A falácia do “eu tenho experiência…”
Entretanto, seu argumento é, no mínimo, incompleto. Também é irrelevante a tal experiência “de mercado” quando o sujeito muda de profissão para a área acadêmica. O oposto também é verdadeiro.
Em verdade, a experiência é apenas um ativo específico cujas dimensões nas quais o sujeito pode, marginalmente, explorar, não são tão óbvias assim. Minhas habilidades em sala de aula podem, de fato, ajudar-me em outro contexto, mas tudo depende de minha habilidade em adaptar minha experiência prévia ao novo problema.
Como sempre, o problema é de capital humano. Mas é um problema em um nível mais profundo, não apenas em termos de anos de estudos, mas sim de inteligência. O sujeito tem que ter a capacidade de se adaptar, dado seu estoque de experiência, de forma eficiente.
- Publicado em: Uncategorized

Esta obra está licenciada sob uma