O ditador Fidel Castro – a contragosto – prova que o mercado funciona.
agosto 2009
agosto 15, 2009
Evidência #1.234.444.388,04 de que o mercado funciona
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agosto 15, 2009
Muito barulho por nada
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: Corrupção, ineficiência do Estado, perda de bem-estar social, rent-seeking |Leave a Comment
Então a Polícia Federal prendeu a dona da Daslú, fez um espalho com esta ou aquela operação, etc. Ok, palmas para os defensores da probidade e do bom servidor público. Mas, vamos para além das cortinas, para os camarins, que ficam atrás do palco. Quanto do roubo foi realmente recuperado?
O problema levantado pelo Marcelo é importante. Do ponto de vista da economia, toda transferência de renda de um bolso para outro, por exemplo, via suborno, não é considerada perda social. Ok. Mas sabemos que transferências ilegais, não-voluntárias, são ligeiramente (eu disse “ligeiramente”?) distintas.
Seria bom ir além. Quanto dos roubos comuns são recuperados pelos nossos defensores da ordem pública? Quanto se perde? Se você paga impostos, esta é uma pergunta relevante. Afinal, você sustenta o aparato policial que diz te defender. Ao ler o texto do Marcelo não é possível não se lamentar sobre o estado atual das coisas, neste sentido…
agosto 15, 2009
A função do governo é escolher quem pode ser salvo?
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: administração da Silva, Economia Brasileira, microeconomia |1 Comment
Parece que sim. A propósito, o maior concorrente dos livros norte-americanos de coletâneas do Bushismo acaba de ser lançado, para a tristeza dos bolivarianos brasileiros.
A propósito, se é bom salvar empresas, deveríamos, antes de mais nada, quebrá-las cada vez mais, não?
agosto 13, 2009
…enfiam a mão no seu bolso. Com as bençãos do partido do sr. da Silva – e com o dedo da extremista facção gaúcha do mesmo partido. Aquele pessoal que se achava no direito de julgar deputados com um livro no qual, nos anos 80, avaliava o sujeito como “mais próximo dos interesses dos trabalhadores” (acho que era um tal de DIAP ou DIAAP), bem que poderia refletir um pouco e fazer uma edição mais nova do livro.
Por exemplo, um cara que aprova o uso do Estado para criar pagamentos obrigatórios (“contribuição”, senhor deputado? Faça-me o favor: compre o Houaiss ou estude etimologia) por parte dos trabalhadores, sindicalizados ou não, não pode ser bem avaliado em um estudo destes…
Lamentável mesmo é a ausência dos repórteres nestas horas. Você vê aquelas manchetes estranhas e nem uma linha é publicada sobre mais esta intromissão no bolso alheio. O partido do presidente merecia mudar de nome. Talvez PS – Partido dos Sindicatos – fosse uma idéia melhor…
agosto 13, 2009
A diferença entre MG e SP: do bairrismo ao cosmopolitanismo
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Quando Freakonomics foi lançado no Brasil, ouvi:
1) um cientista político com trânsito nos altos escalões do governo daqui dizer que era um livro com nada de novo;
2) um professor de economia de uma universidade pública daqui dizer que era um livro de auto-ajuda.
Já de SP, saíram dois livros afins. O segundo, aliás, é este.
Eu sei que eu, alguns colegas e alguns alunos daqui somos um contra-exemplo, mas é difícil lutar com tantos pavões do oráculo da sabedoria mineira. Certamente, suas opiniões devem ser consideradas como divinas e irrefutáveis. Eis, de certa forma, boa parte da essência da intelectualidade mineira. Uma essência tão desagradável que lançou quase todos os grandes poetas locais para o mar (ou para próximo dele).
p.s. este post é uma homenagem ao Sabino, o piauiense mais mineiro que conheço.
agosto 13, 2009
Maldosamente me pergunto se o argumento do texto resumido aqui poderia ser usado para explicar a diferença entre uma revolução anti-bolivaraina (Honduras) e uma pró-bo(li)v(ar)i(a)na.
Extrapolo, claro, mas é a pergunta natural que emerge desta idéia de revolução profilática. Cuidado, lembre-se que você só sabe se é profilática ou não após algum tempo (veja a questão da taxa de urbanização citada lá). Logo, não me venha com a defesa de revoluções pura e simplesmente.
Provocando mais ainda: a revolução de Pinochet teria sido profilática?
agosto 13, 2009
Sobre “2″, eu respeito a autonomia dos povos. Nem o governo venezuelano me deve explicações e nem Uribe me deve alguma que seja, sobre as bases dos EUA.
agosto 13, 2009
agosto 13, 2009
Artigo aceito para apresentação na Sociedade para o Desenvolvimento da Economia Austríaca
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: economia austríaca, SDAE, Society for Development of Austrian Economics |1 Comment
Apesar do que muitos leitores deste blog presenciaram em uma polêmica (até aí tudo bem) recheada de grosserias (aqui, nada bem) de supostos auto-denominados austríacos brasileiros lá no Ordem Livre (sim, tivemos pessoas educadas também. E também educados que não entendem a diferença entre ciência e fé. E outros que entenderam algo, mas não o todo, etc).
