Como meu antigo HD faleceu de ataque cardíaco, reformatei a máquina antiga com o Ubuntu. Recentemente, atualizei a versão e, bem, não tenho usado muito o sistema alternativo ao Windows, mas tenho algumas observações.
1. Na medida em que o Ubuntu deixa de ser monopólio exclusivo dos amantes do “você-tem-que-ser-um-de-nós”, típico de uma significativa parte da computolândia, o sistema ganha espaço.
2. O Ubuntu tem aplicativos interessantes como o OpenOffice e afins que têm melhorado (lentamente, pois o editor de equações dele é um lixo desde o início).
A continuar deste jeito, pode ser que, um dia, eu consiga usar tudo o que preciso no Ubuntu. Se valerá a pena dependerá, ainda, da boa e velha competição…

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