0, 16 \16\UTC agosto \16\UTC 2010


…mas gostei dos artigos que encontrei em sua página de publicações. Aqui.

Quem gosta de economia monetária e história econômica não pode perder a sequência de capítulos deste livro. Atualmente, White publicou a versão rascunho do capítulo 6.

O sonho de 10 entre 5 (isso mesmo) esquerdistas brasileiros é o “controlar socialmente” tudo, inclusive os esportes. Claro que o controle só vale para o time deles porque o resto é “massa de manobra”. Apenas a iluminada galerinha tem “consciência de classe”, em uma irônica negação da teoria marxista.

Tudo bem, tudo bem. Cada quadrúpede com seu pasto, reconheço. Mas não é incrível quando você vê os grandes aliados da política externa brasileiro (pró-ditaduras e super-nuclear) fugirem do confronto de uma final de Tae-Kwon-Do? É quase uma “Coréia-do-Norte-na-Copa-do-Mundo”, o que me leva a perguntar sobre o porquê da “chancelaria” do Itamaraty não fazer mais barulho pró-Coréia do Norte nos fóruns mundiais. Por que demoram tanto?

O presidente iraniano atual adora dizer que não existiu holocausto (aprendeu história em alguma destas escolas ideologicamente viesadas…). Disso a gente já sabia. Agora, que ele manda a galera fugir do confronto sempre que pode perder (50% de chance?), isto é novidade. A Guarda Revolucionária – aquele braço armado do bolivarianismo iraniano – deve estar mordida. Afinal, os guardiães da fé e da doutrina não podem nem entrar numa areninha para enfrentar um “judeu inferior”?

Senti mesmo falta das manifestações de nossa arrojada política externa…

Do IBGE eu sempre esperei tudo – de bom ou de ruim – com a esperança de que o órgão conseguiria seguir como uma fonte confiável de dados.

Agora, descubro que me enganei.

Se um órgão público escolhe lados para contar uma história, então ele não é mais digno de confiança. Com todo meu respeito aos bravos funcionários honestos do setor público, cansei.

Eis um importante texto de um blogueiro sobre o – quase inacreditável – viés das pesquisas eleitorais brasileiras. O blogueiro merece os parabéns. Fez uma análise simples dos dados e, baseando-se no que o Datafolha (no caso) disse ao TSE, mostrou que há algo muito estranho na construção da amostra “aleatória”.

É um serviço de utilidade pública que você não teria se o “controle social da imprensa” advogado por alguns dos candidatos a presidente estivesse em vigor.

Fiquei realmente espantado com os problemas apontados. Se eu já estava desconfiado destas pesquisas, agora não tenho mais dúvidas.

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