Diante da grosseria, o que fazer? Como já tive a oportunidade de dizer: continuo sempre com minha pesquisa.
Pois dito isto, a boa notícia é que a pesquisa, dentre outras, gerou um artigo e, este, com Ari e Pedro, foi aprovado pela SDAE para apresentação em Novembro, no encontro anual da Southern Economic Association. Se nada der errado, um de nós – possivelmente eu – apresentará o artigo lá.
Já tive oportunidade de afirmar – e reafirmo aqui – que a economia austríaca tem gerado alguns pesquisadores bem-sucedidos como Peter Leeson, Chris Coyne e Ed Stringham. Todos, claro, sob a benéfica influência de Peter Boettke. Creio que foi sob sua orientação que a RAE se tornou uma revista mais interessante nos últimos anos.
Talvez seja um dos primeiros artigos de economistas brasileiros a ser apresentado na Sociedade para o DESENVOLVIMENTO (grifos meus) da Economia Austríaca. Fico feliz com isto porque, na época da polêmica, tentei convencer – sem sucesso – algumas figuras do meio a divulgar um texto incentivando a pesquisa para o desenvolvimento desta escola de pensamento (*).
Há, evidentemente, utilidade em se divulgar eternamente algumas idéias e não construir nada sobre elas. Mas a divisão do trabalho, ensina-nos Adam Smith (e, creio, Mises, certo?), postula que isso seria apenas parte da história: é necessário desenvolver as idéias, trabalhar conceitos, relações, etc.
Se Smith (e Mises, creio) acertou na mosca, então – exceto por outros motivos que desconheço (e agora não me interessam mais) não faz sentido não apoiar o desenvolvimento da economia austríaca. Então ficamos assim: eu (, Ari e Pedro) colaboramos para avançar nosso conhecimento, inclusive com o uso da literatura austríaca como parte do marco teórico e a galera que não curte isto (e, na polêmica e em pequenos textos recheados de maldade em certas comunidades de redes sociais, dizem até que ”o título de ph.d. é uma mer**”) que continue com as tradicionais atividades doutrinais e suas consequências nem sempre intencionais (como deveriam ter aprendido com Hayek).
A economia política (Mises, Hayek, Buchanan), por sua vez, diz que nem todo auto-denominado “austríaco brasileiro” ficará feliz com o fato deste artigo ser apresentado em novembro. Afinal, grupos de interesses brigam não apenas por recursos, mas também por status. Algo como o argumento misesiano (sic para mim mesmo) da inveja dos intelectuais. Só que, neste caso, permito-me uma leve arrogância: para ser intelectual é preciso não apenas ler, mas ler com lentes de intelectual, não com lentes de panfletário ou de grupos de amigos que nunca apresentam divergências ou discordâncias.
Vou aproveitar e agradecer meus maiores incentivadores nas leituras austríacas: Zanella e o Ronald. Este último, aliás, já disse que gosta muito de ler Hayek, mas não o faz de joelhos. Esta frase diz muito sobre o significado da pesquisa científica, não é mesmo?
agosto 12, 2009
Sachsida levantou a bola e Cristiano adicionou, qualificando. O engraçado é que, ao ler o texto do Cristiano, eu fico com a impressão de que ele acredita no modelo de Becker (beckeriano, para os acostumados) do vício racional. Mais ainda, acho até que os legisladores gostam mais deste modelo do que os próprios economistas.
E olha que legislador adora falar que a “racionalidade econômica não é tudo, tem algo mais”, etc. Chega a ser irônico.
agosto 11, 2009
Logo estará na coluna de links fixos ao lado: sob a lupa do economista. Dica do Alex. Objetivo louvável e crítica certeira.
agosto 11, 2009
Escolas com currículos próprios? Cargas horárias distintas?
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: ensino privado, escolas charter |[4] Comments
agosto 11, 2009
agosto 11, 2009
Estorinha engraçadinha
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: Humor, off-topic |Leave a Comment
Por vários anos eu a admirei secretamente. Sempre tão preocupada comigo, sempre me lembrando da importância do meu bem-estar. Em algum momento cheguei a pensar que tinha me apaixonado. Aí ela se foi. Ao apresentar meu cartão de estacionamento, nada de ouvi-la me recomendar para não esquecer do meu cinto de segurança.
