Cadê a OEA? Julho 3, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: esquerda anaeróbica, rent-seeking, Venezuela
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E aí, galera? Olha o apelo deste político venezuelano! Vamos lá?
Dia 13… Julho 3, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: banca de doutorado
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…tem banca de doutorado. Vai ser uma boa oportunidade para rever alguns bons amigos. Gente muito boa mesmo. Sim, já li a tese e estou preparando alguns comentários. É sempre bom ler coisas boas e comentar. Sempre.
Já comeu seu aaru hoje? Julho 3, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: história econômica
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Dica do Renato Colistete.
Discriminação de preços Julho 3, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: discriminação de preços, eficiência econômica, monopólio, monpólio natural, regulamentação
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A ANEEL quer ser um case para livros-texto de Microeconomia. Confira aqui.
Dica de leitura Julho 3, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: Brasiliana
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Leo tem uma ótima dica.
Onde está o multiplicador? Julho 3, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: crise mundial, incentivos na academia, multiplicadores keynesianos, Política fiscal
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Em diversas ocasiões eu reclamei, aqui, da falta de senso dos economistas brasileiros. Dos políticos, claro, não espero nada por conta dos incentivos que os motivam. Geralmente, meus colegas reclamam da falta de análise de custo-benefício. Coisas do tipo: o governo propõe uma política, implementa-a e sequer analisa corretamente o resultado. Esta é a especialidade de muita gente lá na PUC-RJ, atualmente.
Contudo, minha queixa é anterior e específica a um único tópico: a política fiscal. No início da crise imobiliária norte-americana abundaram discursos sobre o “fim do capitalismo”, “o renascimento de Keynes” e outras baboseiras que não se sustentam, por exemplo, se você relê o próprio Keynes. Mas o que me incomoda? A falta de simples estimativas de impacto. Onde estão os multiplicadores de renda, por exemplo? Qual a elasticidade-gastos do governo da renda agregada? Quanto, de fato, é gerado por um aumento no gasto do governo?
Alguns estudos já foram citados por mim, em uma tentativa de trazer alguma racionalidade a este debate que mais parece uma conversa de boteco – uma notável involução no discurso dos economistas da era da Silva. Há, claro, um componente da própria evolução da moderna Ciência Econômica que influi nisto – e que me foi lembrado pelo Selva recentemente: os incentivos à publicação acadêmica. Vale a pena, ao leitor interessado em entender melhor o problema ler este pequeno, mas profundo, texto de Bruno Frey.
Mas voltemos ao tema de hoje: os multiplicadores do gasto público. Após tanto tempo, eis que mais um artigo estuda o tema. Trata-se de Oliveira, Marques & Jacinto (no prelo). O foco é o gasto público local, ou seja, o estudo é sobre o impacto dos multiplicadores relativos aos gastos públicos locais. Acho o tema interessante e difícil. Vamos ao resumo do texto:
Este artigo estuda o papel da política fiscal local no crescimento econômico de cidades. Para este fim, o artigo apresenta um modelo espacial de crescimento econômico com governo, que incorpora as contribuições das teorias do crescimento endógeno e da nova geografia econômica. O modelo é avaliado empiricamente através de uma aplicação para as cidades brasileiras na década de noventa. Os resultados mostram que o governo local tem um importante papel no crescimento econômico das cidades, pois os investimentos públicos mostraram-se eficientes e afetaram positivamente o crescimento econômico. O artigo avalia a política de distribuição de recursos via fundo de participação de municípios e encontra efeitos positivos no crescimento econômico. Os resultados mostram indícios de gastos públicos ineficientes e de efeitos negativos da tributação local no crescimento econômico das cidades.
Promissor, não? Bem, os autores escolheram um belo tema e a abordagem da Nova Geografia Econômica está (mais) em moda desde o Nobel ganho por Paul Krugman. Entretanto, alguns problemas: qualquer impacto que se queira medir, neste caso, restringe-se a uma amostra que parou em 2000. Na verdade, os dados são de dois segmentos de tempo: 1991 e 2000 (o famoso atlas do IDH…). É uma fonte legítima, mas as conclusões para depois de 2000 são sempre complicadas. Eu seria menos otimista nas conclusões do que os autores, mas vamos lá.
Outro ponto é que a proxy utilizada diz respeito ao crescimento do salário médio em uma cidade. Embora haja um modelo teórico no texto que dá respaldo ao uso desta variável, eu não diria que há uma microfundamentação tal que se possa interpretar o salário como produtividade. Por exemplo, não se considera, nem teoricamente, nem no modelo empírico, a ação de sindicatos locais que, certamente podem impactar no salário médio de uma região.
