janeiro 2010


Ah sim, e mais esta.

Rizzo acha que sim.

No Brasil o assunto faz tremer muita gente. Entretanto, ciência é ciência e estudar os incentivos que movem as ações das ONGs é mais do que importante. Afinal, muitos deixam nas mãos deste pessoal o destino de coisas como a ajuda humanitária no Haiti.

Bill Easterly tem sido um excelente crítico das “ajudas internacionais” e, pelo visto, ele não está mais sozinho.

p.s. Easterly revolucionou o campo de desenvolvimento econômico ao trazer novas variáveis para a análise no artigo fulcral (opa!) que escreveu com Ross Levine lá pelo início do século XXI.

Homo Econometricum acha que ela serve para algo. Será que o pessoal de Finanças concorda?

O Estadão promete um novo e ágil portal de Economia. Aqui.

Ou melhor, um post de um blog. Aqui.

Dois programas que são interessantes. Melhor ainda, existe uma interface entre eles. Se você tem um arquivo do Eviews – ótimo, mas caro – e não fez nada nele ainda, exceto importar (digitar) os dados, a importação para o Gretl funciona perfeitamente. Bem, não testei painel, que é sempre um inferno em qualquer programa, mas funcionou.

Eis a dica do dia.

Propaganda gratuita para o amigo Paulo:

A Editora Freitas Bastos e Paulo Roberto de Almeida convidam para o lançamento virtual do livro (editado em forma eletrônica):

O Moderno Príncipe (Maquiavel revisitado)
(Rio de Janeiro: Freitas Bastos, edição eletrônica, 2009, 191 p.; ISBN: 978-85-99960-99-8); R$ 12,00;

disponível online neste link

http://freitasbas.lojatemporaria.com/o-moderno-principe.html

O lançamento, virtual, sob a forma de chat com o autor, será feito no próximo sábado, 23 de janeiro, das 17 as 18hs, neste link:
http://xat.com/EBooksFreitasBastos?p=0&ss=6

Mais informacoes sobre o livro neste link.

Importa aos liberais combater esse tipo de atitude por ser ela utilizada para combater posições políticas ou econômicas fundamentadas em primeiros princípios. Diz-se que libertários são marxistas com os sinais trocados, que são tão utópicos quanto aqueles que pretendem combater, que pregam o fundamentalismo do mercado, o radicalismo da liberdade desgovernada. Talvez. Mas a não ser que se discutam os fundamentos do mercado e a veracidade das premissas e dos argumentos dos liberais, a presunção da sabedoria da moderação não passa de uma falácia ad temperantiam. Como se, entre duas idéias opostas, entre duas posições radicais, o meio-termo fosse necessariamente verdadeiro, substancialmente a melhor prática. Quem é que nunca ouviu algo parecido com “entre capitalismo radical e o comunismo totalitário, fico no meio termo, com um socialismo de mercado, ou um capitalismo bem regulado”.

O cientista social que deseja compreender a justiça e oferecer respostas legítimas à questão do bem comum não deve tentar estabelecer um compromisso entre diferentes ideais, ou enveredar por um pragmatismo ordinário na crença de que assim seus objetivos serão assim menos ideológicos, preconceituosos, ou mais verossímeis.

Diogo escreve – e argumenta – muito bem. O trecho acima ilustra o que digo. Aliás, o artigo todo vale a leitura.

SB responde.

Ontem li uma notícia boba, sobre os Médicos sem Fronteiras fazerem coro ao governo brasileiro em suas críticas sobre os EUA, o aeroporto do Haiti e tudo o mais.

Na verdade, qualquer um que acompanhe alguns dados básicos sabe que o Haiti merecia mais atenção de médicos, ONU e afins há mais tempo. Veja, por exemplo, o Failed States Index. O Haiti só não está pior porque existe sempre um Sudão ou um Iraque.

Isto tudo é culpa do liberalismo, dos neoliberais ou do mercado? Longe disso. Basta olhar para o desempenho do Haiti nos dois índices de liberdade econômica existentes (Fraser Institute ou Heritage Foundation-Wall Street Journal).

