Sobre a crise
Em resumo, eu diria para lerem a última opinião deste post. Foram oito anos para se ajustar (mais do que Geisel teve quando decidiu pela loucura do “II PND eterno”, expulsando Simonsen e trazendo o “milagreiro” Delfim). Oito anos. As reformas foram feitas? Que reformas? O que as reformas promovem?
Eis as questões que os brasileiros, estes eleitores mesmo, terão que enfrentar futuramente. Além do voto em um ou dois dias a cada quatro anos, esta gente tem encarar o que vem por aí. Por enquanto, a escolha populista, pouco informada, vence por larga margem. Tem gente que pretende ver nas ações do FED – por mais desastradas que sejam – algo similar às estatizações bolivarianas de Chàvez, Morales (e também a dos sonhos de muita, mas muita gente mesmo, da administração da Silva).
Neste ponto vale uma aula simples: uma coisa é o Banco Central ser mais ou menos intervencionista (e minar, sim, incentivos bons gerando risco moral e tal). Outra coisa é o governo fazer estatizações sem crises, sem motivos e com objetivos puramente totalitários, de concentração de poder. Se o FED estatizou tal e qual seguradora…e depois vende-a novamente em alguns anos, pergunto ao leitor: Chávez fará o mesmo? Quando será a venda de suas estatizadas? Já tem anúncio no jornal?
Ah, bom…
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