A voz eletrônica da saída do estacionamento do shopping se foi. Triste, né? Mas eu jamais me esqueço do cinto de segurança e nunca me esquecerei de sua amada dedicação ao meu bem-estar… ^_^
p.s. gostou? Então compre este livro. Não gostou? Compre também e faça picadinho dele! É tão barato que é um crime não comprá-lo.
agosto 11, 2009
A pergunta séria começa quando termina a pretensão do saber
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: história econômica |Leave a Comment
Thomas Kang fala sobre a Revolução Industrial. Em resumo, pergunta-se – entre gente séria de história econômica – sobre o porquê da mesma ter se iniciado na Inglaterra. Não preciso dizer mais, não é?
agosto 10, 2009
Custo e Escolha
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: escolha pública, James Buchanan, public choice, rent-seeking |Leave a Comment
O Ordem Livre acaba de disponibilizar mais um interessante livro: Custo e Escolha, de James Buchanan. Eu diria, sem nenhuma dúvida, que é um excelente serviço prestado ao pessoal que estuda história do pensamento econômico. Alguns ensaios são muito específicos, o que torna o livro um tanto quanto difícil de ler. Talvez o mais importante seja a conceituação do custo de oportunidade. O prefácio do livro, se bem me lembro, foi uma das melhores coisas que já li em Economia logo após meu mestrado.
agosto 9, 2009
agosto 9, 2009
Tire a mão…
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: Tire a mão da minha lingüiça |Leave a Comment
Ontem estive em dois eventos. Primeiro, o aniversário do Kenji. Incrível como todos eles falaram bem do vídeo-anúncio do Tire a Mão da Minha Linguiça. Acho que 1 em cada 1 amigo(a) do meu irmão usa a internet como eu uso. Depois encontrei algumas das compradoras do livro.
Tantos foram o elogio ao vídeo-anúncio que penso seriamente em vender streaming ao invés do livro. ^_^
agosto 9, 2009
Mais um breve post sobre isto. Desta vez, vou apenas citar esta excelente tirinha.
agosto 9, 2009
Vergonha nacional
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: grandes momentos da esquerda brasileira, oligarquia socialista, política brasileira, rent-seeking |Leave a Comment
Daniel Piza comenta sobre a vergonha nacional.
agosto 9, 2009
Novo livro
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: biologia evolutiva, economia, incentivos, microeconomia, psicologia evolutiva |Leave a Comment
Eis minha rápida compra deste mês: Troglodita é você. Falou em psicologia evolutiva ou biologia evolutiva – coisas sérias muito pouco estudadas por economistas brasileiros auto-denominados “pluralistas” – eu compro e leio.
agosto 9, 2009
JBN TV – um canal onde a gente se vê
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: cultura japonesa |Leave a Comment
O canal era confuso, a programação era alterada sem qualquer aviso prévio…deu no que deu. Uma pena.
agosto 9, 2009
Desenho de mecanismo
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: desenho de mecanismo, design de incentivos, economia dos órgãos para transplantes, microeconomia |Leave a Comment
Mais um belo textinho do Al Roth.
agosto 9, 2009
Autoritarismo populista é isto
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: bolivarianismo, grandes momentos da esquerda latino-americana, o verdadeiro idiota latino-americano, tico-e-teco-no-chapéu-de-Zelaya |Leave a Comment
Como un “traidor” e “ingrato” han calificado diputados y senadores al ex presidente de Honduras, Manuel Zelaya Rosales, por su desplante al mandatario Felipe Calderón al referirse al dirigente opositor de izquierda Andrés López Obrador, incidente recogido por la prensa mexicana con frases críticas como la publicada por El Universal: “Dejó el país medio con la cola entre las patas y sin más gestos”.
Durante un encuentro el miércoles con simpatizantes de izquierda, Mel dijo que “en estos países es mejor sentirse Presidente que serlo.
Y eso se lo digo a López Obrador que está escuchando”. Estas palabras irritaron al gobierno de Calderón, quien lo había recibido con honores de jefe de Estado, mientras los simpatizantes de Obrador cambiaron los abucheos por vivas.
Diputados y senadores repudiaron la actitud del ex mandatario, que calificaron de “ingrata y traicionera”, señalando que “el chavista mordió la mano a quien le tendió un pan”.
El incidente reabrió la vieja herida de las elecciones presidenciales del 2 de julio de 2006, en que Calderón fue dado por vencedor por apenas 0.56% de los votos, en un escrutinio que López Obrador denunció como fraudulento.
A frase de Zelaya diz tudo. Voltemos à nossa programação normal…
agosto 9, 2009
Dilema dos prisioneiros
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: dilema dos prisioneiros, teoria dos jogos |Leave a Comment
Mais um video do Olavo Rocha e sua Fonft Filmes. Desta vez, sobre o dilema dos prisioneiros, aplicado ao sempre pouco citado e muito escondido Foro de São Paulo (para detalhes, aqui e aqui).


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