A incompetência dos terroristas

Eis aí um belo trecho:

Nowhere is the gap between sinister stereotype and ridiculous reality more apparent than in Afghanistan, where it’s fair to say that the Taliban employ the world’s worst suicide bombers: one in two manages to kill only himself. And this success rate hasn’t improved at all in the five years they’ve been using suicide bombers, despite the experience of hundreds of attacks—or attempted attacks. In Afghanistan, as in many cultures, a manly embrace is a time-honored tradition for warriors before they go off to face death. Thus, many suicide bombers never even make it out of their training camp or safe house, as the pressure from these group hugs triggers the explosives in suicide vests. According to several sources at the United Nations, as many as six would-be suicide bombers died last July after one such embrace in Paktika.

Povo ruinzinho de serviço…

Galinhas selvagens

Estas galinhas me fazem rir toda manhã. A tira de hoje é uma ótima reflexão sobre como a internet se transformou no contrário do que 11 em cada 10 psicólogos/pedagogos/pais diziam no começo dos anos 90.

Para quem não se lembra, naquele tempo, a internet seria a porta para o isolamento social, para o individualismo egoísta e, entre os mais ranzinzas, o início do fim das relações sociais.

Pelo contrário, a internet não é um substituto para as relações sociais (pode sê-lo para alguns, mas não se pode generalizar isto), mas sim um complemento.

De fato, você não precisa mais desenvolver “relações sociais Niemeyerianas” na fila do banco, com gente desconhecida, já que a internet permite com que se faça transações bancárias em casa.

Além disso, com a mesmíssima internet, você pode conhecer novas pessoas, desfazer amizades, falar bem, falar mal, tudo o que já fazia sem a internet. Em outras palavras, apenas mais um meio de interação social.

Retrocesso

O PRA faz uma bela crítica a esta novidade que certamente encantou os cronistas gaúchos fãs incondicionais de qualquer manifestação bolivariana. Claro que o jornalismo chapa-branca “esqueceu” de falar sobre o tema porque devem estar enviando cartas-da-capital-para-os-caros-amigos na Coréia do Norte ou em Cuba. Já quanto ao Itamaraty, desta vez não se pode criticá-lo. A política judicial doméstica da Bolívia é problema dela.