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Morales e os bolivianos Março 26, 2007

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A economia do mercado ILEGAL de órgãos Março 26, 2007

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Crônicas de nossos políticos Março 26, 2007

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Daniel Piza, em bom momento.

Trechos:

A semana política foi cheia, o que em geral significa que nosso vazio se ampliou. Votações, discursos, encontros e projetos deram bastante material às páginas de política, embora devessem estar nas de humor. É vã a esperança de fazer os homens felizes por meio da política, escreveu Carlyle em seus diários. Mas que outro tema pode fazê-los rir assim, todos os dias, mais de uma vez ao dia, incluindo fins de semana? A comédia da vida pública brasileira, como as telenovelas, se arrasta até o previsível desfecho, mas, ao contrário delas, mostra o ridículo da humanidade com eloqüência única.

Veja, leitor, o circo parlamentar. Seus palhaços e malabaristas são profissionais 24 horas. Olha como o PMDB executa a coreografia governista com precisão. Admire-se com o crescimento do Partido Republicano (sic), fusão do Partido Liberal (sic, de novo) com o Prona (aquele de um dos maiores comediantes do país, Enéas, o Ronald Golias do horário eleitoral). Mas não espere por investigações sobre eventuais apoios financeiros a esses aliados, do tipo mensalão (segundo a ópera-bufa de Roberto Jefferson) ou sacolão (assim rebatizado por José Alencar; não o escritor José de Alencar, o vice-presidente), afinal o que todo mundo faz é o que ninguém vê.

E não é que Collor, ator que só admitia papel de herói, agora assume o de mártir? Revelou enorme talento para o “understatement”, para a frase que diz menos do que quer dizer, ao falar no púlpito do Congresso sobre sua destituição de 15 anos atrás; mostrou arrependimento pelo confisco nada liberal da poupança dos brasileiros, mas se disse inocentado pelo STF. E ganhou aplausos de Renan Calheiros, do tucano Arthur Virgílio, até do petista Aloizio Mercadante. “Merde pour toi!”, pareciam dizer, repetindo o desejo de boa sorte dos atores ao colega. A imprensa registrou a cena como se fosse realista. Sorte nossa é que outro grande ator, Pedro Simon, com “timing” de Walter Matthau, dias depois subiu ao mesmo palco para lembrar o distinto público uma por uma as provas testemunhais e documentais da Casa da Dinda, aquele grande cenário inspirado em O Rei da Vela.

Collor que se cuide, porque outros veteranos passaram por plásticas mais sutis. José Sarney, como Chico Anysio, sabe se multiplicar em vários personagens, sem deixar de ser o mesmo. Um de seus aliados, Edson Lobão (não o cantor, nem o aumentativo de “lobby”), voltou a defender a criação do Estado do Maranhão do Sul, lá nas paragens que a família do ex-presidente costumava dominar. Ao se manifestar sobre o assunto, o autor de Saraminda e aliado de Lula disse que em sua região é conhecido por ser contra o projeto, embora nacionalmente seja conhecido por ser a favor. Ou seja: em vez de dizer se é a favor ou contra, ele diz que é conhecido por ser ambos. E tudo no mesmo tom de voz, sem mover um fio do bigode. Isso, sim, é arte da representação.

Mas o protagonista, o farsesco maior, é, claro, quem tem mais falas. Lula, como um ex-aprendiz e ex-inimigo de Sarney e Collor – a quem recebeu no mesmo Palácio do Alvorada que disputaram como mocinho e bandido em 1989, enquanto o muro de Berlim caía –, elogiou os usineiros, agora “heróis do mundo”. Depois de monólogos brilhantes nas semanas anteriores – “Quem não gosta do Brasil que vá embora”, “A massa encefálica dentro do meu cérebro” e “A educação do Brasil é das piores do mundo” – e de referências ao ponto G (com gesto e tudo), o compósito de Mazzaropi e Peter Sellers também disse que não aceitaria mais erros na nomeação do Ministério. O tal Balbinotti, latifundiário da soja e suspeito de forjar empréstimos no Banco do Brasil, precisou deixar o elenco. Não ocorreu a Lula que teve pelo menos 100 dias para definir sua “nova” equipe, tempo de ensaio inédito em todas as latitudes políticas.

