Este pessoal que diz gostar de Finanças, mas “sem econometria” deve ter um problema sério quando resolve ler os estudos de Finanças. Eis aqui um belo exemplo, da Revista Brasileira de Finanças. Outro bom exemplo é este. Aliás, este segundo exemplo é didaticamente excelente: ele mostra como um sujeito que despreza a econometria deixa de entender, inclusive, os próprios métodos que usa, a eficácia dos mesmos, bem como os próprios problemas.
Foi-se o tempo em que Finanças era apenas uma palavra bonita para designar o “rentismo” de um sujeito caricato, sempre gorducho de fraque e cartola em quadrinhos de jornais…