Pedro Sette tem uma opinião muito bacana sobre isto, aqui. Acho que jamais será lida ou refletida sob o ideal platônico em sala de aula do ensino médio. Talvez algum professor pop tente dizer que usou o texto em sua aula na qual promoveu a maior doutrinação da meninada. Será que algum professor desta nova categoria de empregos “criados-pela-pena-da-lei” usaria a crítica de Pedro Sette de forma honesta em sala de aula?

Será que uma sala de aula é um espaço da polis? Existe paidea lá? Ou são apenas relações de exploração (sexual-doutrinária) de alunos por parte de professores (ou padres)? Qual é o sentido da vida? Eram os Deuses (deuses, na era pós-Nietzsche) astronautas? Se eram, a quem serviam? E quem financiou a construção das pirâmides do Egito? O contribuinte?

Nenhuma destas perguntas faz sentido. Aliás, você só as entende se estiver bom em Língua Portuguesa e, creio, Matemática.