O Ministério da Agricultura adverte: o preço do brigadeiro não tem nada a ver com o preço do etanol Abril 15, 2008
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: biocombustível, brasil, etanol
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Eis a notícia:
“No Brasil, os biocombustíveis não concorrem com os alimentos”, acrescentou. ““Não é o que acontece em outras partes do mundo”.
Vamos lá, vamos lá. Um pouco menos, ministro. Segundo este estudo do meu amigo Marcus:
In Brazil, sugar and ethanol are produced on an integrated basis. Currently, there are 306 operational mills producing 55 million tons of sugar or ethanol. The option to produce more or less of each product is influenced by the relative prices. When sugar prices increase, for example, producers can divert sugarcane production from ethanol to sugar. The production process also generates 100 million tons of waste—bagasse and straw— that can be used as fuel for heat and power generation. This is one significant advantage of sugarcane-based ethanol. Today, Brazilian mills and distilleries are nearly entirely self-sufficient in energy supply, and a few even sell surplus electricity.
Preços relativos ainda importam, mesmo que você queira dizer que importa menos que nos EUA. Outra discussão – bem mais complicada – é se este catastrofismo da FAO tem algum sentido. Não é de hoje que a própria ONU não se decide entre apoiar ou não medidas que combatem a fome no mundo. Digo, apóia, mas seus burocratas parecem realmente não entender nada (ou muito pouco) sobre incentivos econômicos.
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