Bem, o presidente da Silva é um simpatizante do bolivarianismo, embora não faça declarações públicas inflamadas e de improviso sobre o tema. Ele e sua candidata, claro, representam esta exótica – e ilógica – ideologia no Brasil, como atestam vários dos militantes de seu partido em conversas e, eventualmente, em artigos de jornal.
O bolivarianismo, que nada mais é do que o socialismo com uma roupagem “nativista”, nasceu em Cuba e, desde então, em uma espécie de “Operação Condor” da esquerda, tem sido irradiada por toda América Lat(r)ina. Isso também não é novidade e os próprios bolivarianos brasileiros falam disto com orgulho.
Contudo, só porque alguém acha que mascar coca, falar mal do dinheiro (enquanto o embolsa) e enxergar conspirações “neoliberais” até embaixo da cama é bonito, não quer dizer que funciona. Veja só este exemplo:
Imagine como é organizada a economia na Cuba bolivariana. Depois me perguntam porque os “países capitalistas” não mostram dados de Cuba em bases de dados mundiais. Resposta simples: os cubanos não sabem resolver problemas de partidas dobradas porque, afinal, isso atrapalha o mensalão de Castro.