Are you a Smith-Hayek economist?

The Smith-Hayek characteristics include the following:

# a tendency to make the distinction between voluntary and coercive action clear in formulating many basic economic categories, principles, and arguments;
# an appreciation that knowledge is not merely information, but also interpretation and judgment, and as such is highly particular to the individual and the moment; it is essential for humans to err, in the sense that they kick themselves for having interpreted or judged badly;
# a sense that economics must be relevant and serve social purposes, and that such service necessarily entails heavy engagement with non-economists, notably laypeople and policy-makers;
# a sensibility that economic reality is incredibly complex, inspiring the eschewal of efforts to paint a picture of the economy or how it “really” works;
# a sober, non-romantic view of government—since economic reality is scarcely knowable, we should be wary of those who pretend to manipulate it beneficially;
# a presumption in favor of liberty, not the status quo.

The Smith-Hayek characteristics are by no means typical of economists today. As one who shares those characteristics, I wonder if Smith-Hayek economists could do better. Maybe they would do better if they created an effective “we.”

Eu sou. E digo mais: se isto é um pensamento heterodoxo, ele existe apenas no espaço “Mundo menos Brasil”. Aqui, se existir, é um pequeno errinho aleatório…

Ou estou errado?

Ser ou não ser heterodoxo é questão inútil. O ponto é fazer ciência. E, sim, em algum momento você tem que decidir o que é ciência para você. Ou então, como me disse o prof. Paulo Haddad, na cantina, em algum momento de 1988: “você vira filósofo da ciência”. Nada contra, mas eu já estava no segundo/terceiro período do curso. Para mim, nesta época, mudar de curso seria um desrespeito às minhas preferências. Bom, cada um tem a sua preferência…

Claudio

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C.S.I. Wall Street

This blog is mainly concerned with topics of interest to forensic economists. This would include posts on the evaluation of damages in litigation. Of primary interest are economic issues related to litigation in personal injury and wrongful death suits. However, economic issues that involve other types of litigation may also be discussed.

Claro que vai para a barra dos links fixos ao lado.

Claudio

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Professor Shikida corta cabeça de alunos de Economia

Sinto dizer, leitor, mas é o outro professor de Economia que está fazendo isto: Pery Shikida. Acima, juntamente com a esposa e a filha que concordaram em aparecer na foto para consertar o dano visual causado pela feiosa pessoa que carrega a espada.

Claudio
p.s. Sim, nós queremos que a menina seja economista.

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I’m back to the kitchen

E não pense que vai me segurar. Eu gosto de construir estes makis como se fossem pesquisas de economia: com cuidado, respeito e capricho. Claro, sempre ajuda se você ouvir a primeira música que você cantou em um karaokê enquanto trabalha. Ou mesmo outras de cantoras com vozes afinadas com o espírito do Yamato.

Isto tudo para fazer uns “filadélfias” (nem sempre aceitos pelos mais puristas, dado que é uma invenção não-nativa). Farei uma reflexão sobre “a arte do sushi aplicada ao mundo corporativo” em breve, em meu – já citado aqui – futuro best-seller: “Tire a mão da minha linguiça” (direitos reservados) que, certamente, vai muito além de livrinhos bobos de auto-ajuda para homens/mulheres/transgênicos de negócios.

Claudio
p.s. Alex Castro poderia ser meu editor. Isto me garantiria, inclusive, vendas à esquerda, já que ele se converteu recentemente ao não-liberalismo. Alex, que tal um investimento “socialmente responsável” em seu colega de blog, heim? :)

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Nova base de dados

Lançamento Oficial do Índice Internacional de Direitos de Propriedade 2007

Organização e Coordenação global pela Property Rights Alliance (PRA) e International Policy Network (IPN)

Entidade Responsável pela divulgação do IIDP no Brasil: Instituto Liberdade

Porto Alegre, 06 de março de 2007 – O Índice de Direitos de Propriedade 2007 – IIDP (International Property Rights Index – IPRI) é o primeiro estudo comparativo internacional que mede a importância dos direitos de propriedade tanto física como intelectual e sua proteção em direção ao bem-estar econômico. O Índice foi criado pelo Programa de Bolsas de Estudo Hernando de Soto da Property Rights Alliance (PRA), em Washington, DC, EUA, e distribuído em 38 organizações de 6 continentes incluindo o INSTITUTO LIBERDADE, no Brasil.

