Hoje nosso NEPOM ganhou mais dois adeptos. É o grupo de estudantes dedicados à análise econômica que “mais cresce no Brasil”. Aposto.
Todo aluno que busca sair do obscurantismo tem seu lugar em nosso grupo. Há muito doutor em economia ruim mas, pior mesmo, é o cara que, sem o doutorado, desfaz dos estudos por – creio – pura inveja. Não no NEPOM. Ali temos boas cabeças pensantes. Alunos os mais diversos, tentando aprender a fazer economia.
Longe do dogmatismo, perto da realização pessoal (pareço até o Renato do Nepom falando…).
Bem-vindos Pedro e Natália. A pilha de trabalhos de vocês é aquela ali, à direita. Não, esta. Sim, a mais alta. O que? Não, agora já assinaram o contrato…
Bom final de semana a todos.
Leo Monasterio tem uma interessante dica sobre como frases aparentemente óbvias não o são quando se as estuda. Muita gente afirma peremptoriamente que isto ou aquilo é óbvio. Gente assim morre antes de aprender as consoantes porque, se tudo é óbvio…
No caso de teologia, talvez isto não seja bem assim, mas em estudos históricos (não-teológicos) sobre desenvolvimento econômico, é importante olhar bem os dados e saber trabalhar estatisticamente com eles.
Com vocês, o texto. Já no Brasil, os supostos heterodoxos parecem se esquecer do velhinho…
Opinião similar, do Laurini.
p.s. Hélio me comunicou que não falaram em nome do IMB o que é bom, já que a instituição começou e se quer ser um bom think tank não pode se envolver em discussões com posturas mal-educadas. Meu ponto está feito. Vou ler Roger Garrison e Peter Boettke e continuar crítico em relação a qualquer semi-deus, seja ele Mises, Marx ou Friedman.