Quinta-feira, Fevereiro 7th, 2008


Falamos de Mariya Takeuchi.

In 1978, when she had studied at Keio University, Takeuchi started her own career with a single “Modotte-Oide, Watashi no Jikan”. From the late 1970s to the early ’80s, she have recorded 5 albums and several singles including top-ten hit “Fushigi na Peach Pie”. Those materials have featured dozens of Japanese and North American distinguished songwriters, instrumentalists, and producers, such as David Foster, Jim Keltner, Jay Graydon, Steve Lukather, Jeff Porcaro, David Hungate, Kazuhiko Kato, Kunihiko Kase, Shigeru Suzuki, Takashi Matsumoto, and her future long-term partner Tatsuro Yamashita. [1] “Heart to Heart”, one of her songs co-written by Roger Nichols and released in 1980, was recorded by the Carpenters two years later, and became the last recording for the late Karen Carpenter.

Note o leitor como há mais eventos lá do que aqui. Pelo menos, em termos de organização, os japoneses ganham dos descendentes.

p.s. este aqui não conta porque há muita intenção e pouca data.

Lembra da antiga série “Space 1999″? Mais ou menos era assim: acontecia alguma coisa com a Lua que a tirava da órbita e a lançava, desgovernada, no espaço sideral. Estrelando Martin Landau. Grande série. É o que me parece quando alguns dizem que o Brasil não enfrentará a mesma crise que o resto do mundo enfrenta. Ok, países menos globalizados podem reagir diferentemente a choques mundiais, mas nem o grau de globalização é o único critério, nem esta reação depende apenas de fatores externos (veja, por exemplo, isto, e pense um pouco).

O Brasil não se descolou do resto do mundo. Nem há previsões de que isto ocorra no longo prazo.

Quem diria. Enquanto isto, a blogosfera continua sonhando pesadelos com a Opus Dei dominando o mundo…só rindo.

Que tipo de regime político veda o acesso da “sociedade civil organizada (por gente que não a militância de cabresto)” às contas públicas? Eu sei, você dirá: regimes como os da ex-URSS e ditaduras afins.

O nome disto – na boca orgulhosa da militância de cabresto – é “bolivarianismo” ou, para os saudosos do defensor de ditadores, Luis C. Prestes, Lamarca et caterva, “socialismo real”.

E eu não tenho outro nome para esta prática bem documentada, na blogosfera não-alinhada, pelo Coronel ou pelo Marcelo Soares. Achincalharam com o já etéreo conceito de “segurança nacional”. Daqui a pouco colocam fogo no Parlamento e dizem que foram os neoliberais. Sieg, Heil.

Acho que não é demais dizer que transparência nas contas públicas é requisito de qualquer governo moderno, seja ele administrado por liberais ou não. Infelizmente, no caso do Brasil, não temos nem um, nem outro.

A blogosfera chapa branca deve estar se contorcendo para justificar a entrevista dos ministros. Jogos de palavras ficam, claro, sempre mais saborosos com belas citações legais. Aliás, lei é o que não falta neste país, o que me faz lembrar o leitor desta bela entrevista de Hernando de Soto (sempre mal visto pela esquerda anaeróbica) em meados deste século.

Novos programas de Uncommon Knowledge.

Adolfo faz uma excelente análise sobre incentivos e acidentes de trânsito. Note como vai muito além das superficiais matérias sobre o assunto publicadas, até agora. O leitor-foca tem aqui a chance de fazer algo novo em seu jornal ou tablóide. Vamos lá, beba nesta fonte que ao menos mais bem informado você fica. Se o editor não entender, pelo menos você saberá quem é o mais inteligente. ^_^

Alex dá uma verdadeira aula para o leitor, após ler esta estranha entrevista de importante membro do IPEA.

Governo liberal não faz isso:

Transparência Nunca Mais

Governo democrático de bases populares, de gente honesta e trabalhadora faz isto mesmo: “Estamos reavaliando essas informações. Se elas trouxerem algum prejuízo ao presidente da República, elas não mais estarão presentes no Portal da Transparência.”