Divulgou-se também que Lula fez reunião para resolver o apagão aéreo. Na reunião estava a cúpula da Infraero, aquela mesma que disse no dia seguinte que não existe crise nos aeroportos, como se todas as horas de espera e abuso sofridas pelos cidadãos fossem ilusionismo. E que está sendo investigada pelo Tribunal de Contas da União por licitações suspeitas e por dar dinheiro para uma conferência sobre água (não sobre ar) do MST (não o movimento dos sem-água) – o que qualificou de “função social”. Em vez de montar uma força-tarefa para resolver o apagão, Lula prefere o jogo de cena. E, no mesmo Congresso que mandou barrar a CPI do setor, aplaude o aumento de seu próprio salário e de todos os políticos. Ri melhor quem ri com o dinheiro dos outros.

Claudio

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Concorrência Imperfeita para “dummies” Março 26, 2007

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Por que os índices de concentração são importantes? Por que o estudo da estabilidade - ou não - de um cartel e a Teoria Econômica do Direito são importantes?

Por nada, por nada, por nada.

Precisa fazer um desenho, cara?

Claudio

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Era um mercado capitalista selvagem e se reestatizou ou nunca deixou de ser estatizado? Março 26, 2007

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Movimentos Sociais que me Fazem Feliz Março 26, 2007

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* Xô CPMF.

* De olho no imposto.

Claudio
p.s. o engraçado é que no primeiro, todo mundo que é governo hoje votou contra a CPMF em 1996. Engraçada esta tal “ética na política”. Deve ser prima do “silêncio dos intelectuais”.

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Outra boa do Bernardo Março 26, 2007

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Leia aqui.

Claudio

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Estratégia Macroeconômica Março 26, 2007

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Eis mais uma excelente carta do Jorge Vianna Monteiro, o pioneiro da Escolha Pública na academia nacional. Faça a leitura da mesma aqui.

Claudio
p.s. Jorge estará lançando novo livro em breve.

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Os engraçadinhos Março 26, 2007

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Como se sabe, ao contrário do que esperneiam alguns, os EUA também tem seus políticos adeptos de soluções fáceis (= não-soluções). O trecho abaixo é reproduzido sem os links (mas você pode conferi-los na edição de hoje do original de onde copiei-e-colei o trecho abaixo):

Life Imitates ‘The Simpsons’
From “Whacking Day,” an episode of “The Simpsons,” which first aired April 29, 1993:

Principal Skinner: So, what’s the word down at One School Board Plaza?

Superintendent Chalmers: We’re dropping the geography requirement. The children weren’t testing well. It’s proving to be an embarrassment.

Skinner: Very good. Back to the three R’s.

Chalmers: Two R’s, come October.

From the Seattle Times, March 26, 2007:

State lawmakers appear on the verge of dumping the math and science sections of the 10th-grade Washington Assessment of Student Learning (WASL), and replacing them with a very different kind of test.

The idea is to do something about the fact that so few students pass the math and science sections.

Político é malandrinho em qualquer país. A diferença é que, lá, a imprensa é menos bovina e a oposição reage mais rápido. Há outras diferenças, mas eu não sou tão bom para explicá-las. Basta verificar que busca atravessar a fronteira do México são os filhos do bananão em direção ao império do mal (EUA) e não o contrário.

Claudio

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A história dos planos econômicos no Bananão Março 26, 2007

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Different from the Plano Trienal, which lacked a substantial statistical basis, the PAEG was a document that gathered 114 tables and 21 graphs within a span of 240 pages. This was a substantial forward step in economic analysis in Brazil. Its global message was clear, and not so different than that of its predecessor.

É como eu sempre digo: um pouco menos de verborragia não atrapalha. Os ministros de Castelo Branco poderiam ter sido menos cruéis pois, claro, nem sempre um documento cheio de gráficos e tabelas é melhor que a verborragia. Mas, neste caso, parece-me um avanço inegável. Afinal, a racionalização tributária e o Banco Central foram criados no período.

