Como eu já havia previsto aqui, a viagem de Ano Novo sofreu seu primeiro ataque com a greve disfarçada dos aeroviários. A Gol me informa que o serviço de marcação de assentos em seus vôos é uma “facilidade” que disponibiliza aos clientes e que, na prática, não tem valor algum já que pode mudar conforme “necessidades de outros passageiros” e qualquer outro motivo.

Se não fosse pela pouca concorrência do setor – parte da filosofia “desenvolvimentista” que marcou os últimos quatro anos da administração da Silva e foi reeleita pelos eleitores da presidenta – isso não ocorreria com a mesma intensidade. Sem falar na imprensa, que está bem gentil com a “greve-que-não-é-greve”, ao contrário dos anos anteriores.

Gol contra da Gol.