dezembro 2010


Eis aqui um outro bom estudo sobre a minha velha pergunta (“onde estão as estimativas sérias dos multiplicadores dos gastos governamentais?”). Confira o interessante artigo aqui.

Luciana Yeung, mais uma vez, faz um trabalho importante na área de Law & Economics. O texto para discussão está aqui, na FEA-RP. Em resumo, agora temos evidências quantitativas que corroboram a visão difundidad de que nosso Judiciário gera grande insegurança jurídica. Ou seja, a instituição não está cumprindo seu papel social (o “social” está aqui para mostrar o quão ruim este qualificador é para se entender qualquer coisa).

Para mim, insegurança jurídica é a última coisa que a sociedade deseja, apesar dos discursos de grupos de interesses que praticamente pedem mais insegurança apenas para garantir o seu às custas dos outros.

O velho exemplo das estradas, em uma bela entrevista para a Reason TV.

O Leo Monasterio anunciou e eu fui lá conferir. Já fui mais fã de trabalhos de economia do setor público aplicado, mas não posso deixar de notar que muita gente anda gerando bons trabalhos.

Aqui.

As notícias sobre as operações de guerra nas favelas do Alemão e da Penha receberam a atenção do mundo em horário nobre televisivo e nas capas de jornais durante os últimos dias. Além de terem servido para reduzir o encanto da mídia internacional com os supostos avanços sociais do Brasil durante a administração petista, elas também ressuscitaram o velho e cansado debate sobre as causas das elevadas taxas de violência urbana e de criminalidade nas grandes cidades brasileiras.

O debate é realmente velho e cansado, pois quase sempre não parte da admissão do óbvio: que medidas que permitem a redução da criminalidade, como no caso de medidas que permitem a redução da pobreza, passam necessariamente pela defesa dos direitos do indivíduo. Além da existência duma literatura econômica ampla sobre este assunto, exemplos abundam ao redor do mundo. Pois então, vamos às definições, teorias e fatos.

Quer ler mais? Continue aqui.

Video interessante, aqui. Mais sobre John Nye aqui.

O governo brasileiro poderia ser mais do povo e menos apenas de esquerda. Mas até que aprendam o significado de democracia levará séculos…

Uma ótima para o (ex-)presidente refletir.

Como um governo – que implantou o controle social da mídia – cria mitos para santificar o herdeiro ao trono.

Mais detalhes aqui.

Os analistas que acham que as Forças Armadas não devem permanecer em favelas deveriam se fazer uma pergunta simples: qual a diferença entre o Haiti e uma favela?

Fascinante história de como um prato tradicional japonês é fruto da globalização (da época) e também dos custos encontrados. Ok, é óbvio, mas a pterodoxia parece ignorar coisas óbvias quando deseja negar a simplicidade da ciência…

A indústria é alvo de benefícios por parte dos governantes (sic) de esquerda.

Boa dica para quem gosta de análise de conjuntura.

Enquanto o Erik trabalha, eu e o Ari aplicamos/corrigimos provas. E o remorso bate…

p.s. mas fizemos outro artigo com o Reginaldo, conhecido pelos alunos como “o falante”. Eu sei, o saldo ainda é negativo: 2 artigos na espera contra 1 feito.

Na discussão sobre emancipação de municípios sempre aparecia um argumento de que “seria difícil reunificar municípios” por diversos motivos (alguns puramente politiqueiros, outros até sérios). Bem, a boa notícia é que um autor acaba de publicar um artigo interessante sobre o tema.

Qualquer discussão sobre federalismo deveria incluir o tópico na agenda. Eis o texto.

O baralho de traficantes seria um sinal de que o governo do RJ  - e seu aliado, o governo federal – está(ão) realmente empenhados em caçar traficantes, não apenas subir no morro com blindados após anúncio de invasão e com negociação prévia. A sugestão é do Laurini.

Quem assistiu ao Tropa de Elite 2 sabe que nem sempre as coisas são o que parecem.

O Ordem Livre é citado em matéria de revista ultra-viesada de esquerda. Engraçado é falarem de Roberto Campos associando-o à ditadura, ao mesmo tempo que elogiam o ex-ministro Delfim Netto (sempre que o presidente atual o elogia, ou conversa com ele). Em tempo, Delfim também serviu à ditadura. Na época do e-mail, certas cartas me parecem bem anacrônicas…

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