É, de vez em quando alguém tem que desfazer a fantasia e lembrar as pessoas dos custos de oportunidade. Tabelas e gráficos ajudam bem nestes casos.

Claudio

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Ihhhh… Março 26, 2007

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Eduardo Graeff (21/03/07 14:11)

Permitida a reprodução citando a fonte
http://www.e-agora.org.br

De arrepiar o depoimento de um jovem advogado do Rio de Janeiro, reproduzido hoje pelo ex-blog do César Maia, sobre o sumiço das comunidades dele no Orkut e as visitas que recebeu da Polícia Federal. Confira.

KGB EM PLENA AÇÃO! PERSEGUIÇÃO E CENSURA!

1. As comunidades de jovens tipo orkut usam uma adjetivação aberta para atrair pessoas ao debate. Nomes chamativos. Assim é comum se encontrar comunidades tipo “odeio…”, “quero ver no inferno…”, “se morrer tanto melhor…”

2. Só que agora a própria Policia Federal -sob comando do PT- resolveu censurar comunidades tipo orkut, que use adjetivações fortes em relação ao presidente ou ministros.

3. Leia esse depoimento:

A) Meu nome é Arthur Rodrigues, sou morador do Rio, tenho 24 anos e mestrando em Direito Internacional na UERJ. Além disso, há muitos anos sou oposição ao governo do Lula. Hoje, no entanto, vivenciei umas das maiores barbaridades que poderia imaginar e por isso venho aqui enviar-lhe este e-mail. Em 2004 fiz minha conta no orkut e na mesma época criei as comunidades, PSDB e Morte ao Lula, além de outras. Ambas fizeram relativo sucesso, até o fim do ano passado quando foram excluídas por razões desconhecidas, mas que eu atribuí a hackers graças à proximidade das eleições.

B) Há três meses, porém, o porteiro do meu prédio indicou que supostos policiais vinham procurar-me na minha casa. Não estava em nenhum dos momentos, assim que sempre pedi ao zelador que solicitasse o telefone aos oficiais, sem sucesso. Procurei a polícia federal em dezembro, mas não souberam me informar. Há poucas semanas, na terceira “visita”, resolveram deixar o telefone e marquei uma reunião hoje (19 de março) às 16:00 horas com o Sr. Arnaldo, da Equipe Bravo, do Núcleo de Operações da Delegacia Fazendária, 2º andar, sala 31, da PF da Praça Mauá.

C) Chegando lá fiquei sabendo que o tema era o orkut e a comunidade do Morte ao Lula. O policial me informou que a solicitação de identificação veio de Brasília, de alguma repartição ligada à Segurança Institucional, pediu que eu confirmasse a autoria do projeto, eu confirmei e afirmei contudo que se tratava de uma alegoria (inclusive havia um cartoon do Lula sendo guilhotinado). O policial continuou, vendo que eu era estudante de Direito (ao que corrigi dizendo que sou formado) disse que se tratava de assunto sério, que eu deveria ser mais cauteloso, etc. Eu respondi que estava no meu Direito Constitucional à oposição, que na própria comunidade diversas vezes foi dito que o objetivo não era a formação de qualquer projeto assassínio, que éramos pacíficos, etc.

D) Finalmente, no fim do dossier, havia uma notícia, não sei de qual jornal, que dizia do acordo entre a PF e o Google, de excluírem comunidades diretamente. O que me causou espanto foi a coincidência do período (que não sei dizer quando ao certo) entre a exclusão entre as comunidades do PSDB e esta contrária ao presidente. Não sou filiado a nenhum dos partidos e atualmente estou bastante distanciado de quaisquer atividades políticas.

Agradeço imensamente a atenção dispensada,

Arthur Rodrigues.

