junho 2009
Arquivo mensal
junho 19, 2009
Amanhã é o dia da fundação do Libertários. Se você estiver em Belo Horizonte, dê um pulo lá. Eu, por motivos a serem revelados, não poderei estar presente.
O diretório do Libertários de Minas Gerais, honrado em sediar a reunião de fundação do partido e no intuito de melhor acolher os visitantes dos outros estados, vem através deste informar a programação para o dia 20 de junho de 2009, em Belo Horizonte.
A partir das 17:30, no Hotel Mercure Casablanca, teremos uma reunião prévia, extra-oficial, com duração de 1 hora e 30 minutos, para acertarmos os detalhes pertinentes à reunião de fundação. Ato contínuo, às 19:00h horas, no mesmo local, terá início a reunião solene de fundação do partido.
Na reunião prévia (17:30-19:00) serão colocados em pauta para discussão os seguintes temas:
1- Estatuto – deliberação sobre a minuta a ser apresentada na reunião de fundação e espaço para alterações.
2- Programa – deliberação sobre a minuta a ser colocada em votação na reunião de fundação e espaço para alterações.
3- Logo e cores – debate e seleção dos cinco melhores logo e cores do partido, para votação na reunião de fundação.
4- Chapas – espaço para discussão das chapas que concorrerão ao Diretório Nacional após a fundação do Libertários.
Na reunião de Fundação (19:00-20:30) será seguido o protocolo abaixo:
1- Abertura da Mesa (composta pelo atual Diretório Nacional)
2- Leitura do Estatuto e Programa pelo Presidente
3- Votação do Estatuto e Programa
4- Abertura da eleição – inscrição e apresentação das chapas.
5- Eleição e posse do novo Diretório Nacional
6- Encerramento dos trabalhos.
Após o encerramento da reunião, convidamos a todos a comemorar a fundação do Libertários no [local a ser definido].
Endereço do local da reunião: Mercure Casablanca
Rua Guajajaras, 885 Centro – Belo Horizonte/MG
Endereço do local da comemoração: [local a ser definido]
Para maiores informações entrem em contato por julianotorres@msn.com ou (31) 97824940.
junho 19, 2009
Que número é este? Segundo os autores deste artigo, esta é a regra ótima de armazenamento de arroz no Brasil. Como eles chegaram neste número? Bem, se você já aprendeu algo sobre dinâmica, controle ótimo, Bellman, equações diferenciais e afins, certamente já passou por problemas similares.
O mais interessante do artigo, na minha opinião, é seu caráter didático. Hordas de alunos sempre invadem a calmaria científica armados de intenso preconceito e idéias incorretas sobre o uso da matemática em economia. É um tal de “isto não serve para mais nada além de fazer uma prova”, ou “nunca vi nenhum amigo meu usar isto”, etc. Estes argumentos não ultrapassam sequer as sombras platônicas, para fazer uma piada mais filosófica (que, aliás, não é muito comum entre os meus amigos, para citar a frase anterior).
Só porque seu amigo não usa, não quer dizer que você está certo. Só porque você é incapaz de enxergar além de uma pedaço de papel com questões, também não quer dizer que você está certo. Se o objetivo é aplicar o instrumental em algo que o perturba, não é também verdade que: (a) você possui a habilidade necessária para fazer isto; (b) você certamente aprenderá como fazer isto em cinco anos; (c) o sistema de ensino conseguirá enfiar o conhecimento em sua cabeça na cacetada.
Lamentavelmente, não nascemos geniais (eu que o diga). É um fato da vida. Mas daí a usar a desculpa de “se eu não consegui, mesmo com todo meu esforço, a culpa não é minha”, vai um imenso fosso. Um fosso cheio de jacarés e piranhas, perigoso mesmo para um breve mergulho.
Neste sentido, o artigo acima pode interessar aos engenheiros agrônomos, aos economistas da área (economia agrícola) e até aos curiosos. Mas, para mim, ele tem um significado distinto do que provavelmente os colegas enxergam. Ele me mostra que o uso do conhecimento não é sinônimo da transposição direta do que se lê em um livro-texto. É mais do que isto.
