abril 2009


WORLDWIDE ECONOMETRICS RANKINGS: 1989-2005
Badi H. Baltagi
This paper updates Baltagi’s (2003, Econometric Theory 19, 165-224) rankings of academic institutions by publication activity in econometrics from 1989-1999 to 1989-2005. This ranking is based on 16 leading international journals that publish econometrics articles. It is compared with the prior rankings by Hall (1980, 1987) for the period 1980-1988. In addition, a list of the top 150 individual producers of econometrics in these 16 journals over this 17-year period is provided. This is done for theoretical econometrics as well as all contributions in econometrics. Sensitivity analysis is provided using (i) alternative weighting factors given to the 16 journals taking into account impact citations, excluding self-citations, size and age of the journal, (ii) alternative time intervals, namely, (2000-2005), (1995-2005), and (1989-2005), (iii) alternative ranking using the number of articles published in these journals, (iii) separate rankings for both institutions and individuals by journal, (iv) rankings for institutions and individuals based on publications in three core econometrics journals.

Excelente ponto do Caplan sobre a relação entre determinismo genético e livre arbítrio. A hipótese importante, no caso, é a de que pessoas pensam de maneira bayesiana, o que não é algo tão difícil de se aceitar, certo?

É o que acontecerá no final disto.

Este Cristiano é um safado. Antes de eu colocar a notícia aqui ele já fez o trabalho (competente) de levar ao leitor leigo um pouco de sabedoria econômica. Vou apenas complementar, para os alunos um pouco mais adiantados, com um pouco mais de elementos para a análise.

Os chips das companhias celulares não podem ser utilizados ao mesmo tempo para a mesma ligação. Aliás, o que leva o consumidor a usar um ou outro é simplesmente a tarifa, certo? Digamos que os dois chips sejam x1 e x2 (medidos em minutos de uso). Assim, o consumidor só usufrui da ligação o chip mais barato. Ou seja, sua demanda de chip xi (i = 1, 2) é derivada a partir de uma função de utilidade específica: U(x1, x2) = x1 + x2. 

Dado o preço de cada chip, p1 e p2, o problema, familiar ao aluno de Microeconomia é, simplesmente, maximizar U(x1, x2) sujeito a m = p1x1 + p2x2, onde m = renda monetária relevante para o problema. Observe que não é qualquer função utilidade, mas apenas esta (e suas transformações monotônicas positivas correspondentes, obviamente).

Ok, esta foi só para os intermediários. Para uma noção básica, veja o texto do Cristiano.

Minha sobrinha, hoje.

1. Antes de eu dizer que sou economista

From Tete

2. Depois de eu dizer que sou economista

From Tete

Rent-seeking, seu nome é esquerda. Ou vice-versa.

Cultures, Clashes and Peace

Erin Fletcher & Murat Iyigun

Ethnic and religious fractionalization have important effects on economic growth and development, but their role in internal violent conflicts has been found to be negligible and statistically insignificant. These findings have been invoked in refutation of the Huntington hypothesis, according to which differences of ethnic, religious and cultural identities are the ultimate determinants of conflict. However,  fractionalization in all its demographic forms is endogenous in the long run. In this paper, we empirically investigate the impact of violent conflicts on ethno-religious fractionalization. The data involve 953 conflicts that took place in 52 countries in Europe, Africa and the Middle East between 1400 CE and 1900 CE. Besides a variety of violent confrontations ranging from riots, revolts and power wars between secular sovereigns, the data cover religiously motivated confrontations. We document that countries in which Muslim on Christian wars unfolded more frequently are significantly more religiously homogenous today. In contrast, those places where Protestant versus Catholic confrontations occurred or Jewish pogroms took place are more fractionalized, both ethnically and religiously. And the longer were the duration of all such conflicts and violence, the less fractionalized countries are today. These results reveal that the demographic structure of countries in Europe, the Middle East and North Africa still bear the traces of a multitude of ecclesiastical and cultural clashes that occurred throughout the course of history. They also suggest that endogeneity could render the relationship between fractionalization and the propensity of internal conflict statistically insignificant. Finally, instrumenting for conflicts with some geographic attributes and accounting for the endogeneity of fractionalization with respect to ecclesiastical conflicts shows that religous fractionalization likely has negative effects on economic growth.

