Aniversário do último plano heterodoxo (ou talvez do mais desastroso de todos os planos heterodoxos)

Plano Collor, a barreira final. Foi com este plano que a ministra Zélia e seus assessores mostrou ao Brasil o que não se deve fazer com uma economia.

Quem quiser entender mais sobre isto pode consultar os atuais livros-texto de economia brasileira. Mas talvez haja pistas do raciocínio heterodoxo que levou ao plano nos artigos científicos dos membros da equipe da época: Antônio Kandir, Zélia, Eduardo Modiano e Ibrahim Eris.

Seria interessante alguém levantar esta peteca: afinal, quanto da formação de cada um deles influiu no plano? Qual o papel do capital humano na formulação dos planos heterodoxos? Os formuladores de políticas sucumbiram à lógica política ou realmente se basearam em lições econômicas básicas?

Esta é uma pergunta interessante para pesquisadores de história econômica brasileira, não?