Quando é que o CATO disponibilizará o video do evento? Eu sugiro a você, estudante de economia, que o assista (quando disponibilizado) e abra a discussão com os colegas e professores. É importante – na formação intelectual de qualquer um – a capacidade de ser crítico quanto à ortodoxia ideológica brasileira o que, para mim, é sinônimo de gente que não gosta de discutir nada que envolva uma solução de mercado porque: (i) não entende, (ii) não entende, mas usa o “vocês, economistas, são muito XX ou YY e por isto não entendem a importância do problema”, (iii) entende, mas não tem contra-argumento, (iv) entende, mas quer mesmo é doutrinar você, (v) entende, mas não só quer doutrinar você, como também quer fazer confusão e chama urubu de meu louro ou “mercado” de “George Bush (este, supostamente um demônio, enquanto a esquerda brasileira é sempre boazinha e santa, a despeito de tudo).
Agora que você já riu um bocado, limpe a mente e pense: seria o mercado citado no título deste post algo que salvaria a vida das pessoas? A quem interessa a sua não-existência? E a quem interessa o oposto? Por que o medo da discussão? Qual seria o impacto do dito mercado (caso implantado) no Brasil? Como você poderia estimar isto?
Eis aí o exercício do dia de nosso LBDI (o tal “laboratório”, palavra da moda na faculdade). Caso queira, comente.