), mas nem se mobilizam quando são tratados como imbecis por um governo supostamente de esquerda.

Os grupos de interesse terão uma dificuldade maior agora: ou viram xenófobos, ou arrumam um jeito de falar da ameaça amarela que vai desindustrializar o Brasil inocente e puro. Não apenas esta selva virgem, mas também o resto do mundo.

Exemplo simples e motivador.

Uma área promissora, creio. Agora, bacana mesmo é visualizar rede de autores e co-autores do SSRN Conflict Studies eJournal.

Nossa “elite cultural” adora uma boa imagem, mesmo que às custas do atraso cultural. Pedro mostra isso muito claramente aqui. Eis um trecho:

Aqui no Brasil, A rede social seria impossível. Temos uma tradição, reconsagrada pelo novo Código Civil, de que só é possível retratar qualquer personagem real em situações de extrema bondade. Ou ele curava os leprosos e caminhava sobre as águas, ou sua memória e sua imagem estão sendo vilipendiadas pelos interesses mais sórdidos. Não há meio termo. A edição das obras completas de um famoso poeta foi atrasada em muitos anos porque os herdeiros vetavam a publicação de poemas dedicados à amante que todos sabiam (até eu, mesmo quando criança) que ele tinha. A biografia de um jogador de futebol foi recolhida das livrarias porque aparentemente o biografado não aparecia de modo suficientemente angelical.

Certamente é isso que explica a ausência, em nossa dramaturgia, de episódios da história política. Por que não podemos fazer uma peça ou um filme em que Jânio Quadros apareça fraco e esfomeado, comendo um sanduíche de ovo em pleno comício, com a gema escorrendo pelo paletó, e depois falando em ditirambos e outras coisas dignas de Odorico Paraguaçu? Porque seria uma ofensa contra sua imagem. Não: Jânio curava leprosos apenas com o toque das mãos e caminhava sobre as águas. Já podemos imaginar que os herdeiros julgam que qualquer coisa menos do que isso é inaceitável.

Gostaria de ver uma pesquisa de algum estudante de economia sobre o tema. Fala-se pouco de “economia das artes” aqui no Brasil e, em geral, temas importantes como este levantado pelo Pedro são ignorados pelos economistas. Mas nunca é tarde para mudar, certo?

Lancem a seguinte pergunta: entre um “tablet” e uma carga tributária menor em tudo o que você paga, eleitor, qual sua preferência?

…é que a a UNE e a UBES nem se manifestam. Movimento estudantil parece ser sinônimo de socialização de perdas (só querem “pagar meia” às custas da sociedade) e de bucha de canhão política.

Se é mais do que isso, ainda não vimos.

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