A Caixa Preta do MST
Sem-terra morto era funcionário da Funpar e recebia quase R$ 3 mil por mês. Que o MST é um movimento de vagabundos, bandidos e assassinos, todos sabiam. O que não sabíamos é que muitos deles têm sinecuras asseguradas na máquina pública. Esse caso no Paraná clama por uma investigação séria. Está na hora do ministério público investigar o desgoverno desse projeto do clown de caracas, o governador Requião.
Assino embaixo.
outubro 27, 2007 at 3:43 pm
Isso é ignorância. Não se pode generalizar esse tipo de coisa como sendo típico do MST. Se é que é verdade. não duvido. Porém, é de muita má fé chamá-los de vagabundos, bandidos e assassinos. Quem mais morre nesses conflitos são os sem-terra, que são o maior e melhor movimento social brasileiro. É preciso estudar mais antes de falar isso ou deixar de se parecer com a arma que matou Trotsky.
outubro 27, 2007 at 8:12 pm
Curiosamente, ele foi demitido no dia em que morreu… Será que foi antes ou depois? Da pra pensar, não?
O MST, neste governo, está intimamente ligado à máquina federal, tanto com dinheiro (e haja dinheiro!) quanto com “mão de obra”.
outubro 28, 2007 at 1:43 pm
Mais uma notícia da Elite Branca!
outubro 28, 2007 at 8:39 pm
Exemplos como este não são únicos. Em alguns lugares os arregimentados para ser massa de manobra dos dirigentes dos ditos movimentos sociais não passam de pessoas não qualificadas e que são iludidos pelo apelo fácial de terra de graça. Sem a cesta básica e o bolsa-família não sobrevivem um mês nos acampamentos. Imagine se a sociedade for se basear no fornecimento de alimentos produzidos pelos 70 milhões de hectares já distribuidos até hoje pelo INCRA (lembrar que toda a agricultura brasileira ocupa 60 milhões de hectares). Estaríamos passando fome.
outubro 31, 2007 at 3:55 pm
Eu fui mal educado em meu comentário. Logo, fui editado. Não, amiguinho, não adianta vir aqui despejar ódio no blog.