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Em breve, nos links fixos… Dezembro 31, 2006

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Porcaria Dezembro 31, 2006

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Porcaria, 2007.

Claudio

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Homens vencem! Dezembro 31, 2006

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Fonte: NHK.

Claudio

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Esperemos por este filme aqui Dezembro 30, 2006

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No continente vermelho de Castro, Chavez e outros, um filme como este seria educativo.

Se bem que alteraram o “Adeus, Lenin” voluntariamente.

Depois dizem que não há esquerda anaeróbica neste continente…

Claudio

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Private Trash Collector? Yes. Dezembro 30, 2006

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Sorrisos no cinema japonês: hoje e ontem Dezembro 30, 2006

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Yuu Aoi, hoje.

Setsuko Hara, ontem.

Claudio

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Nepetismo, não! Dezembro 30, 2006

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Duke of Hazard - com razão - protesta contra esta nefasta prática da qual o partido do presidente LLUULLAA é antigo adepto.

Já o sindicato dos funcionários do BC, bem, sindicato, já viu, né?

Claro, eu apóio Duke sem ressalvas. Antes perder os inimigos do que os amigos (ou a piada).

Claudio

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Isto é que é bacana Dezembro 30, 2006

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A ANAC ajuda a manter a prática do “overbooking”?

Marcelo Soares, citando a mesma matéria que Roberto Romano citou no link acima, mostra como funciona a ANAC da era pós-FHC:

ANAC - Longarina de 4 lugares, preço unitário R$ 1.089,00
JF-RJ - Longarina de 4 lugares, preço unitário R$ 423,00

ANAC - Mesa diretor, preço unitário R$ 2.620,00
JF-RJ - Mesa diretor, preço unitário R$ 442,00

ANAC - Mesa oval de reunião, preço unitário R$ 3.586,00
JF-RJ - Mesa oval de reunião, preço unitário R$ 1.630,00

Ah sim, JF é a Justiça Federal.

Será que o pregão eletrônico é uma solução interessante para a ANAC?

Claudio

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Bin Laden não explicaria isto Dezembro 29, 2006

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Um dos mais famosos convertidos ao islamismo é Mike Tyson.

Sai dessa, Bin Laden.

Claudio

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Feliz Ano Novo Dezembro 29, 2006

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Fonte: Esta.

Claudio
p.s. se este blog ficar meio lento nos próximos dias, é que estaremos descansando.

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Longe de Deus, perto do Brasil Dezembro 29, 2006

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“…o demonio, tanto que daquella terra começou a vir o pau vermelho chamado Brasil, trabalhou que este nome ficasse na boca do povo, e que se perdesse o de Santa Cruz, como que importava mais o nome de um pau que tinge pannos, que o daquelle pau, que deu tintura a todolos Sacramentos per que somos salvos” [João de Barros, Décadas, 1a , v.2, tal como citado por Rodolfo Garcia, Ensaio sobre a História Política e Administrativa do Brasil (1500-1810), p.48].

Eu sabia que este negócio de pau-brasil não ia dar certo… :)
Claudio

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Government Failures, Colonial Brazil Style Dezembro 29, 2006

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Ainda falando do livro de José Gabriel de Lemos Brito, olhe que bacana, leitor, esta outra. Ao comentar os impactos econômicos de algumas leis da metrópole em 1761, o autor fala de uma que determinava um teto para a riqueza dos brasileiros. Algo assim: passou de um limite X de riqueza, deve-se voltar a Portugal e lá aplicar os ganhos.

Aí é que vem o interessante trecho:

Aqui, no Rio, foi esta lei que determinou a chamada Cidade das Três Portinhas. Quem morava em tais casebres era pobre. Para não terem que tornar à pátria, os remediados e os ricos iam construindo casinhas de três portas, onde moravam. O Rio chegou, em certa época, a só ter dessas construções para residência de sua população. Os morros de casebres, as favelas da cidade, tiveram essa origem. [p.162]

Olha, já ouvi gente dizer para mim que a importância dos incentivos sobre a ação das pessoas era fruto de minha visão “limitada” (quando não “importada dos EUA”). Ao ler o trecho acima, tenho a certeza de que continuo no caminho certo…

A História Econômica, quando bem feita, é fascinante. Caso contrário é verbodeologia (verborragia + ideologia).

