Domingo, Junho 29th, 2008


Esta foto mereceria a seguinte legenda:”Liberais mineiros protestam contra aumento do Estado” (mea culpa incluso).

Normas sociais – ah, a Teoria dos Jogos – e o desenvolvimento econômico. Importam? Artigo muito interessante sobre isto, aqui.

Pois imagine o que seria um FMI aparelhado. Certamente é uma hipótese polêmica (não li o artigo, apenas o resumo), mas alguém pode pensar em um teste similar para o Brasil. Governos grandes e distorção de informação estão, sempre, juntos ao longo da história do mundo. Que coisa…

O governo já começou a multar qualquer um que beba um chopp. Agora, quero iniciar uma campanha – ligada ao que o Adolfo fez ontem em Brasília. Chama-se “tolerância zero à obesidade estatal”.

Como sabemos, ou deveríamos saber, obesidade estatal mata a sociedade no longo prazo. Faz muito mal à minha saúde não ter dinheiro para comprar uma cerveja e beber em casa. Isto só ocorrerá no dia em que a besta for devidamente contida.

Para iniciar a campanha, teremos apenas este post. Sugestões e comentários são bem-vindos.

Um gentil comentarista indicou a apostila do Cochrane (que eu já conhecia) para me ajudar com o novo material de Econometria para os alunos. Agradecido (este tipo de comentário me faz ver que há bondade no mundo…). O Cristiano Costa, por sua vez, divulgou um novo livro que é “concorrente direto” de minha apostila e que eu saúdo como bibliografia complementar.

O leitor deste blog que aguarde. Márcio Salvato e Ari Araujo estarão no mesmo barco do autor desta apostila o que, no longo prazo… :)

p.s. a página do Márcio Salvato é mais cuidadosa com o autor do que o mesmo com ela. Agora, por exemplo, está fora do ar. Acorda, Márcio!!!

O comentário do Salomão Quadros é de uma sabedoria ímpar. Reproduzido pelo Reinaldo Azevedo (e poderia ser reproduzido por gente séria da esquerda, caso houvesse…) aqui, o fato é bem simples: voltamos à era Sarney-Collor-Itamar, com um adicional que Elio Gaspari parece ter lido aqui antes: aparelhamento da burocracia com efeito prático único de empregar companheiros.