Mais uma pesquisa de história econômica no longo, longo prazo que mostra a importância da cultura e do conflito em qualquer modelo econômico mais ambicioso.

Interessante resumo.

From Drop Box

Se alguém coloca um adesivo destes, quer mesmo ser visto. Curiosamente, não se sabe que decreto é este. Alguém sabe mais a respeito?

Porque é uma província “rebelde”? Não. O motivo é puramente econômico. Evidências? Olha aí embaixo…

From Drop Box

Nos EUA. No Brasil, como sabemos, a coleta de dados é primitiva e, com isto tudo, ainda se propõe políticas públicas potencialmente perigosas. Ou seja: nem se sabe o que ocorre e se adora propor soluções. Este é um problema sério da ciência brasileira: acusada de positivista, sequer justifica a acusação. Quando querem coletar dados, é só para aumentar a carga tributária.

Eis um bom teste: o aumento do esforço de coleta de dados individuais pelo governo tem relação com as políticas públicas ou com o aumento da arrecadação? Aposto que a resposta é…

Fábio Marton tem uma bela reflexão pessoal sobre o tema.

From Drop Box

Se você viu “Balada de Narayama” (Narayama Bushiko), certamente gostará de “Vinte e quatro olhos” (Nijyuuyon no Hitomi ou Nijyuushi no Hitomi). 

p.s. Narayama tem duas versões. A primeira, de Kinoshita e a segunda, de Shohei Imamura. O povo do lado de cá, acho, só conhece a segunda versão.

Eis aí uma forma de se conhecer a história: por meio dos ideogramas.

Alex, como sempre, em bom momento.

Is this Exam Hazardous to Your Grandmother’s Health?

Um clássico! Só ri tanto assim esta semana quando um amigo meu contou a seguinte história.

Lá estava ele lecionando num destes cursos virtuais dominados por pedagoga(o)s mimadores de meninos (= pedaBOBOS). Resultado? Os profundos critérios científicos da pedagogia paulofreiriana de quermesse são tais que ele, antes de aplicar uma prova, teve que seguir diversas sugestões da(o)s mesma(o)s. 

Ok, isto foi há um ano. 

Aí o coitado foi aplicar a mesma prova este ano. Confiou nos fundamentos científicos da pedagogia paulofreiriana de quermesse e achou que a(o)s pedagoga(o)s não fossem lhe corrigir já que incorporara suas sugestões do ano anterior. E não é que tomou mais sugestões para mudar o que ela(e)s, hummm, tinham lhe sugerido antes? 

Hipótese Nula : pedagogo cumpre metas de asponice para justificar o salário (e a auto-estima) e, portanto, não liga a mínima para o que sugere aos outros.

Hipótese Alternativa: a pedagogia é uma ciência dinâmica, o mundo é não-linear, arara é urubu e catuaba é goiabada.

Eis o anúncio. Alunos de graduação, participem!

Na verdade, o que a Tetê quer é…

From Drop Box

Erik resume bem um problema sério da regulação pública do meio acadêmico. Inacreditável, mas bem revelador.

O “stress test” não parece ser lá aquelas coisas. Tyler Cowen complementa, aqui.

Dizem que foi queima de arquivo. Dizem também que os movimentos “sociais” (que na verdade seriam tutelados por gente da pesada) se calam muito rapidamente quando o nome do sujeito vem à tona. Dizem que tem a ver com um esquema de corrupção mafioso. 

Dizem muito. Mas pouco foi feito nestes últimos anos – seria uma “herança maldita”? – para se esclarecer o caso. Nem os juízes e delegados perfomático-midiáticos parecem querer voltar ao assunto.

Mas que assunto? Este.

Qual o custo-benefício para o brasileiro de um acordo como esta maluquice que ora se impõe – dentre tantas outras imposições do governo aos “pagadores de impostos” (vulgo “contribuintes”)? Esta é uma boa pergunta. Enquanto isto, em Portugal, percebe-se melhor o custo disto.

Luciana se lembra das aulas de história na escola, não sem um toque atual. Mas, será que lhe ensinaram direitinho? Eu sugiro que minha ex-aluna tenha contato com os escritos do meu ex-co-orientador (haja hífen, heim?).

Luciana Lopes – finalmente – resolveu fixar endereço na rede. Aqui. Logo, logo, nos links fixos.

O jornalismo investigativo (de verdade) vai gostar disto.

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