Finalmente, embora os autores apresentem as seis regressões, senti falta da interpretação que, para mim, é a mais útil em termos de políticas públicas: qual o tamanho do multiplicador? Se os coeficientes estimados mostram algum impacto, tome-se, no artigo, o coeficiente do FPM na equação 6 da tabela 1: 0,0256. Se isto é uma elasticidade, é baixíssima, se não o é, também não é um multiplicador tão forte. Mesmo com a separação de gastos produtivos e improdutivos (equações 3 e 4), não há muita diferença: o impacto no aumento de salário médio de um aumento do gasto do governo fica em torno de 0,02 (e não está claro que unidade de medida é esta).
Assim, eu gostei mais do título do artigo e de sua introdução do que dos resultados alcançados. Também senti falta de uma revisão da literatura que incluísse artigos publicados anteriormente para o Brasil sobre o tema. O próprio Jacinto, o meu colega Paulo Jacinto, tem artigo anterior sobre o tema. Isto sem falar em alguns textos que o leitor mais atento poderá encontrar nos links deste texto.
Louvável esforço, contudo. Mais um artigo em busca dos multiplicadores tão festejados pelos economistas do governo (lógico…), mas jamais encontrado com facilidade em artigos de quem faz pesquisa e não apenas discurso para a platéia. Novamente, se alguém tiver dicas de artigos sobre o tema, para o Brasil, pode depositar aí na caixinha de comentários.
p.s. a melhor leitura para se entender o que é o tal multiplicador é esta aqui.
Pergunta do dia Julho 2, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.1 comment so far
Por que existe uma correlação de 99% entre um comentário escrito com um português ilegível até para um analfabeto e um comentário sem educação?
Curioso que não é nem só discordar. É falta de educação mesmo. Claro que existem as exceções, mas observo isto sempre aqui no Brasil. Acho que dá quase para dizer que a ignorância é feita de 90% de analfabetismo e 10% de burrice, se é que ambas as coisas são totalmente não-relacionadas…
Liberdade na América Latina Julho 2, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: América Latina, economia, liberdade, Paulo Roberto de Almeida, relações internacionais
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Um diálogo entre este que vos escreve e Paulo Roberto de Almeida resultou neste primeiro texto sobre o tema. Acho que teremos mais alguns artigos em breve, mas dê uma olhada no texto que, no momento atual, ele ajuda a entender um pouco sobre os problemas do avanço do autoritarismo na América Latina.
Precisa ser advogado para ser juiz? Julho 2, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: escolha pública, mercado de trabalho, public choice, rent-seeking
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Ronald levanta uma boa questão. Afinal, jornalista não necessita diploma, né? E juiz? Por que necessitaria?
Informe gratuito (nada mudou em quinhentos anos…nem nos último oito) Julho 2, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: economia política, Transparência Brasil
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Verbas e salário de um congressista brasileiro são mais do que o dobro dos benefícios a que tem direito um deputado nos EUA
A Transparência Brasil anuncia estudo sobre os rendimentos, verbas e assessoramentos recebidos por congressistas de Brasil, Chile, México, Estados Unidos, Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália. O relatório completo pode ser lido aqui: http://www.excelencias.org.br/@carga.php?carga=docs/CustosCongressistas.pdf.
No agregado, o salário e as verbas (para representação, para viagens e para a contratação de assessores) a que têm direito os deputados federais e senadores brasileiros superam R$ 1 milhão ao ano, colocando os congressistas do Brasil como os mais bem pagos, excetuando-se os deputados dos Estados Unidos (cerca de R$ 3 milhões).
No Brasil, o deputado e o senador recebem mais do que um deputado alemão (R$ 860 mil), francês (R$ 770 mil) ou britânico (R$ 760 mil).
Quando se faz a correção pelo indicador da renda per capita, os benefícios do congressista brasileiro ultrapassam os do deputado norte-americano e chegam ao topo da escala.
Os montantes a que um senador brasileiro tem direito representam 83 vezes o Produto Interno Bruto (PIB) per capita do Brasil. Isso quer dizer que, em média, um único senador se apropria de uma quantia equivalente à riqueza produzida por 83 brasileiros.
No caso do deputado federal brasileiro, o número é 68.O deputado dos EUA se apropria de um montante equivalente a 32 vezes o PIB per capita local; para um senador do Chile, o número é 26.
