julho 2010


Muitos hotéis contam uma história sobre o meio ambiente para economizarem água e fazerem bonito para os clientes. Ok, faz parte do mecanismo de mercado e, afinal, economiza mesmo água. Mas sempre me pareceu muito feio deixar a toalha no chão. A propaganda parece querer incutir uma culpa no cliente que, aliás, cresceu apredendo que não se joga toalha de banho no chão.

Pois bem, eis abaixo um incentivo que funciona de maneira menos agressiva e economicamente mais eficiente. Dê uma lida neste papel verde, parte das instruções de uma rede de hotéis japonesa e perceba como o empreendedorismo pode sempre inovar nas formas de se criar incentivos.

Aguardem, meus três leitores, volto já.

A farsa acadêmica chega à grande imprensa.

Meus caros amigos – também amigos dos pterodoxos – nunca falam sobre gulags. Bem, eis aqui um documentário sobre eles.

Texto interessante sobre os coreanos que, no pós-guerra, saíram do Japão para a Coréia do Norte, seguindo a propaganda bolivariana (aquela “voltada para o social” da época) dos intelectuais socialistas e seus amigos da mídia. Resumindo: chegaram lá, viram o que era aquilo e, quando podem, tentam desesperadamente voltar ao Japão.

O destino deste pessoal (ignorado pelos meus caros cronistas gaúchos e meus caros frades, freis e outros supostos membros da igreja “católica” “progressista” que escrevem em jornais brasileiros) na história chega ser trágico. Durante a guerra foram levados à força para o Japão. Ganharam sua liberdade e migraram para a Coréia do Norte por sua livre e espontânea vontade e, agora, tentam, desesperadamente voltar para o Japão. Imagino que alguns tentem ir para a Coréia do Sul, mas nunca ouvi notícias a respeito.

De qualquer forma, é uma história triste. Claro, a atuação do governo chinês (adorado por 10 entre 10 bolivarianos modernos como exemplo a ser seguido) na tentativa de impedir que estes norte-coreanos consigam chegar ao Japão deve ser elogiada em alguns círculos diplomáticos, mas a vergonha de assumir em público o amor à ditadura certamente não nos fará saber disso neste país…

Tenho até medo de perguntar.

Meu irmão faz a divulgação gratuita aqui. Sim, vale a pena dar um pulinho lá.

Pergunta tão vaga quanto inútil.

Mas uma pergunta mais relevante é aquela que especifica o que seria a tal inovação. Por exemplo, quanto ganhamos com a introdução dos carros flex no mercado? Este texto nos diz que o ganho é de aproximadamente R$1000 ou R$ 1200 reais, conforme a hipótese adotada para a estrutura de mercado.

Eis aí mais um exemplo de como a Teoria Econômica, aliada à Econometria pode responder perguntas práticas, ao contrário do que dizem alguns desavisados e também os preguiçosos que não querem estudar média, variância e covariância.

Carlos Vereza, por exemplo, não cai no conto do vigário dos meus caros amigos da mídia chapa-branca.

Acabo de receber a notícia. Ari e Marina devem estar contentes.

Além do meu divertido artigo com o Ari, você também encontra Sachsida, Pastore, Nakabashi e outros. Onde? Aqui.

Pergunta do dia.

Esta foi ótima…

Interessante, muito interessante. Landsburg não é apenas um excelente economista…

Que caros amigos estes nossos…

Eis aqui algo útil para os pesquisadores sérios em Economia.

Descubra aqui.  Se for votar, não beba.

A DuLoren faz uma bela foto. Aqui.

Divertida paródia sobre a desastrada atuação de Obama no episódio da BP.

Texto interessante, aqui.

Sim, está cada vez mais difícil.

Bem, mais um texto para o meu clube. Trecho:

Nos meus tempos de aluno, havia gente colando na grande maioria das provas. É difícil imaginar que os professores não percebessem o que estava acontecendo. Em vários casos, os professores notavam e então caminhavam pela sala, parando perto do “colador”, ou às vezes chamavam seu nome. Mas, se não me falha a memória, em onze anos de escola jamais vi um único aluno perder a prova, a nota do bimestre ou sofrer sanção mais séria por um delito que é provavelmente o mais grave para um ambiente em que se preza o saber. O ensino da ética, em uma realidade assim, é um deboche. Mais do que um deboche, é um desserviço: quando nossas escolas falam sobre o tema e praticam o oposto, a mensagem implícita é que esse negócio de ética e cidadania é papo-furado, pois já na escola os trapaceiros se dão bem. Melhor seria não falar nada.

Preciso comentar?

p.s. e mais um aqui.

Esta vai para os libertários que são exatamente iguais aos bolivarianos, só que com o sinal trocado.

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