Eu poderia citar outros índices, mas o leitor deste blog já conhece bem a barra lateral à direita. Em outras palavras, não é de se espantar que o país não tenha infra-estrutura para socorrer as pessoas. Não há fornecedor de bens públicos e nem de bens privados. O bolivarianismo em sua versão haitiana não deu apenas um tiro no próprio pé, mas vários.

Militares descobrem como treinar melhor seus soldados (não na selva, claro, nos EUA) para minimizar perdas no mundo real.

Não vou entrar no mérito do julgamento (ou linchamento) moral do atropelado que tentou agredir o atropelador “só porque” ele mentiu e não lhe prestou socorro (*). Nem acho que ele está correto em enxergar “tanta indiferença” (talvez tenha um pouco de razão, mas creio que estava bem menos racional, como ele mesmo disse, ao escrever o post do que o normal), mas ainda assim, ele tem um ponto.

Pena mesmo é ele não ter levado o motorista aos tribunais. Afinal, este é, realmente, um caso de vida ou morte.

p.s. e o motorista, pelo relato, nem parecia estar minimamente alcoolizado. Ou seja, foi incompetente mesmo.

(*) sim, meus caros, é óbvio que fui irônico…

…só mesmo esta imagem que um blogueiro me enviou. Ah, a notícia? É esta aqui.

Realmente, Belo Horizonte não é São Paulo. Se fosse, o mochi de melão importado (ou mesmo o nacional, da Satsumaya) chegava aqui. Bem, talvez a demanda seja baixa porque o mineiro é muito conservador. Ou seriam os custos de transporte? O mochi de melão merecia um fim melhor do que ser consumido apenas pelos paulistas. ^_^

Se você usa o R com o R Commander, esta dica é boa.

Ronald e Cristiano indicaram e eu também: entrevistas no Departamento de Economia com maior número de prêmios Nobel per capita (ou, para os mais malucos, metros quadrados).

Enquanto descubro mais sobre o Mendeley e o R, buscando ajuda com a Economatística, vejo três ótimos posts.

Após umas 6 ou 8 horas consecutivas, ontem, meu outro computador, recauchutado apenas com Ubuntu, já consegue identificar caracteres japoneses (digo, já posso escrever em japonês lá).

Além disso, o R avança a cada dia.

O Bender fez um texto sobre o Haiti e fez uma ultra-rápida entrevista (uma única pergunta) para este que vos escreve. O resultado está aqui. Eu poderia ter sido mais “olsoniano”, mas não creio que a substituição de elites ocorreria no caso deste pobre país. Pensando bem, até que eu fui bem olsoniano…^_^

Meus avanços em R continuam…

Acho que o Leo gosta do Zotero, mas eu continuo otimista com o Mendeley. Aliás, a última versão do Mendeley Desktop está ótima. Se eu voltar a usar mais o Firefox, prometo que sigo o conselho do Leo (embora isto quase sempre me resulte em cenários 2012…).

…dos políticos.

Da Wikipedia:

The 12 Zodiac animal signs (生肖 shengxiao) are, in order, the rat, ox (or cow), tiger, rabbit, dragon, snake, horse, sheep (ram or goat), monkey, rooster, dog, and pig (or boar). There are many legends to explain the beginning of the zodiac. One of the most popular reads, in summarised form, as follows:

The rat was given the task of inviting the animals to report to the Jade Emperor for a banquet to be selected for the zodiac signs. The cat was a good friend of the rat, but the rat tricked him into believing that the banquet was the next day. The cat slept through the banquet, thinking that it was the next day. When he found out, the cat vowed to be the rat’s natural enemy for ages to come.

A variation tells that the cat had asked the rat to wake him up the day of the Race. The rat agreed, but on the said day, he did not wake the cat in his greed to win. When the cat finally woke up and got to the racing ground, he found the race to be over. The cat then swore revenge upon the rat.

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