Claudio

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Sobre comentários e anônimos Março 26, 2007

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Outro dia falei disto aqui. Mas vamos a dois depoimentos. O primeiro:


Aquele representante do MSG — Movimento dos Sem-Gramática — chamou-me de cão raivoso, pit bull e outras delicadezas. E eu só havia feito uma crítica política: dura, sim, mas sem baixaria. Por que a reação desproporcional e tão pouco inteligente? Também essa resposta é simples: porque estão acostumados a patrulhar, a apontar o seu dedo podre contra terceiros, sem que os “apontados” reajam. Ora, até havia outro dia, ai do coitado que caísse na malha fina da intriga e do cretinismo político e fosse considerado, por exemplo, “de direita”. Estava perdido. Nem emprego arrumava mais. Aliás, querem TV pública para que possam (re)fundar o clubinho. Os mesmos que davam as cartas nas redações da imprensa que chamam “burguesa” — e olhem que esse verbo no passado é pura esperança minha: ainda dão. Pois bem: a novidade é que, hoje em dia, há uns dois ou três que topam afrontá-los e confrontá-los, que não se intimidam. Eles gritam “direitistas!”, e a gente diz: “Tudo bem”. E os coloca, em seguida, como bibelôs, numa montanha de 200 milhões de mortos produzidos pela esquerda.

Pinochet vivo, eu o chamava de facínora. Pinochet morto, eu lhe desejei uma péssima estadia no inferno. Mas eles pretendem adular seus bandidos, como Fidel Castro e Hugo Chávez, enchendo a boca para me chamar de “neonazista”. “Eles”, os que consideram os terroristas palestinos “resistentes” e “vítimas”; “eles”, os que, no fundo, acham que a Al-Qaeda deu uma bela lição nos EUA e no “complô judaico que governa o mundo”; “eles”, os que estão doidinhos para enfiar a mão no bolso do contribuinte para criar uma sinecura estatal em que possam exercer suas teorias conspiratórias ridículas; “eles”, que, sob o pretexto de combater os leões da mídia, resolveram se juntar às hienas, aos urubus, aos mercadores da desgraça e da infelicidade alheias, aos que vendem Deus a prestação. Esses vagabundos acham que podem me dar lição de moral. Não podem.

O segundo:

Há alguns dias o pessoal da blogosfera estava se debatendo quanto à moralidade de um personagem anônimo (ou ARG, segundo um de seus criadores). Em um dos últimos suspiros de sobriedade o dito cujo apelou:

“Nospheratt e Grande Líder, acho que nos querem fora daqui”

Pobre ser inexistente, contando com a minha ajuda depois de irritar mais de meio mundo com opiniões furadas. Ora, o problema dele nunca foi ser fruto da invenção de uma ou duas mentes pervertidas, mas sim ter irritado algumas pessoas bem intencionadas.
Quem não é invenção na Internet? Todo mundo é. O seu nome de batismo foi inventado por alguém (e só usa quem quer), portanto por que não trocá-lo por algum mais adequado aos seus fins? O guru se chama Cardoso, mas poderia ser Pereira. Por que não? Talvez seja e não há nenhum problema nisso.
Talvez meu nome não seja Grande Líder da Silva (mas é). Talvez eu não seja um potentado empresarial (mas sou). O fato é que não importaria meu nome se eu estivesse escrevendo bobagens infelizes. Poderia acontecer se eu não fosse Error proof (mas eu sou).
Já aconteceu de eu entrar em discussões acaloradas por usar um pseudônimo. Minha resposta foi: “E você não usa um também? Quem garante que seu nome é Zé? E mesmo que seja Zé, isso o torna mais conhecido do que eu?”. Não, é claro que não muda ser Zé ou Grande Líder da Silva.

O que muda é ser grosseiro, antipático ou arrogante com os outros. Nesse caso, caríssimos leitores, a vaca vai para o brejo.

Minha opinião: sim, é difícil saber com quem você está falando (sem pensar em carteiraço, ok?). E isto é um trunfo nas mãos de alguns mal-educados que aproveitam para falar bobagens e se mandar. Claro, ser mal-educado não é de forma alguma um monopólio de anônimos.

Claudio

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Sociedade brasileira Março 26, 2007

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Duas hoje:

* Meu colega Humberto - “Eis o peso morto: como todos são desonestos, tenho um custo adicional de preparar provas anti-cola”.