Claro, também é um bom artigo para se entender as aplicações de dinâmica econômica.
junho 19, 2009
Robert Kaplan tem um interessante comentário sobre a explosiva região do Oriente Médio.
junho 19, 2009
Detalhes aqui.
p.s. note no programa a presença do Fabio Gomes (IBMEC-SP) e do Fabio Augusto Reis (INSPER-SP) que, por sinal, são o mesmíssimo Fabio Augusto Reis Gomes, do falecido IBMEC-SP, atual INSPER-SP.
junho 18, 2009
Quando leio os jornais, sinto-me jovem: nada muda, exceto que o caderno “policial”, hoje, é “política”. A polis não muda muito…
junho 18, 2009
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junho 18, 2009
Gostei disto. Claro, do Robin Hanson.
junho 18, 2009
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Ano passado, um monte de blogueiros discutiu a Lei Seca. Agora, Cristiano retoma o tema com esta notícia. Dá para ver que os dados ainda são precários. Mas foi bom o Cristiano retomar o debate.
junho 18, 2009
Após esta notícia, aposto, o povo da burocracia dos Correios tentará novo assalto ao nosso bem-estar.
junho 18, 2009
Acho que finalmente terei uma foto com o Philipe, Áurea, Pedro Palotti, Pedrinho e Igor (o eterno “não posso ir”) para meu porta-retratos. Em breve.
junho 18, 2009
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A pergunta – importante, polêmica e interessante – tem a ver com a tecnologia e a velha tendência humana de ser ludita quando lhe convém. O evento merece reflexão.
junho 18, 2009
junho 18, 2009
junho 18, 2009
Cara nova do IDERS. Muito bacana. Gostei. Os advogados brasileiros, em sua esmagadora maioria, continuam não entendendo nada do que o IDERS faz. Mais ainda, acham que os economistas devem lhe prestar reverência. “A economia à serviço do direito” (tudo, propositalmente, em minúsculas). Lamentavelmente, para eles (e felizmente para nós), esta não é a regra geral. Digo, a regra que nos leva à uma sociedade mais próspera, com mais oportunidades.
junho 18, 2009
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junho 17, 2009
Este blog nem sempre segue sua própria regra de falar apenas de economia. É um blog algo rebelde com seus proprietários, inclusive seu sócio majoritário (eu, obviamente). Mas este blog bem que agradece ao Cristiano Costa a referência. Afinal, não é todo dia que a gente é exemplo para alguém começar uma atividade saudável e benéfica para todos.
junho 17, 2009
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Professor, posso fazer as questões fora de ordem?
Eis clássico da pedagogia paulofreiriana: a pergunta típica de todas as classes sociais, credos, gêneros, etc. Pergunta ferina, curta e muito reveladora sobre as angústias do ser (em si, para si e por si, senão fora de si).
Que resposta deve o educador fornecer para a construção do conhecimento de um jovem mancebo inocente, indefeso, que não pode ser culpado de atropelar alguém e não prestar socorro ou mesmo de ter espancado uma velhinha na rua? Como deve o educador agir diante de tal indagação? Eis algumas respostas para a reflexão e que não são definitivas porque, claro, é mais importante formular boas perguntas (não é este o caso, eu sei) do que boas respostas (o que mostra que muito professor não prepara suas aulas direitinho).
a) Pode.
Resposta simples, mas pouco didática. Não contextualiza a extrema desigualdade brasileira e não permite que se doutrine o jovem com os ideais de Lenin, Chávez e Castro. Péssima opção.
b) Depende de você. Fique à vontade.
Resposta simples, mas geradora de dúvidas. Se o jovem em questão foi capaz de formular tal pergunta é porque cresceu em um meio repressor (contrário aos ideais de Lenin, Chávez e Castro….e aquele presidente iraniano de nome esquisito), acostumado a um modo de fazer história no qual se decoravam datas, mas não se apreendia a dialética histórica.
