Eis aí uma área de pesquisa interessante. (o login é gratuito)
janeiro 2010
janeiro 18, 2010
janeiro 18, 2010
Onde Obama pode estar errado
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: cost disease |Leave a Comment
Em várias dimensões, claro. Uma delas, em seu exagero quanto ao sistema de saúde (dica do Mankiw).
janeiro 18, 2010
Mais super-freakonomics
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: aquecimento global, Freakonomics, meio ambiente |Leave a Comment
A parte do livro sobre meio ambiente, aquecimento global e afins é uma verdadeira lição de ciência contra o alarmismo fútil e ignorante. Sim, devemos nos preocupar com o meio ambiente mas, não, nada do que se diz por aí parece sério. Há muita ignorância e até modelos de previsões de uma boa parte dos cientistas são calibrados tendo em vista os financiamentos (esta é uma das partes que poderia ser mais polêmica no livro, até o recente escândalo dos emails de alguns ambientalistas).
Novamente, recomendo a leitura.
janeiro 18, 2010
A maravilhosa ação empreendedora
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: chá verde, chocolate, empreendedorismo |Leave a Comment
Eis um delicioso resultado do empreendedorismo.
janeiro 18, 2010
Adivinhe quem não gosta de usar vôos comerciais?
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Certamente é coerente com o socialismo de seu partido. Pena que seja um privilégio para algumas figurinhas este uso da coisa pública…
janeiro 18, 2010
Incrível este achado do Erik. Ria você também.
janeiro 17, 2010
janeiro 17, 2010
janeiro 17, 2010
O livro mais interessante que li nestas férias – ele realmente não é um livro muito extenso – foi o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil de Leandro Narloch.
Há algum tempo, lendo um pouco mais sobre a Guerra do Paraguai, eu havia notado que centenas ou milhares de professores de História continuam sofrendo de um mal que não deveria atingir gente da área: a falta de pesquisa. O fato é que o presidente do Paraguai era um ditador, mas nossos professores sonham com um Solano Lopez socialista (utópico?) que teria implantado um falanstério gigante na América Latina. Nada mais distante da realidade segundo…a própria pesquisa histórica.
Pois bem, este é um dos temas do livro.
Faz tempo que eu me incomodo – e reclamo – da falta de substância em certas críticas ao bolivarianismo brasileiro. Ok, os bolivarianos são sujeitos que, proposital ou ingenuamente, adoram versões wishful thinking da história. Acham que o que pensam é – ou foi – história. Seus críticos, contudo, raramente fazem diferente, quando não bradam apenas chavões sem fundamento. Poucos são os que se livram dos rótulos ideológicos para fazer a crítica.
A realidade brasileira, contudo, é auto-evidente: 10 entre 9 (isso mesmo) professores de história são de esquerda. Logo, o livro de Leandro incomoda quase que a totalidade dos bolivarianos que doutrinam no emprego errado (pois deveriam ensinar), o que tem gerado críticas estranhas. Li em um blog que o autor “usava” a pesquisa histórica para “avançar” a agenda imperialista. Em outras palavras: quando alguém mostra que você está errado com base em pesquisa séria, mostrando-lhe que você doutrina e não ensina, então você é acusado de doutrinar. Um primor de argumento, não?
O livro incomoda, na verdade, a todos. O pessoal da ala nacionalista bolivariana certamente reclamará das evidências de que Santos Dumont não teria sido, realmente, o “pai da aviação” (embora estivesse próximo do título, digamos, em terceiro lugar). Focos de pensamentos racistas em Gilberto Freyre, bobagens vindas de José de Alencar ou Jorge Amado garantem ao menos uma esperança de que o leitor menos idiotizado (lembre-se do ridículo Idiocracy) pare para repensar alguns cânones de pés de barro. Dizer que Zumbi era um escravocrata nem é mais novidade, embora o movimento afro-brasileiro sofra do mesmo mal que os doutrinadores bolivarianos (de direita e esquerda).
Enfim, é um livro altamente recomendável. A honestidade intelectual dos burocratas da educação que pensam realmente saber que livros didáticos são melhores para os outros deveria levá-los a repensar algumas de suas escolhas. O livro de Narloch está fundamentado em resultados de trabalhos científicos, não em críticas raivosas e vazias. Não se pode acusá-lo de pretender doutrinar alguém ou de apresentar críticas sem sentido. Felizmente, não é o caso.
Recomendo a todos os estudantes do ensino médio e básico. A iconoclastia, quando bem fundamentada, é sempre um remédio contra o autoritarismo e o totalitarismo. Antes de falar em “direitos humanos” e usar um lado do espectro político da história para condenar o outro, leia sobre como gente supostamente séria usou de sua autoridade para escrever falsidades que viraram verdades históricas por simples falta de crítica.
janeiro 16, 2010

