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abril 12, 2009
abril 12, 2009
Não é que o cara terminou a série? Belo desenho.
abril 11, 2009
Esta aqui é só para quem já leu ao menos um livro-texto de Macroeconomia do início ao fim (e não parou no meio por preguiça e passou a criticar a teoria sem entendê-la). O talento do Alex para destruir argumentos falacioso-fantasiosos é assustador.
abril 10, 2009
Interessante iniciativa. Aqui.
abril 10, 2009
Incentivos importam? Sim. Como? Eis um exemplo.
abril 10, 2009
Sumners comenta Krugman em uma discussão bastante relevante para se entender a situação econômica atual. Atenção para esta frase:
Krugman clearly admires Keynes, and I think that clouds his judgment.
Notou, leitor, a semelhança com outros pterodoxos que rezam pelos livros ao invés de estudá-los? Isto não vale só para Keynes, mas também para Marx, Mises ou qualquer outro ser humano que já tenha escrito alguma besteira sobre economia.
abril 10, 2009
…mais uma aventura de Olavo Rocha. Desta vez, em Cuba.
abril 9, 2009
É para isto que eles fizeram todo aquele arremedo de terrorismo no Araguaia: aumentar o PIB per capita concentrando renda. Lamentável esta esquerda brasileira. Tão mentirosa quanto qualquer outra esquerda, direita ou centro.
Aprenda, leitor: monopólio da ética, nem com nove, nem com dez dedos na mão. Aliás, a mão visível do governo…geralmente está no seu bolso.
p.s. vai estudar Public Choice antes de se coçar para deixar seu comentário mal-educado, vai.
abril 9, 2009
O veterano Yuuzo Kayama e a coreana Kim Yon Ja.
abril 9, 2009
abril 9, 2009
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Pergunta maliciosa: quem “ganhou” o amor da imprensa? Para isto, precisamos ver a busca de notícias. Eis o gráfico:
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Ahá!
abril 9, 2009
Sempre é interessante verificar tendências. Graças a Eric Crampton pude fazer um pequeno exercício de descoberta de tendências. A ferramenta é o “Google Insights”. Só para explorar o tema, vejamos quem é o campeão na preferência das buscas.
Atenção: calma com as análises, heim? O fato de um termo ser popular nas buscas significa apenas que vale o ditado: “falem mal, mas falem de mim”. Em outras palavras, pode ser que um sujeito busque por um termo não porque o ame, mas porque busque notícias negativas sobre o mesmo. Claro, também há o que busca um termo porque gosta do mesmo. No mínimo, é um bom indicador de interesse, seja ele positivo ou negativo.
Aí vão (clique nas figuras para ampliar):
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abril 9, 2009
Interessantes insights de Dan Sutter sobre o mercado das idéias. Eis aí um cara com idéias interessantes. Mais sobre Sutter aqui. Veja, principalmente, esta sua sub-página.
abril 9, 2009
Ótimo resumo dos mais inusitados estudos sobre o tema “amor e casamento”.
abril 9, 2009
Eis um interessante uso do Google Trends para desmentir wishful thinking. Eu bem que gostaria de dizer que o cara está errado, mas ele não está.
abril 9, 2009
Título de interessante post em um blog indicado pelo Erik.
abril 8, 2009
Mas as outras idéias, as ruins, é o que mais temos.
abril 8, 2009
Renato Lima complementa minhas aulas de Organização Industrial com este pequeno texto sobre o governo da Venezuela e o cartel do petróleo.
abril 8, 2009
A última PPP tem um interessante artigo sobre cultura e desenvolvimento econômico (João R. Faria e Miguel León-Ledesma) e também um meu com Ari e Ana Luíza. Confira aqui.
Sobre o nosso:
DÉFICIT NOMINAL ZERO: UMA AVALIAÇÃO CRÍTICA A PARTIR DO MODELO IS-MP
Neste artigo procura-se analisar dois pontos importantes levantados por Delfim Netto: a proposta de déficit nominal zero (DNZ) e a relação juros-câmbio sob um modelo teórico mais adequado à realidade brasileira pós-introdução do sistema de metas de inflação. Para isso, baseados nos trabalhos de Hsing (2005a, 2005b), estendemos o modelo de Romer (2005) com a inclusão de uma restrição orçamentária como a que foi proposta por Delfim. Os resultados sugerem que os efeitos da taxa de juros sobre a taxa de câmbio, no cenário proposto, não são tão claros quanto Delfim argumenta.
Sobre o do João e Miguel:
Cultural heritage and growth
This paper matches the definition of culture as a stock, since it is a variable that changes with a very low pace, with the cultural heritage list provided by UNESCO. We test the hypothesis on whether the existence of a strong cultural heritage, that is, where culture has had a large impact on people’s life, leads to higher growth. We find evidence that the impact of cultural heritage on growth is positive and it is smaller for countries that either suffer a high degree of political instability or enjoy a high degree of rule of law.
Bem, no caso do nosso artigo, fico feliz de ter esclarecido, ao menos para mim mesmo, um pouco dos problemas de uma proposta de política econômica. Claro, o modelo é bem menos complicado que um jogo dinâmico, mas já é algo para começar a conversa.
abril 7, 2009
abril 7, 2009
Enquanto a selva discute assuntos inócuos, vejamos três artigos interessantes: (a) a crítica keynesiana que nenhum pterodoxo (aproximadamente igual ao que o Alex chama de keynesianos de quermesse) conseguirá ler, (b) um estudo de história econômica que só será lido por bons profissionais do ramo aqui da selva e (c) um artigo interdisciplinar que não será sequer entendido pela pterodoxia local.
abril 7, 2009
Eis um debate interessante. Talvez eu faça algo para o Ordem Livre, sobre o tema.
abril 6, 2009
Muito bem, agora é a hora: será que o estudo está correto? [hat tip: Cristiano Costa]
abril 6, 2009
abril 6, 2009
Nada diferente disto. Claro, a galera “torcedora” ainda tem que dar um jeito de dizer que o Obama não está errado em dizer exatamente o oposto dos mulás. Vamos ver…