Claudio

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Rent-seeking, Colonial Brazil style Dezembro 29, 2006

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José Gabriel de Lemos Brito, em seu “Pontos de Partida para a História Econômica do Brasil”, de 1939, começa, assim, sua crítica da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão:

…Pombal absolutamente não foi o caráter isento de paixões que os seus exaltados foliculários apregoam. Em seu governo avultaram, com espantosas injustiças, os grandes negócios, que hoje assinalam as democracias.

Com certa diplomacia, diz:

O ministro queria, de verdade, fomentar o progresso nacional; mas, deixando-se, intencionalmente ou não, emaranhar nos laços da gananciosidade dos capitalistas, chamados à execução de tantas obra e empresas, e a despeito de sua austeridade, não soube esquivar-se à larga série de favores e obséquios pessoais com que os distinguiam os padres Mansília e outros indivíduos que logravam com tais agrados amansar o violento reformardor. [p.163]

Então, a culpa é dos capitalistas, heim? Ok, no tempo em que ele escreveu não se falava de “rent-seeking”. Mas o curioso é que a idéia que o leitor faz, de sua análise, é que havia um benevolente, embora duro, é verdade, Pombal, que foi corrompido pelo terrível “mercado”.

Aí você segue o texto e, na mesma página da última citação (p.164), você descobre que Pombal acreditava que a intervenção estatal na economia não era, digamos, justificada por falhas de mercado. Ou então, como explicar que, na hora de arrebanhar acionistas brasileiros para a Companhia, o irmão de Pombal (opa! nepotismo, ainda que tardia!) usasse de meios algo heterodoxos:

Como não surtisse efeito a exposição [das vantagens da Companhia], apelou para as ameaças…O rei queria a companhia, seria melhor ajudá-la como amigos, que se queixarem mais tarde, vendo que a poderosa empresa não os tratava como tais…

O que se depreende é que a acusação contra os “capitalistas” é, na verdade, uma crítica do modo “rent-seeker” de governar que Pombal adotou. É só ler o resto do capítulo para se perceber isto.

Não é interessante? O livro vale a leitura. Para mim, que gosto do tema, o capítulo da Companhia do Grão-Pará e Maranhão é um dos mais bem escritos e cheios de insights que eu já li. João Gabriel prestou um belo serviço a este pobre escriba.

Claudio

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Os mega-alegres dinamarqueses Dezembro 29, 2006

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Eis algo engraçado de se ler.

Claudio

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Megalomaníacos Dezembro 29, 2006

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Isto é que é revisão da literatura Dezembro 29, 2006

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Olha só isto.

Amazing, huh?

Claudio

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Você, que cresceu vendo filmes no bairro da Liberdade quando visitava a avó vai se lembrar… Dezembro 29, 2006

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Tora-san, claro!

Claudio

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Você sabe que está velho quando… Dezembro 29, 2006

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Claudio

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Isto é ótimo Dezembro 29, 2006

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Claudio
p.s. e isto também.

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As origens socialistas dos governos iniciais de Taiwan Dezembro 29, 2006

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Yet when Chiang returned to China in 1937, the 28-year-old communist supporter became an assistant to his father Chiang Kai-shek (蔣中正) even though he publicly denounced his father as the people’s enemy shortly after he massacred Chinese communists and workers in Shanghai in 1927. The pragmatic young leader quickly became politically strong. His former subordinates in China thought of him as an incorruptible supervisor who learned from his Soviet training the art of winning support from common people.

Nada como uma revolução cultural para criar conflitos de gerações. Mao deve ter ficado orgulhoso. A fonte da notícia é esta.

Claudio

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