Ficar à vontade, por sua vez, é um incentivo ao individualismo, à leniência, à inatividade, péssimo para um futuro “bucha de canhão” (militante de fileira…de banheiro).
c) Não, não pode.
A tradição autoritária latino-americana transparece cris-ta-li-na-men-te nesta resposta caudilhesca. Como assim “não, não pode”? E a Revolução Francesa? E os direitos humanos? Não vivemos a luta pelo poder? Poder de que? De mandar nos outros, claro, que é o objetivo social e democrático de toda revolução popular. Então, claro, poder é uma realidade intrínseca do meio social (e não testável por frias relações econométricas sem coração, malvadas e feias, exceto as “heterodoxas” que falam o que eu quero ouvir).
Agora que você já leu tudo, escolha sua resposta e boa sorte.
junho 17, 2009
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1. Ontem tivemos a presença do Fábio aqui. Fazia tempo que eu não assistia a uma boa apresentação de artigo. Como isto faz falta. Querem que a sejamos bons professores, mas é impossível ser bom professor sem ser bom pesquisador (embora haja aí casos intermediários). Houve uma discussão destas, outro dia, no blog do Cristiano Costa, aliás, de cara nova.
2. O Opera 10. Eu nunca havia usado o Opera. Agora, ter um widget que me permite desenhar uma Cobb-Douglas para os alunos em 2 segundos (e em três dimensões) já valeu o investimento inicial.
3. Uma conversa com o Ari, esta semana, mudou uma importante tomada de decisão na minha vida. Externalidades de rede é o nome disto? Ou externalidades apenas? Ou é só o efeito do capital humano? Ou é sorte minha mesmo? Vai saber…
junho 16, 2009
Sempre que me lembro dos filhos do sr. da Silva em um avião da FAB, divulgando fotos e esnobando o passeio, eu me pergunto sobre o poder da informação. A imprensa, esta quase não conta. A blogosfera, atingida pelo episódio, dividiu-se em duas: a que falava de Pedro II, Castelo Branco e afins, numa infantil estratégia de negar os fatos; e a outra; supostamente oposicionista, que denunciou o fato.
Ok, posso estar enganado, mas sei que, agora, um dos filhotes do ditador bolivariano de Cuba, um parente seu, caiu nas graças da imprensa porque foi feito de bobo. A liberdade de informação, realmente, tem muito a nos ensinar e, claro, deve ser estudada com mais afinco.
De qualquer forma, divertido isto.
p.s. falando em informação, as mulheres dos “movimentos sociais” ainda não se manifestaram com a tradicional contundência quanto a isto. Talvez se disserem que os espancadores seguem, sei lá, FHC, isto mude…
junho 15, 2009
Lembra até uma época em que o movimento estudantil (o brasileiro) se orgulhava de não receber esmolas governamentais. Por um lado, parece promissor. Mas pensando no que nossos “líderes” estudantis se tornaram, talvez eu até devesse aplaudir o presidente iraniano…
junho 15, 2009
Diogo acaba de publicar um pequeno – mas importante – texto sobre o uso que o governo faz do dinheiro público para seduzir a imprensa (ou mesmo calá-la). O expediente é popular na América Latina e anos de jornalismo comprado diminuíram bastante a vontade que muitos deles têm de denunciar esta miserável “bolsa-cala-boca” como um problema para a liberdade de informação.
Ponto bom para se discutir.
junho 14, 2009
junho 14, 2009
junho 14, 2009
Até onde vai a censura no Irã? Pergunte ao RSF.
junho 14, 2009
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Na realidade, eis como funciona uma relação agente-principal
Incentivos
a) Meritocráticos (amazing!)
b) Mediocráticos (sim, você já viu isto em algum lugar)
c) Meio Meritocrático, meio mediocrático (ora, ora, a realidade é cheia destes ”não deu para fazer o certo porque o mundo não é perfeito”, né?).
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