Nunca antes na história deste país… Junho 28, 2007
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Esta notícia merecia ter uma “classificação indicatória” (ou algo assim), não? Olha o risco que é para as crianças…
Claudio
O mercado, na prática Junho 28, 2007
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Eric Rasmusen nos traz este exemplo de genialidade empresarial: drive-through em hotéis.
Claudio
Piada genial Junho 28, 2007
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Sabe como o Rene Descartes construiu a casa dele?
Com ergomassa, claro! Sacou? Ergo! Hahahahaha
Imagino Nietzsche com um martelo, batendo os pregos e conversando com um cavalo, em meio a obra.
Claudio
Política e Industrial: eis o resumo da ópera Junho 28, 2007
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Qual? Junho 28, 2007
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Dizem que o Fábio virá a BH para um breve descanso. Diz ele que deseja profundamente saborear uma(s) carne(s) de sol com mandioca(s) em algum boteco. A pergunta é: qual carne ele quer? A brasileira ou a chinesa?
Claudio
Ajude o professor Jones a responder esta pergunta…no Brasil Junho 28, 2007
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O que são movimentos sociais? Junho 28, 2007
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Reinaldo Azevedo não poderia estar mais correto. Se bem que há reparos. Há também o PSTU, o PCO, o PC do B, etc. E há, claro, gente nestes movimentos que não concorda com o aparelhamento, mas não se manifesta, ou por medo da gangue, ou porque é meio sem ação, assim, de nascença.
Mas nunca vi um resumo tão bom quanto este do Reinaldo, o que é lamentável porque, em outros países, os ditos “democráticos”, os movimentos abrangem uma gama maior de pontos-de-vista. Aqui no Brasil, se aparece uma ONG que defende os princípios de uma sociedade aberta, é atacada por militantes (acadêmicos ou não) que a acusam de “neoliberal” (eles nunca são “comunistas”), a serviço de Washington (elas nunca recebem dinheiro da Via Campesina, Cuba ou fundações estrangeiras), retrógradas (elas nunca defendem a socialização dos meios de produção), aliadas de ditadores (elas nunca se lembram de que apóiam com entusiasmo quase erótico os governos de Castro ou Kim Jong Il), etc.
Estes são os “movimentos sociais” no Brasil. Em sua esmagadora maioria, claro. Afinal, há sempre alguma exceção…
Com sua pregação de que não existe indivíduo porque, vagamente, somos “seres políticos”, incentivam o comportamento irresponsável (se não há indivíduo, não há responsabilidade individual), a ética de duas caras (ei, quem pintou a cara e foi às ruas contra Collor e……….Renan Calheiros, Sarney e afins?), o discurso do “é tudo igual” (é, mas quem diz isto também é igual, não é?). Ao final, o que você tem é simplesmente a preparação - intencional ou não - do terreno para proto-ditadores, usando como bucha de canhão, claro, o bom e velho povão.
Claudio
Em homenagem dos imbecis latino-americanos paulistas Junho 28, 2007
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Para que servem os jornalistas? Junho 28, 2007
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Reproduzo o que diz o Leo:
Por que o jornalismo econômico é tão ruim no Brasil?
By Leonardo Monasterio
O jornalismo econômico deveria tornar acessível ao leitor comum o que os economistas dizem. Apenas isso. Nada de formular suas próprias teses, muito menos fazer lobby.
Por que o jornalismo econômico feito no Brasil é tão ruim?
Minhas hipóteses:
1- A bizarra lei que exige o diploma de jornalista afasta os economistas com vocação jornalística;
2- Quem disse que o leitor quer boas análises econômicas? Revistas de fofoca e livros com teses conspiratórias vendem mais do que interpretações mais sensatas, monótonas e corretas. Os jornalistas só dão aquilo que os leitores querem;
3- Ora, o jornalismo é corresponde com o nível de desenvolvimento do Brasil. Ou seja, o Luis Nassif boliviano deve ser ainda pior do que o brasileiro; já seu correspondente suíço deve ser bem melhor. Não se precisa de maiores explicações;
4- A longa instabilidade induziu um interesse excessivo por macroeconomia no leitor comum. No Brasil, ao contrário de outros países, todo pasquim apresenta a cotação do dólar. Isso não acontece nos outros países. Com isso, a qualidade do leitor mediano piorou e induziu a piora na qualidade do jornalismo econômico.
Vocês concordam?
Comentários e palpites lá no blog do Leo, ok?
Claudio
Quanto custa um parlamentozinho como o nosso? Junho 28, 2007
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Congresso brasileiro é o que mais pesa no bolso da população, em comparação com Parlamentos de onze países
O Congresso brasileiro é o mais caro por habitante, segundo levantamento da Transparência Brasil sobre os Orçamentos do Legislativo federal em 11 outros países. Apenas o Congresso dos Estados Unidos é mais caro que o brasileiro, mas ainda assim pesa menos no bolso de cada cidadão do país.
A pesquisa da Transparência Brasil comparou o orçamento do Congresso brasileiro com os da Alemanha, Argentina, Canadá, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, México e Portugal.
Em 2007, o Brasil destinou para a manutenção do mandato de cada um de seus 594 parlamentares federais quase quatro vezes a média do gasto dos parlamentos europeus e do canadense. Pelos padrões europeus de gasto parlamentar, o orçamento do Congresso brasileiro – equivalente a R$11.545,04 por minuto – poderia manter o mandato de 2.556 integrantes.
Se for levado em conta o custo absoluto do Congresso brasileiro por habitante (R$ 32,49), ele seria o terceiro mais caro do mundo, atrás do italiano (R$ 64,46) e do francês (R$ 34,00). O Brasil fica mais caro, porém, se for calculado o peso desse custo no bolso de cada habitante por duas medidas importantes para comparar economias nacionais – o salário mínimo e o PIB per capita. No Brasil, gasta-se dez vezes, em relação ao salário mínimo, o que se gasta na Alemanha ou no Reino Unido. Comparado ao PIB per capita, o gasto nacional é mais de oito vezes maior que o espanhol.
O mandato de cada parlamentar brasileiro custa hoje 2.068 salários mínimos – mais que o dobro do que ocorre no México, segundo colocado entre os países pesquisados, e 37 vezes o gasto proporcional ao salário mínimo registrado na Espanha.
Embora não tenham sido levantados neste estudo os custos diretos do mandato – salário, benefícios, assessores e verbas indenizatórias –, é possível comparar os gastos verificados na Câmara dos Deputados (R$ 101 mil mensais) aos da Câmara dos Comuns britânica (R$ 600 mil por ano). Cada parlamentar brasileiro consome mais do que o dobro de um
parlamentar de um país em que a renda per capita e o custo de vida são
muito superiores aos do Brasil.Mesmo se não houvesse Senado – a Casa mais cara do mundo por membro, segundo o levantamento –, o Brasil ainda teria um dos Legislativos mais caros existentes. O Orçamento de um Congresso unicameral seria menor que o do Parlamento italiano, o terceiro da lista.
“O presente levantamento reforça a percepção de que os integrantes das Casas legislativas brasileiras perderam a noção de proporção entre o que fazem e o país em que vivem”, escreveu o diretor executivo da Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo, na apresentação do trabalho.
O levantamento pode ser baixado da internet no endereço:
http://www.transparencia.org.br/docs/parlamentos.pdf
Estão de parabéns o Marcelo Soares e todo o pessoal da Transparência.
Claudio
