Por que a língua inglesa é importante?

Muitos alunos reclamam da dificuldade de se ler em inglês. Pois bem, uma língua estrangeira é simplesmente uma língua. Contudo, veja só esta minha breve história. Há um minuto atrás estava lendo o excelente “Uma Senhora Toma Chá…” que já citei aqui antes. Deparei-me com o famoso Kolmogorov (famoso para qualquer um que já tenha sofrido com um estudo intermediário de Estatística). Resolvi ler um pouco sobre o famoso gênio russo. 

O que você faria? Provavelmente o que eu fiz: foi à Wikipedia. Agora, veja a diferença de qualidade e quantidade nos verbetes em português e em inglês. Em qual deles você aprende mais?

Obviamente, o problema não é só da língua. O problema é a falta de leitura (e a falta de livros em nossa língua) dos brasileiros e correligionários lusitanos de todos os continentes em relação a um simples americano médio. Por isto minhas buscas por material útil para ampliar meu conhecimento geralmente converge para os sites de língua inglesa. 

Não se trata, como dizem alguns parvos, de imperialismo. É pura questão de prática: ou eu aprendo menos e fico estagnado, ou aprendo mais e me desenvolvo.

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6 respostas em “Por que a língua inglesa é importante?

  1. A própria qualidade das traduções para o português já significa que, havendo a possibilidade de se ler em inglês, é melhor (mesmo que seja traduzido de uma terceira língua). Não sei porque, mas textos que parecem confusos e complicados em português tornam-se límpidos em inglês. Seria culpa dos tradutores ou da própria língua? Acredito (e torço) que seja dos tradutores.

    O inglês é a língua universal porque é simples, compacta e altamente versátil. Expressões novas são criadas, importadas e incorporadas a todo momento. Enquanto isso, no Brasil, e ainda mais em Portugal, faz-se discursos nacionalistas contra estrangeirismos.

    • Por certo é erro dos tradutores. A Língua Portuguesa é muito mais rica e flexivel que inglês, o que a torna mais difícil de compreender. O português tem o mesmo ‘problema’ que o Alemão, por exemplo.
      Da facilidade e simplicidade o Inglês ganha fácil, e não há problema nisso.

  2. Creio que essa assertiva passa pelo crivo da história respeitandose as diferenças de época. O tio Sam é agora a bola da vêz. Depende muito dos fatores sócio-econômicos do país em pauta. Já tivemos a lingua italiana quando por ocasião de sua pátria mãe. A França também teve seus dias de ouro e creio (na época) ser mais importante aprender o francês. E assim sucessivamente. Se errada, me perdoem

  3. Pingback: O inglês é o novo latim « Mineração de Dados

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