O Índice avalia três areas, Ambiente Legal e Político (LP), Direitos de Propriedade Físicos (PPR) e os Direitos de Propriedade Intelectual (IPR). Os resultados dificilmente surpreendem: os países classificados no topo do quartil usufruem um PIB médio sete vezes maior que os países do quartil inferior. Trata-se de um medidor internacional em direitos de propriedade privada de 70 países, que representam mais do que 95% do PIB mundial.

Dentro do espírito do trabalho de ponta conduzido por Soto, a esperança é a de que o Índice prepare o caminho para estudos futuros, que classificarão os países de acordo com as forças e fraquezas de seus direitos de propriedade, assim como apoiar os formuladores de políticas públicas na composição de uma legislação sólida, que fortaleça a proteção da propriedade e o estado de direito.

Outro objetivo do Índice é de auxiliar os países na identificação de falhas das políticas atuais de direitos de propriedade e na estrutura legal.

Os mecanismos legais essenciais, que estão ao alcance de empreendedores em países avançados, são exatamente o que os desprovidos necessitam para transacionarem além do seu círculo familiar e social, diz o importante economista Hernando de Soto em sua introdução.

De acordo com a Dra. Margaret Tse, do Instituto Liberdade, em relação ao Brasil, as distorções de mercado – incluindo impostos e tarifas – são a norma. Estes agem como barreiras ao empreendorismo. Da mesma forma, a ausência de definições do arcabouço jurídico e do estado de direito, com referência à proteção dos direitos de propriedade, impedem investimentos em pesquisa, tecnologia e capital humano. Ela ainda acrescenta o grave impacto da interferência governamental, pois os entes públicos brasileiros dispõem hoje de um poder ilimitado para, arbitrariamente, despojar qualquer cidadão ou entes particulares de seus bens ao invocar a “função social”. É uma visão anticapitalista, antiempresarial e antiindivíduo. Superar o poder de interesses políticos entrincheirados e estabelecer uma política pública racional hoje em dia vai exigir o mesmo tipo de comprometimento para com os direitos de propriedade.

A rede de organizações internacionais parceiras na divulgação do lançamento do IPRI 2007 é composta pelas seguintes entidades:

1. Alternate Solutions Institute, Pakistan
2. Asociación de Consumidores Libres, Costa Rica
3. Centre for Free Enterprise, Korea
4. Centro de Investigaciones Económicas Nacionales, Guatemala
5. CEPOS, Denmark
6. Competere, Italy
7. Circulo Liberal, Uruguay
8. CIVITA, Norway
9. ESEADE University, Argentina
10. Eudoxa, Sweden
11. European Center for Economic Growth, Austria
12. FREE, Poland
13. Friedrich A. v. Hayek Institut, Austria
14. Friedrich Naumann Foundation, East and Southeast Asia Regional Office
15. Fundación Atlas 1853, Argentina
16. Fundación IDEA, Mexico
17. Fundación Libertad, Panama
18. Fundación Libertad y Democracia, Bolivia
19. IMANI: The Centre for Humane Education, Ghana
20. Initiative for Public Policy Analysis, Nigeria
21. Instituto de Libre Empresa, Peru
22. Instituto Ecuatoriano de Economía Política, Ecuador
23. Instituto Liberdade, Brazil
24. Instituto Libertad y Progreso, Colombia
25. Instituto Para La Libertad y el Analisis de Politicas, Costa Rica
26. Institut Constant de Rebecque, Switzerland
27. Institute for Free Enterprise, Germany
28. Institute for Public Affairs, Australia
29. Inter Region Economic Network, Kenya
30. International Policy Network, United Kingdom
31. Jerusalem Institute for Market Studies, Israel
32. Libertad y Desarrollo, Chile
33. Liberty Institute, India
34. Property Rights Alliance, United States
35. RSE – Centre for Social and Economic Research, Iceland
36. The Center for Institutional Analysis and Development, Romania
37. The Free Market Foundation, South Africa
38. The Lion Rock Institute, Hong Kong

Os dados para pesquisadores

Os dados completos, incluindo as exposições publicadas, os links de cada componente do relatório, as páginas com informações de cada país em um total de 70 países, os links da rede de 38 organizações internacionais parceiras na divulgação do índice estão disponibilizados no website: http://www.InternationalPropertyRightsIndex.org

O Instituto Liberdade, faz parte desta rede parceira internacional e é responsável pela divulgação do índice no Brasil. Para quem estiver interessado em receber a publicação original em inglês impressa, o Instituto Liberdade disponibiliza o material. Entre em contato com o instituto pelo e-mail: il-rs@il-rs.org.br

O website do Instituto Liberdade também apresenta uma seção dedicada ao Índice Internacional de Direitos de Propriedade (IIDP): http://www.il-rs.org.br

O material em português será lançado em entrevista coletiva de imprensa com um dos coordenadores internacionais da International Policy Network, durante a realização do Fórum da Liberdade (criado pelo IEE) cujo tema central é “Propriedade e Desenvolvimento”, em abril de 2007.

