fevereiro 9, 2010
fevereiro 9, 2010
Calma leitor, não virei discípulo daquela galera da “desconstrução” de discursos. Mas este discurso da candidata do presidente da Silva é de doer.
p.s. eu tenho uma outra idéia unindo gases letais, políticos e estábulos, mas deixa para lá.
fevereiro 9, 2010
Espero que não aconteça o que aconteceu com o Igor. Desta vez, Ângelo da CIA traz suas reflexões para os liberais, libertários e afins. Não se esqueça de ler também as últimas da Lu, do Pedro e do Diogo.
fevereiro 9, 2010
Liberdade? Só a de botar os filhos no avião da FAB e espalhar fotos pela blogosfera
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Afinal, seguindo o exemplo do neosocialismo (sim, ele mesmo) de Chavez (apoiado por muita gente que não tem a coragem de dizer que apóia este tipo de “gente”), liberdade é uma palavra burguesa que só serve para quem tem TV a cabo. Opa, nem para estes pode.
Obviamente que é curioso ver a oposição (oposição?) deixar passar a oportunidade de fuzilar esta idiotice. Talvez porque a idiotice, claro, seja disseminada e um direito (eles dirão: “adquirido”) dos políticos. Bem, talvez seja mesmo.
fevereiro 8, 2010
Não tem como discordar
Posted by claudio under Uncategorized | Tags: tico-e-teco-no-Japão |Leave a Comment
fevereiro 8, 2010
O Martim ficou bravo com um texto de uma jornalista do Estadão. Bem, eu raramente leio o caderno “Aliás”, dominical, embora goste muito do restante da edição dominical do Estado. Chama a minha atenção o fato de que tive a mesma impressão que ele em diversos pontos. Realmente a jornalista constrói sua narrativa de maneira bastante ”radical” (afinal, ou você está com Obama, ou contra ele, logo, “radical”).
Ok, acho que todos deveriam ler o texto original e o do Martim. No caso, este último é capaz de enxergar o problema ideológico do primeiro texto.
fevereiro 7, 2010
Mankiw tem um link engraçadíssimo sobre economics comedy.
fevereiro 4, 2010
O II Congresso da AMDE é uma boa oportunidade para as pessoas começarem a parar de pensar que “Direito Econômico” é sinônimo de “Economia & Direito” ou “Law and Economics“. Também é uma boa oportunidade para jogar no lixo idéias bisonhas como a de que “econometria é fruto da serpente neoliberal” e outras fantasias psicóticas que se ouve por aí.
fevereiro 4, 2010
Após vários dias – e textos do Coronel (o último deles aqui)- eis que o geralmente pacato Cristiano também criticou uma recente pesquisa de opinião.
A discussão foi quente, com brigas entre o Coronel e o Noblat. Talvez o mais importante seja perceber o seguinte: quanto mais pessoas aprendem estatística (realmente aprendem, não apenas passam neste “mobral” que são as auto-avaliações do Estado sobre sua suposta excelência pedagógica), menos os interesses políticos – que financiam estas campanhas – podem viesar os resultados.
O leitor deve ficar atento às aulas de estatística.
fevereiro 3, 2010
Luciana se esqueceu do link original, acho.
fevereiro 3, 2010
fevereiro 2, 2010
Quase todo leitor deste blog sabe que eu gostava muito de John Lott Jr. Lia seus artigos e sempre o achei muito bom em insights. Hipóteses interessantes e polêmicas e, claro, seus estudos sobre os efeitos do porte de armas. Um belo dia, parei de ler Lott. Por que? Porque ele se envolveu num suspeitíssimo caso de dados fraudulento para defender seu ponto de vista radicalmente favorável ao porte de armas. Um professor de Clemson, famoso, havia, um ano antes, caído em desgraça pelo mesmo motivo, embora fosse um ardoroso opositor da liberação do porte de armas.
Este blogueiro ficou honestamente chateado com a mancha que John Lott criou para si. Claro, nunca mais consegui ler ou recomendar algum artigo dele. Bom para este blogueiro e para os poucos leitores que temos aqui.
Agora, foi revelado que defensores dos defensores da agenda global da “urgência-do-aquecimento-acima-de-tudo” fraudaram dados. Este blogueiro sempre temeu a parcela bolivariana dos defensores do meio ambiente, desonesta e ideológica acima de qualquer evidência científica. Mas jamais esperou – embora fosse previsível, dados os incentivos – que gente da climatologia jogasse com o medo da população mundial de forma tão irresponsável, falsificando a própria evidência científica.
Espanta mesmo é ver a imprensa engajada jogar com notícias que supostamente desautorizariam as denúncias. Lê-se que “os dados foram obtidos por grupos de interesse”. É como se famosos políticos brasileiros reconhecessem dados que os incriminassem, mas reclamassem de ninguém tê-los requisitado em uma carta educada, envelopada e selada.