janeiro 16, 2010
Alex e “O” continuam trazendo luz às trevas. Aqui (e veja o post anterior, do “O”).
janeiro 16, 2010
Sabe este livro que eu publiquei e que vendo? Bem, o herói do empreendimento, o Albano, fechou o site. Muito trabalho e pouco resultado, acredito. A partir de agora, se houver algum exemplar sobrando, eu mesmo o venderei. Mas tenho que dizer: o Albano me ajudou em um momento muito importante quando topou editar o livro.
Foi bacana presentear os amigos ainda vender alguns livros. Quem sabe em uma próxima oportunidade, o Albano não retorne ao mercado? Bem, é isso. Valeu, Albano.
janeiro 16, 2010
O pessoal do microcrédito dá alguma notícia sobre o Haiti.
janeiro 15, 2010
Um aniversário muito importante hoje. Terei que interromper o trabalho por agora mas é por uma boa causa. ^_^
Volto depois.
janeiro 15, 2010
Acabo de alcançar 60% do livro. Há lá um capítulo sobre o famoso caso de Kitty Genovese que vale a leitura por qualquer interessado em Economia. Por que?
Bem, uma das críticas mais famosas – e mais ingênuas, na maioria das vezes – à economia é que existiriam pessoas altruístas, que não agiriam pelos próprios interesses. Kitty Genovese aparece na discussão por conta do furor que o crime causou na época: teriam os 38 moradores assistido em silêncio um assassinato? Por que tanta apatia?
Vários estudos de experimentos mostraram, por um lado, evidências que indicariam um forte componente altruísta nas ações das pessoas (mas se os detratores do “homo economicus” estão certos, como explicar o caso Genovese?). Por outro lado, achados recentes indicam que muitos resultados dos experimentos em laboratório podem ter sido mal interpretados (e, portanto, o “homo economicus” estaria correto).
Além do debate sério sobre que tipo de hipótese comportamental faz mais sentido ao examinarmos as ações humanas, o mais interessante é verificar que a história de Kitty Genovese, tal como popularizada e divulgada por anos, é, no mínimo, errada. Afinal, houve gente ligando para a polícia, ao contrário do que sempre se disse (e creio que o verbete da Wikipedia que citei acima está, ainda, sob forte influência desta versão incorreta dos fatos).
O final do capítulo é um belo exemplo de que a questão do altruísmo está longe de ser compreendida, bem como o suposto fim do “homo economicus”. Não vou contar o final do capítulo, mas quem quer que o tenha lido entenderá o que digo.
O mais interessante, para mim, é ver como os tradicionais “gênios” da academia brasileira (os que desafiam hipóteses mas nunca publicam um artigo sério com seus ataques em uma revista científica decente) ficam nus diante de um capítulo como este. Geralmente usam o argumento de que “estudamos muita matemática e pouca história”, mas sequer se preocupam com a história que contam. É realmente bom para a reflexão.
janeiro 15, 2010
Ozooni
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: cooking with the dog, New Mimatsu, ozooni |Leave a Comment
A passagem de Ano Novo, entre os japoneses e descendentes, é marcada pela sopa de Ozooni. Dá um certo trabalho fazer isto em casa (eu já fiz a minha própria versão, mas eis uma dica boa) mas, neste ano, eu degustei a minha no New Mimatsu. Ao contrário do hiyashi chuka que citei anteriormente, a sopa é quentinha.
Detalhe para os gaijins: o ozooni pode grudar em sua boca e é bom ter cuidado ao tentar mastigá-lo. Mas vale a pena.
janeiro 15, 2010
Hiyashi Chuka
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: hiyashi chuka, Kazu Lamen |[3] Comments

Eu já falei que Hiyashi Chuka é meu favorito entre os poucos conhecidos (pelos brasileiros) Lamens da culinária japonesa? Bem, abro agora um pequeno espaço neste blog para, eventualmente, falar de bons restaurantes. O primeiro deles, em São Paulo, é o Kazu Lamen. No verão, pratos como este alimentam bem sem aquele tradicional peso no estômago de um rodízio de churrasco sob 40 graus ferventes da capital paulista.
Eis minha primeira indicação do ano. Fui e recomendo.
p.s. na foto, o alternativo Goma Misso Hiyashi, também delicioso.
janeiro 15, 2010
janeiro 15, 2010
Teoria dos Jogos para quem precisa
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: John Nash, teoria dos jogos |1 Comment
Para quem quer realmente entender o assunto…na USP.
janeiro 12, 2010
janeiro 12, 2010
Uma editora norte-americana publicou um estudo sobre os impactos da crise na área. Em resumo, periódicos eletrônicos vencerão a batalha…
janeiro 11, 2010
Incentivos importam
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: Academia, incentivos, incentivos na academia, microeconomia |Leave a Comment
Como sempre, mais uma evidência do princípio clássico da economia: incentivos importam.
janeiro 9, 2010
O mundo não anda muito saudável. Autoritários e proto-ditadores têm feito a festa em 2009. Que neste ano não seja assim.
janeiro 9, 2010
A China adotou a tort law. Quais as consequências disto? Creio que o pessoal da ABDE pode dar uma resposta mais completa, né, Ivo, Bruno?
p.s. dica: esta.
janeiro 9, 2010
Mercado religioso
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: Economia da Religião, incentivos |Leave a Comment

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