* Do excelente blog do Bernardo - (interpretação livre minha) “Policiais, não atirem. Nós, na favela, estamos cansados disto. Deixem os traficantes trabalharem em paz”.

Percebe o que é perda de peso morto (”deadweight loss”)?

Claudio

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A microeconomia da oferta de caça-níqueis Março 26, 2007

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Eis a notícia.

Trechos:

* Comerciantes contam que o investimento feito no kit montagem ou na máquina já montada é recuperado em, no máximo, três meses. O tempo vai variar de acordo com a programação de lucro feita na máquina. É possível, por exemplo, acertá-la para ficar com mais da metade do dinheiro dos apostadores e permitir que a outra parte seja dividida como prêmio entre centenas de pessoas.

* Quem compra arca com riscos de furto ou roubo. Como a máquina é proibida, se for assaltado, não pode sequer registrar boletim de ocorrência. Por isso, os precavidos pagam até R$ 35 por uma “máscara de ferro” - barra de ferro instalada ao redor da caixa da máquina.

* Enquanto os caça-níqueis se espalham, o diretor jurídico do sindicato de bares, José Francisco Vidotto, ligado ao deputado estadual Campos Machado (PTB), prepara esboço de projeto de lei para ser apresentado ao parlamentar, sugerindo criação de espaços específicos para jogos nos estabelecimentos comerciais.

Está ainda em análise no Supremo Tribunal Federal ação direta de inconstitucionalidade que pode derrubar a lei paulista sancionada em janeiro pelo governador José Serra (PSDB), proibindo máquinas no Estado. “A lei criaria áreas inspiradas nas que já existem em restaurantes para fumantes.” A assessoria do deputado informa, porém, desconhecer o projeto.

Claudio

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Ciência, cada vez mais séria Março 26, 2007

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Eis um interessante conjunto de links para alunos e pesquisadores de economia.

E dizem por aí que “com Econometria se prova o que você quer”. Claro, se não há critérios científicos, tudo bem. Mas não é o caso na Academia, certo?

Claudio

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A arte de empacotar Março 26, 2007

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A esquerda racional Março 26, 2007

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A luta armada não deu certo e eles querem indenização? Então eles não estavam fazendo rebelião, mas um investimento.”

O Millôr, realmente, é um sujeito inteligente. Os bolivarianos negam, mas eles fazem o cálculo custo-benefício direitinho, de forma bem racional. Por que negar? É que fica mais fácil esconder seus interesses, saca?

Claudio

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A história do joguinho “Banco Imobiliário” (conhecido em inglês como “Monopólio”) Março 26, 2007

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Certos jornalistas não entendem o óbvio Março 26, 2007

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Vale a pena ficar desempregado? Março 26, 2007

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Um casal de desempregados foi preso, por volta das 21h de domingo, 25, acusado de piratear CDs, DVDs e games, que eram distribuídos para ambulantes da região da 25 de Março, no centro da capital paulista.

Por causa de uma dívida de aluguel, Marilete Fernandes Santana, de 24 anos, e sua vizinha começaram a discutir no interior do imóvel na Rua Celso Vieira, em Vila Portugal, região de Pirituba, zona oeste da cidade. Temendo que a briga tomasse proporções graves, testemunhas acionaram a Polícia Militar.

A notícia acima mostra que vale sim. Só tem que ser cuidadoso para não deixar os vizinhos notarem. Por pouco o casal não continuava sua vida “honesta, porém ilegal”.

Por que a informalidade é tão alta? Pergunta que tem sido feita por vários economistas. Há os que falam da carga tributária ou de outros motivos. O tema é realmente interessante. Mais ainda se você pensar que é possível que cada tipo de atividade informal (um camelô de CD’s ilegais é diferente de um camelô de frutas?) tenha causas diferenciadas e causas comuns. Só mesmo um estudo com micro-dados para resolver isto.

Claudio

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Ele ainda não foi demitido? Março 26, 2007

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Aposta que isto não terá efeito algum? Março 26, 2007

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