Este blogueiro permanece cético, muito mais simpático a Lomborg, embora reconheça que, como na pobreza, na burocracia governamental ou na condução da política fiscal, também na política ambiental existem problemas. Mas é triste ver como a blogosfera bolivariana continua a adotar a postura “engajada”.
Uma coisa é se engajar como Aron, outra, como Sartre. Fico com o primeiro (e olha que intelectuais franceses não são o meu forte…).
fevereiro 2, 2010
É assim que eu chamo este ótimo texto de Pedro Sette. Os libertários, além de lerem a crítica do Igor Taam, deveriam também pensar neste tipo de estratégia: começar com pequenas – e realistas – propostas de impacto.
A da nota fiscal discriminada me parece a mais decente medida já proposta. Decente com os leitores deste blog – até os ocasionais e mal-educados – pois todos (ou quase todos) pagam impostos.
fevereiro 2, 2010
Uma jornalista do JB me ligou ontem:
“O senhor poderia me dizer como fica a economia do Brasil se o dólar continuar assim?”
Diante de tal pergunta, dei-lhe uma resposta adequada:
“Ora, a taxa de câmbio valorizada facilita as importações e o contrário vale para as exportações. Lembro que uma economia não vive só de exportar. Além disso, em um regime de câmbio flexível, a taxa varia conforme a entrada e/ou saída de reservas (ou entrada líquida) no país”.
A repórter:
“Mas isto é muito genérico!”
E eu pergunto: o que ela queria?
Já dei muitas entrevistas para jornalistas. Para quem não conhece, é uma das tarefas mais difíceis que existem. Bem, pessoalmente posso dizer que o pessoal da Globo Minas é muito profissional e sério: preocupam-se com a pauta, procuram se esclarecer sobre o tema, enfim, tive ótimas experiências com eles.
Mas já vi gente de outros jornais (e emissoras de rádio) se embaralhar com coisas como “2% = 2 pontos percentuais” (um erro básico) e outros, como a repórter acima citada, que fica irritada porque faz uma pergunta genérica e pede uma resposta detalhada.
Se você quer uma resposta específica, faça uma pergunta específica. Se não é especialista na área, deixe claro isto antes da entrevista e procure fazer perguntas mais específicas. Ou deixe claro que vai recolher 15 minutos de monólogo para, depois, pensar em como redigir o texto.
Na verdade seria mais fácil se o jornalista tivesse noções básicas de microeconomia e macroeconomia (e menos noções básicas de doutrinação pterodoxa, como vejo em cursinhos de economia para jornalistas de má reputação), mas o mundo não é perfeito.
Nesse sentido, ficam aí umas dicas para os bons jornalistas.
fevereiro 2, 2010
Este texto indicado pelo SB e este serviço de utilidade pública do “Mão Visível” necessitam a leitura obrigatória de qualquer administrador de faculdades ou economista.
fevereiro 2, 2010
janeiro 31, 2010
Outras carregam palavras consigo. Belas fotos. É disso que se alimentam os aiatolás radicais e também os safados “multiculturalistas melancias” que se dizem democráticos mas querem mesmo é enfiar as mulheres na burka, no tanque e no fogão.
janeiro 31, 2010
Mais um serviço público prestado pelo “A Mão Visível”.
janeiro 30, 2010
Eis a boa nova: eu e meus co-autores (Ari e Pedro) tivemos um artigo aceito para publicação no Cato Journal. O bacana é que não pediram revisão. Sai ainda este ano. Aguardem!
janeiro 29, 2010
…que em 1964, a procuradoria-geral da República investigasse se líderes estudantis teriam coagido estudantes a protestarem. Imagine que, anos depois, alguns dos investigados ganhassem uma bolsa do governo. Bem, então a Venezuela já tem um futuro previsível.
janeiro 29, 2010
Apesar de seu passado esquerdista, o outro Shikida da Economia, Pery, resolveu ver como é a civilização. Parece que está gostando.
janeiro 29, 2010
Sabe quando o sujeito computa lá uma regressãozinha e usa o superávit primário do governo como um indicador de ajuste fiscal? Bem, ele pode estar em sérios apuros, segundo esta matéria de “O Globo”, reproduzida pelo Paulo.
São tantos os truques – e o claro desrespeito ao cidadão, no caso do Imposto de Renda – que me deixa um tanto incomodado a falta de críticas por parte das pessoas. Existem incentivos para que assim o seja, eu sei, mas a durabilidade dos mesmos, diante de uma situação fiscal gradativamente perigosa já deveria deixar alguns em alerta.
Misterioso mesmo é como tanta gente engole falácias – e mentiras descaradas mesmo – em certos eventos do sul do Brasil, acusando um imaginário liberalismo como responsável pelas mazelas do país. Curioso é o país no qual os que defendem bolsas para bisnetos de perseguidos pelas ditaduras apóiam, ardorosamente, ditadores, só pela camisa do time. Fidel Castro que o diga.
janeiro 29, 2010

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