Quarta-feira, Junho 25th, 2008


…bordel sobre rodas. Onde existe demanda, claro, existe oferta. E vice-versa (embora alguns macroeconomistas mais antiquados tenham dúvidas quanto a isto…).

Em 1997 eu e Daniel Ferreira tínhamos uma apostila de tópicos em séries de tempo. Nestas últimas semanas o trabalho em refazê-la – agora individualmente – está intenso. Não é apenas uma atualização do material, após 10 anos e meio de gaveta, mas sim uma remodelagem completa. Tudo para facilitar a minha vida e o acesso dos alunos ao que há de melhor em séries de tempo.

Um trabalho realmente desgastante mas, claro, muito recompensador. Não é que estou recordando muita coisa?

Joel Pinheiro nota uma certa homogeneidade na crítica ao ensino superior desde a “direita” à “esquerda”. Na minha opinião, a existência do IFE e da Dicta & Contradicta não seria uma evidência de que a solução está na organização espontânea dos críticos em torno de uma proposta que, ao invés de proibir a existência do alheio, cria-lhe uma opção?

Se estou correto, então Joel pode refletir sobre se a homogeneidade suposta se mantém sobre este meu argumento. Afinal, se “direita” é “liberal” (não sei se ele pensou nestes termos), nunca um liberal pediria por uma regulamentação do ensino superior. Já o “esquerdinha”…

O teste foi feito para os municípios de São Paulo. Como será em outros estados?