agosto 2010


No Brasil, uma candidata muito bem endinheirada, é a segunda maior potencial usuária desta droga chamada censura. Coisa fabricada na Venezuela, sob as bençãos da diplomacia nuclear de uma certa república das bananas latino-americana…

Até calouro entende (?) esta sequência de ilustrações simples e bem explicativas.

Tem ONG precisando seguir mais o que diz defender. Não é só no Brasil que a farra acontece, como mostra o exemplo das irmãs ricas das ONGs brasileiros. Onde? Aqui.

Eis aí algo interessante de se ler.

Não tenho outro termo para definir o que o Paulo R. Almeida mostra aqui.

…mas gostei dos artigos que encontrei em sua página de publicações. Aqui.

Quem gosta de economia monetária e história econômica não pode perder a sequência de capítulos deste livro. Atualmente, White publicou a versão rascunho do capítulo 6.

O sonho de 10 entre 5 (isso mesmo) esquerdistas brasileiros é o “controlar socialmente” tudo, inclusive os esportes. Claro que o controle só vale para o time deles porque o resto é “massa de manobra”. Apenas a iluminada galerinha tem “consciência de classe”, em uma irônica negação da teoria marxista.

Tudo bem, tudo bem. Cada quadrúpede com seu pasto, reconheço. Mas não é incrível quando você vê os grandes aliados da política externa brasileiro (pró-ditaduras e super-nuclear) fugirem do confronto de uma final de Tae-Kwon-Do? É quase uma “Coréia-do-Norte-na-Copa-do-Mundo”, o que me leva a perguntar sobre o porquê da “chancelaria” do Itamaraty não fazer mais barulho pró-Coréia do Norte nos fóruns mundiais. Por que demoram tanto?

O presidente iraniano atual adora dizer que não existiu holocausto (aprendeu história em alguma destas escolas ideologicamente viesadas…). Disso a gente já sabia. Agora, que ele manda a galera fugir do confronto sempre que pode perder (50% de chance?), isto é novidade. A Guarda Revolucionária – aquele braço armado do bolivarianismo iraniano – deve estar mordida. Afinal, os guardiães da fé e da doutrina não podem nem entrar numa areninha para enfrentar um “judeu inferior”?

Senti mesmo falta das manifestações de nossa arrojada política externa…

Do IBGE eu sempre esperei tudo – de bom ou de ruim – com a esperança de que o órgão conseguiria seguir como uma fonte confiável de dados.

Agora, descubro que me enganei.

Se um órgão público escolhe lados para contar uma história, então ele não é mais digno de confiança. Com todo meu respeito aos bravos funcionários honestos do setor público, cansei.

Eis um importante texto de um blogueiro sobre o – quase inacreditável – viés das pesquisas eleitorais brasileiras. O blogueiro merece os parabéns. Fez uma análise simples dos dados e, baseando-se no que o Datafolha (no caso) disse ao TSE, mostrou que há algo muito estranho na construção da amostra “aleatória”.

É um serviço de utilidade pública que você não teria se o “controle social da imprensa” advogado por alguns dos candidatos a presidente estivesse em vigor.

Fiquei realmente espantado com os problemas apontados. Se eu já estava desconfiado destas pesquisas, agora não tenho mais dúvidas.

Eis um bom nome para muita gente que apóia certas irregularidades. Impressionante mesmo é ver como o dinheiro é capaz de criar justificativas exóticas (à mente humana) e, claro, como o fanatismo torna as pessoas menos bípedes e mais quadrúpedes…

Eles funcionam, ainda que para o mal, como se vê neste recente escândalo envolvendo famílias japonesas que certamente não podem ser vistas como exemplos no cuidado com os idosos…

Deve interessar aos alunos sérios (e com disposição) de Economia e outros cursos de BH. Mais informações aqui.

Já estudei o tema do estatuto do desarmamento (o leitor pode encontrar o artigo aqui) antes, mas este texto de 2008 trata de um tema correlato: a política de entrega de armas de fogo para as autoridades. As evidências, dizem os autores, são de que estas políticas não são lá muito eficazes. Confira aqui.

Pouca gente conhece, mas vale realmente a pena o documentário sobre o Studio Ghibli. Para quem gosta de cinema, é praticamente imperdível…

É muita falta de guts negar o próprio partido? O jogo político mineiro nunca foi tão inócuo. De um lado, a petralhada se alia ao seu inimigo histórico. De outro, a tucanada amuadinha por conta da disputa Serra e Aécio se curva (em posição bem indigna) aos aloprados do mensalão.

Minas Gerais nunca esteve tão perto da fossa.

Se eu fosse fazer uma regressão para explicar a produtividade agrícola na Índia, talvez tivesse que incluir uma variável para medir o papel dos telefones celulares. Confira a razão disto aqui.

…sobre a tal solidariedade dos operários.

Leo Monasterio descobriu outra base de dados interessante: a de transparência dos estados brasileiros.

A economia da cerveja no Japão vai bem, obrigado.

Quem terá mentido? O patrono da candidata, ou o diplomata do patrono?

Para o Conselho de Segurança da ONU deve-se, pelo menos, cumprir certas formalidades. Imagino que ser competente na área diplomática seja uma exigência. Ou seja, não há motivos para otimismo.

Este blog lembra que, como seu co-fundador, Leo Monasterio, sempre insistiu: o 13 de agosto não é, de forma alguma, o dia do economista.

Na Malásia, um estado resolveu emitir moeda própria, de ouro e prata.

Veja este video – quase inacreditável – para perceber que os pterodoxos brasileiros são injustos ao criticarem seus colegas “estadunidenses”. Afinal, eles são praticamente idênticos.

« Página anteriorPróxima Página »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 123 other followers