Ainda não entendi Junho 5, 2007
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Às vezes, recebemos alunos em níveis D e E, e entregamos ao mercado de trabalho em níveis A e B. É um esforço muito grande de todo o nosso corpo docente, mas, também, do próprio aluno que assume o compromisso que temos em torná-lo um excelente profissional. Este é um trabalho que nós queremos dividir. Primeiro, com o próprio aluno, pelo compromisso que assume conosco e com ele mesmo. Segundo, dividimos com o nosso corpo docente que dá toda sua contribuição. Nós recebemos alunos que nem sempre estão, no início, no melhor nível, e o transformamos. Ele, para progredir efetivamente no ensino, tem que estudar, tem que aprender e entrar num processo responsável de construção da cidadania e do profissionalismo.
Louvável, e estão de parabéns os colegas da UnP. Mas eu não consigo entender como eles fazem o milagre. Comentários?
Claudio
Uma nova guerra fria até que seria interessante Junho 5, 2007
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Solução Coasiana Junho 5, 2007
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Eis um bom tema para se discutir.
A recém-lançada organização não-governamental britânica Cool Earth está comemorando o Dia do Meio Ambiente com uma campanha que incentiva as pessoas a comprarem seu próprio terreno na Floresta Amazônica para ajudar a combater o aquecimento global.
Claudio
Como é? Junho 5, 2007
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Veja a importância do debate sobre regras e discricionaridade no país. Gasta-se uma grana para se fazer um tal plebiscito. Independente do que você acha, ganhou apenas um dos concorrentes. Aí a lei deve ser cumprida e o governo resolve…relaxar.
Ok, já é esquisito. Mas aí você lê um sujeito - deve haver um erro na transcrição, não é possível - que é contra o relaxamento dizer algo como o que se reproduz abaixo.
O sociólogo Guaracy Mingardi, pesquisador do Instituto Latino-Americano para a Prevenção do Delito e Tratamento do Delinqüente (Ilanud), disse ver com preocupação as mudanças propostas pelo governo. “O problema não é estender o prazo de recadastramento ou diminuir o valor da taxa de registro. Isso é até positivo, pois evita que só ‘filhinhos de papai’ tenham condições financeiras de andar armados”, disse. “O que não dá é para ficar cedendo à pressão das empresas. Se isso for sistemático, corremos o risco de voltar ao que era antes.”
Como é? Então, lá no fundo, o bom é que todos andem armados, certo? O direito à auto-defesa é de todos, com arma de fogo mesmo. Onde é que eu perdi o fio da meada?
A notícia toda está aqui.
Claudio
Desconstruindo mitos: não foi o Bolsa Família Junho 5, 2007
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As respostas fornecidas por especialistas podem ser divididas em dois grupos. O primeiro elege o uso de políticas sociais, especialmente o Programa Bolsa Família (PBF), como determinante da reeleição do candidato Lula. O segundo grupo associa a reeleição de Lula a fatores econômicos. Vejamos cada uma dessas hipóteses em separado.
Leia tudo.
Claudio
Das normas sociais em situações de conflito Junho 5, 2007
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Então você está em pleno século XI, no Japão feudal, em meio a mais uma rotineira matança entre exércitos. Nada mais natural. Eis que um dos exércitos perde e seu chefe, Sadato, dá no pé. O general inimigo sai em seu encalço e, segundo o livro citado, ao correr, gritava ao senhor Sadato:
“É uma desonra para um guerreiro virar as costas ao inimigo!”
Nisto, o fujão fica bravo, pára o cavalo e recita, de improviso:
“Rasgado em pedaços está o tecido do vestuário!”
Ao que, imediatamente, o outro responde:
“Desde o momento em que o tempo deteriorou os fios com o uso.”
Depois desta breve paráfrase (senão eu não resumiria isto), eu cito:
Yoshii, que mantivera o arco retesado para atirar, relaxou-o de repente e deu meia volta para regressar, deixando ir embora tranquilamente aquele que se aprestara para matar.
Ao perguntarem-lhe o motivo de tão singular conduta, respondeu que não tinha a coragem de cobrir de vergonha um homem que era capaz de manter a presença de espírito mesmo quando estava a ser acossado de perto pelo inimigo. [Edmond Rochedieu, "Xintoísmo", Editorial Verbo, Lisboa/São Paulo, 1982, p.167]
Que lição tirar disto? Primeiro, pode-se pensar que o capital humano faz toda a diferença em batalhas de samurais, já que generais costumavam ser mais educados do que a peãozada japonesa que mal sabia ler ou escrever. Outra lição é que, em algum momento da história, em um lugar totalmente distinto, também havia a tentativa de se dar bem através da boa lábia (e não falo do Brasil!).
De qualquer forma, lamento que a guerra civil que se trava no Brasil hoje não tenha, pelo menos, externalidades poéticas. Terroristas que invadem usinas, gangues de criminosos, invasores de propriedades alheias, foras-da-lei amigos de políticos que riscam o seu carro nas ruas…nenhum deles é capaz de deixar mais que uma pichação incompreensível nos muros, reflexo da própria confusão mental.
Há sempre o bom grafite, mas este já não faz parte dos tempos de guerra…
Claudio
p.s. Eu aposto que o Leo Monasterio iria me dizer: “Claudio, se você acha que admiramos este modo poético de ver a vida, de forma geral, é reflexo de algum processo evolutivo, então….(aqui o Leo completa com uma breve discussão sobre o processo evolutivo de normas sociais…eis uma agenda de pesquisas interessante).
A economia dos piratas Junho 5, 2007
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Peter Leeson tem mais um artigo interessante:
Claudio