Embora tenha tentado convencer os eleitores durante 8 anos que sua administração buscava um lugar ao sol no cenário externo, o que se vê é uma abertura para sofrer processos na OMC em troca, claro, do descalabro fiscal que não tem atingido brasileiros anestesiados (submetidos a uma notável ilusão fiscal?).

Quem vier depois, então, paga a conta. E não falo apenas do novo presidente, mas sim das gerações futuras (que não têm passaporte italiano, por exemplo).

Custos e benefícios se alinham neste caso?