Claudio

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Milícias e segurança privada

Do Rantings of a Sandmonkey (um dos meus favoritos quando a discussão é Oriente Médio), links interessantes sobre segurança privada. Por coincidência eu acabei de falar disto antes do segundo horário de aulas aqui, lembra?

Bom, as milícias cariocas são mais baratas do que algum tipo de encomenda como esta, mas, claro, são ilegais…

Claudio

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Empreendedorismo

Mas um estudo do gabinete militar do prefeito do Rio, César Maia, estima que uma residência em área “vigiada” paga de R$ 10,00 a R$ 15,00 por mês. A cota mensal dos estabelecimentos comerciais é de R$ 40,00. Há outras arrecadações, como o ágio de R$ 5,00 no preço do botijão de gás, o pedágio dos transportes alternativos e a venda de sinais clonados das TVs a cabo. A partir desses dados, o gabinete estima que o faturamento da milícia de Rio das Pedras é superior a R$ 1 milhão por mês.

Sim, a mesma notícia que acabo de colocar aqui. Eu me pergunto se sai mais barato que pagar impostos. E tenho medo de encontrar a resposta…

Claudio

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Piadinha

Ok, hoje me contaram uma história que eu, sempre com Groucho Marx na cabeça, alterei e ofereço aos leitores deste blog agora:

Na banca da defesa de sua monografia, um hipotético aluno impressionou tanto um dos avaliadores que o mesmo ter-lhe-ia dito:

- Quer fazer mestrado?
- Quero, mas como assim?
- Na Alemanha, com tudo pago, inclusive boites de strip-tease.
- Tô nesta.
- Fala alemão com dialeto da Baviera?
- Não.
- Então não vai dar.

O aluno sai da sala triste e, como diria Groucho Marx, agora, o final da piada:

Os membros da banca se olham estupefatos e o avaliador sorri e diz:

- Primeiro de abril……….

O caso é quase-real (e quase-côncavo, creio), mas eu tive uma idéia genial (genial porque foi minha, claro): poderíamos fazer um novo “reality show” com alunos de graduação em economia: “O aprendiz de bobo”, no qual um aluno seria reprovado por programa. Só teríamos uma única monografia aprovada ao final do show.

Isto poderia ser um produto extra de faculdades. Afinal, aluno adora ver sangue (professor também, mas os alunos não gostam quando a pimenta lhe cai aos olhos sonolentos) e estaria disposto a pagar por isto.

Imagine as faculdades e os patrocinadores fazendo o maior sucesso por aí, com o drama dos alunos que – neste caso – teriam realmente de se esforçar para fazer a monografia.

Ok, pare de arregalar os olhos, cara. É só uma piadinha.

A propósito, fica aí a homenagem a um antigo aluno…

Claudio

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Da série “títulos de manchetes alternativos”

“Empresários sabem que as preferências dos consumidores são importantes”.

Para quem não acredita na soberania do consumidor (ou do internauta), eis aí mais uma das infindáveis evidências de que preferências são importantes.

O que normalmente muda, claro, são as restrições.

Ah sim, há também os que acham que preferências não são importantes para se explicar o consumo, mas boa parte deles criticava o FMI ou a regulamentação do direito de greve e hoje, veja só, dadas as restrições, dizem eles, mudaram de discurso.

Opa, até eles seguem a teoria microeconômica elementar.

Claudio

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Ciclos de estoques

Muita gente faz vista grossa aos capítulos do livro de Macroeconomia que tratam dos ciclos de estoques. Lembra? O velho acelerador do Samuelson ou a equação em diferença de segunda ordem do Metzler (ou seria do Meltzer?), estas coisas.

Mas não é preciso ir longe para descobrir que este ciclo é algo que fascina todo analista de conjuntura.

Claudio
p.s. E lembre-se: a diferença entre o faturamento (CNI) e a produção industrial (IBGE), não fosse a diferença de metodologias, seria quase que exclusivamente por causa deste ciclo.

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