Economia e obras de arte Maio 4, 2008
Posted by Pedro Sant'Anna in Uncategorized.Tags: leilões, Obras de Arte, teoria dos preços
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A primeira vez que li sobre Economics of Art foi no livro do Cowen, Discover Your Innes Economist. Achei o assunto muito interessante, e relativamente pouco estudado por economistas.
Para minha surpresa, esse é o tema do trabalho de Teoria dos Preços no Ibmec-MG, lecionado pelo Shikida, sendo eu o monitor.
Ontem, lendo algumas coisas na internet, encontrei isso.
Esse texto fala sobre o mercado de quadros,utilizando dados de leilões na América latina. Ele é um resumo deste paper. Segue um breve resumo do texto.
Segundo Nauro Campos, autor do texto, existem quatro puzzles ainda não esclarecidos:
- Quais os determinantes do preço em leilão de um quadro?
- Por que nem todas as obras são vendidas?
- Masterpieces são um bom investimento?
- Os preços caem no decorrer do leilão?
Campos afirma que a reputação do artista e a origem do trabalho são mais importantes na determinação do preço do quadro que outros determinantes geralmente estudados como tamanho, tema e meio.
Prever quais obras serão vendidas não é uma tarefa fácil, segundo Campos. Uma variável muito utilizada para tal tarefa, a opinião de especialistas, tem poder de previsão limitado.
Masterpieces não são um bom investimento, segundo Campos. No período entre 1995 e 2002, o retorno anual médio foi de -1,92%, enquanto não Masterpieces apresentaram um retorno de 5,63%.
Há evidências de que o preço caia no decorrer do leilão.
Agora quero ver se algum aluno esperto do Terceiro período irá ler isso e aproveitar.
Com atraso de um dia… Maio 4, 2008
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: liberalismo, liberdade de imprensa, liberdades, libertarianismo
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Blogosfera Maio 4, 2008
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: blogosfera, Blogs de economia
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Liberdade não é um pacote destacável…ou é? Maio 4, 2008
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: liberação da maconha, liberalismo, liberalismo clássico, liberdade econômica, libertarianismo
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O Alex tá achando interessante a marcha da maconha e o Coronel (que provavelmente é contra) tem um bom ponto: por que só maconha? Nenhum dos dois, contudo, parece se preocupar com o fato de que liberdade não é algo que se tenha pela metade. Obviamente, na prática, é isto o que ocorre.
Por exemplo: o mercado de maconha, que tanto incomoda o Coronel como agrada o Alex. Sem a liberdade econômica (que implica, dentre outras, um sistema de direitos de propriedade pró-mercado), não haverá o desejado aumento da oferta que diminuirá o poder dos oligopolistas do morro. Como a polícia é monopólio do Estado e este não parece se preocupar muito com a corrupção policial, pode ser que os traficantes paguem para que sejam sabotados os concorrentes.
Por outro lado, se não há liberdade de imprensa, como os jornais cumprirão - bem ou mal - seu trabalho de avaliar estas políticas? E se não há liberdade na academia, como os cientistas irão criticar a análise dos jornalistas, a atuação policial, como poderão averigual o grau de monopólio da oferta, o custo e o benefício desta política?
Alex e o Coronel só tocaram na ponta do iceberg. Já dá um debate, mas eu gostaria de lembrar que existe mais a ser defendido por todos que discutem a validade desta passeata.