0, 11 \11\UTC agosto \11\UTC 2010


…é bem diferente do que a milionária propaganda oficial nos vende exaustivamente na televisão. Pior que isso é aguentar os candidatos a cargos públicos espalharem asneiras em qualquer tipo de mídia.

Leia direitinho antes de responder.

Eis a notícia bizarra de hoje: um sujeito se diz preocupado com a super-população (não-branca?) e o “consumismo”. Para corrigir isto, oferece umas migalhas para quem o impressionar com alguma idéia. Claro que, para mostrar seu ponderado nível de consumo, ele se apresenta com meia dúzia de modelos loiras.

Hipocrisia assim, só em fotos como esta ou em diálogos de ricaços como este gravado no Rio de Janeiro.

p.s. a análise do Pedro Sette sobre o fortíssimo viés da imprensa está ótimo. Pobre do menino carioca que teve que se desiludir tão cedo com o discurso ridículo de um auto-denominado “proletário”. Imagino qual seria o título do próximo livro do sociólogo Cândido Mendes, caso ele decidisse escrever sobre os oito anos que se passaram. “O Príncipe Proletário”?

p.s.2. mudando de assunto, se a cultura é o problema, então defina cultura primeiro. Eis aqui alguma coisa interessante sobre cultura, que nada tem a ver com este post, mas vale a menção.

Eis alguns palpites – nos EUA – sobre a curva de Laffer. Tem de tudo lá. Imagino que, no Brasil, ainda não temos um jornalista que consiga uma gama tão ampla de opiniões em uma única matéria. Ou estou enganado?

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