Outras constatações:
Quando se analisam apenas os salários, observa-se que no Brasil os ganhos do deputado federal e do senador são quase treze vezes o PIB per capita. Nos EUA, esse número não chega a quatro;
No Senado, a verba para a contratação de assessores é cerca de 55 vezes o PIB per capita; na Câmara, quarenta vezes; o terceiro colocado é o deputado dos EUA: dezenove vezes o PIB per capita local;
O número de assessores por parlamentar não passa dos doze em nenhuma Casa legislativa analisada (exceção feita à Câmara dos EUA, onde são dezoito). No Brasil, são 25 (Câmara) e onze (Senado);
A política para contratação de consultores também é peculiar no Brasil; enquanto em outros países o parlamentar é obrigado a explicar as razões pelas quais a consultoria foi contratada (o nome do consultor e o projeto para o qual o serviço foi prestado tem que estar na Internet) ou simplesmente é impedido de contratar consultoria (somente as comissões têm permissão para esse tipo de despesas), no Congresso brasileiro não há filtros para coibir o mau uso da prerrogativa.Contato: 11 3062 3436
Claudio Weber Abramo (diretor executivo)
Fabiano Angélico (coordenador de projetos)Fabiano Angélico
Coordenador de projetos
Transparência Brasil
www.transparencia.org.br
(55) 11-3062.3436
Doutrinação anaeróbica versus Ciência Julho 2, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: economia austríaca, metodologia econômica
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Interessantíssimo texto do Peter Klein. Reproduzo um trecho.
It is necessary to correct the misunderstandings that can be called forth by using the expression “Austrian School.” Neither Menger nor Böhm-Bawerk wanted to found a school in the sense customarily used in university circles. They never attempted to turn young students into blind disciples, nor did they, in turn, provide these same students with professorships. They knew that through books and an academic course of instruction they could promote an understanding suited to dealing with economic problems, thus rendering an important service to society. They understood, however, that they could not rear economists. As pioneers and creative thinkers, they recognized that one cannot arrange for scientific progress, nor breed innovation according to plan. They never attempted to propagandize their theories. Truth would prevail of its own accord when man possessed the faculties necessary to perceive it. Using impertinent means to cause people to pay lip service to a teaching was of no use if they lacked the ability to grasp its substance and significance.
Em outras palavras: sem favoritismos, sem passar a mão na cabeça, sem desrespeito por idéias alheias. Posturas adequadas a um acadêmico e coerente com o que tem sido sempre dito, por exemplo, por Peter Boettke. Não existe, portanto, tal coisa conhecida como “escola austríaca” no sentido anaeróbico. Existem, claro, as idéias de alguns economistas sobre determinados eventos e abordagens. Estas idéias podem até ter este ou aquele rótulo, mas, no final das contas, não é o rótulo que importa na lata de palmito e sim o palmito.
Crise mundial: to be or not to be? Julho 2, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: blogosfera, Blogs de economia, crise mundial, Cristiano Costa
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Nada de novo sobre a “deterioração dos termos de troca” Julho 2, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: cepal, economia mundial, termos de troca
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Leo faz um breve resumo no qual mostra que ainda não há nenhuma novidade sobre o tema.
O que a crise mundial não é Julho 1, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: crise mundial
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Não é o fim do capitalismo. Por que? Bem, se você acompanha o debate, não terá dificuldades em entender o que Sumners diz.
Nova versão do artigo científico menos discutido no Brasil Julho 1, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: autoritarismo, economia política, escolha pública, falhas de governo, public choice, rent-seeking, Venezuela
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Eu me pergunto quantos blogueiros acham o uso dos dados privados de eleitores uma “natural” consequência da democracia popular bolivariana. O argumento, distorcido, é o de que “quem não deve, não teme”. Se “quem não deve, não teme”, passe-me seus dados bancários, suas senhas, seus dados e as medidas de sua esposa.
Tentando falar sério, este artigo é um dos mais importantes já publicados sobre as consequências do autoritarismo na América Latina. Vale realmente a leitura e eu já o indiquei várias vezes aqui, antes. Entretanto, esta versão é a mais recente e vem em boa hora já que estamos diante de uma polêmica acerca das frequentes insinuações do presidente venezuelano de que invasões de países alheios feitas por ele podem ser legítimas.
Se você achou muito natural e bonito o que se relata neste artigo – em termos de uso de dados alheios pelo governo – então você está a um passo de aceitar algo similar no Brasil.
O Estado que ruge Julho 1, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: escolha pública, falhas de governo, microeconomia, public choice, rent-seeking
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Renato Lima escreveu um belo texto sobre o Estado que a esquerda anaeróbica gosta: o Estado que ruge.
Função de produção Julho 1, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: pesquisa acadêmica
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Dois artigos aceitos para congressos. Um nacional, outro no exterior. Lá vamos nós…
O homem é o animal do homem? Junho 30, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: Ciência, evolução
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O SB achou a pista para a resposta. A hipótese nula é: sim, o homem é o animal do homem.
Honduras Junho 30, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: Honduras
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O pessoal tem discutido muito sobre Honduras. Diogo Costa mostra que há um problema interessante com a imprensa. Ela não consegue enxergar o caráter distinto do movimento que depôs o presidente (que passava por cima da Constituição) e, ao invés de instalar um regime militar, empossou outro presidente. Marton, o pessoal da Torre e, certamente, outros blogs têm contribuído muito para a discussão.
O fato é que há uma grande dificuldade para as pessoas em julgar situações como esta. Isto me lembra o famoso atentado contra Hitler, o proletário austríaco eleito pelo voto popular e responsável pelo Holocausto (que o presidente do Irã diz que não existiu) que também mexeu como quis nas leis do país. Embora haja nuances entre o pitoresco hondurenho (e seus aliados bolivarianos) e Hitler (e seus aliados italianos…pitorescos), o mesmo ponto é polêmico: pode-se depor um presidente que pisa nas leis do país? Ou é golpe?
A polêmica vai longe, mas é interessante, como já disse, ver que muita gente que se diz democrata sempre faz vista grossa apenas para alguns movimentos militares, mas não outros.
Maluquices Junho 30, 2009
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Os maluquinhos não conseguem nem admitir discussões. Já chamam os outros de “imbecis” e ficam ofendidos. Prometem revidar. Ei-los. Discutir assim, realmente, não dá.
Ciclos austríacos Junho 30, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: ciclos econômicos
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Um texto que não apresenta uma única evidência empírica sobre a existência de tais ciclos, mas que faz considerações puramente teóricas é este. Há outros artigos interessante, que buscam verificar a existência dos ciclos, mas são – até onde sei – poucos. Além disso, os resultados são bem controversos.
Quem elegeu este cara? Junho 30, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: Bush, Chavez, lula, votação
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MBA é bem inferior: cai a renda, aumenta a demanda Junho 30, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: bem inferior
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| From Drop Box |
Bom humor é isso aí.
Sobre Honduras Junho 30, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: Honduras, Ordem Livre
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Um comentário Junho 30, 2009
Posted by claudio in Uncategorized.Tags: bolivarianismo teológico, grandes momentos da esquerda brasileira, tico-e-teco-no-convento
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Trecho de comentário do João:
Para completar, leiam abaixo o que LEONARDO BOFF escreveu em seu post semanal no blog do NOBLAT http://oglobo.globo.com/pais/noblat/ sobre nós, simples Economistas, graças a DEUS.
“A crise econômica de 1929 sequer punha em questão a natureza e a Terra. O pressuposto ilusório era de que elas estão sempre ai, disponíveis e com recursos infinitos. Hoje a situação mudou. Já não podemos dar por descontada a Terra com seus bens e serviços. Estes mostraram-se finitos e a capacidade de sua reposição já foi ultrapassada em 40%.
Quando esse fator é trazido ao debate na busca de soluções para a crise atual? Somos dominados por economistas, em sua grande maioria, verdadeiros idiotas especializados – Fachidioten – que não vêem senão números, mercados e moedas esquecendo que comem, bebem, respiram e pisam solos contaminados. Quer dizer, que só podem fazer o que fazem porque estão assentados na natureza que lhes possibilita fazer tudo o que fazem, especialmente, dar razões ao egoismo e às barbaridades que a atual economia faz prejudicando milhões e milhões de pessoas e que vai minando a base que a sustenta.”
Caro João, o teólogo (ou ex-teólogo, sei lá) que fala tamanha asneira não merece comentário. Afinal, sua própria especialização, como teólogo, já lhe fez escrever coisas bem, digamos, estranhas, não é? Quem leva a sério um argumento deste mostra que não entrou ainda no mundo científico dos debates e ficou apenas no amor à retórica. Neste caso, uma retórica bem ruinzinha…
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